Por favor, preencha a atmosfera com a vibração sublime dos Santos Nomes:
Hare Krsna Hare Krsna Krsna Krsna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare

terça-feira, 3 de abril de 2012

Qual a Religião Verdadeira?




QUAL A RELIGIÃO VERDADEIRA?

              Tantos foram os caminhos religiosos inventados e escolhidos pelos homens que, no final das contas, passaram a pairar no ar estas perguntas para muitos embaraçosas:

           “Afinal de contas, qual é a religião verdadeira?  Devo  seguir Krishna, Buda, Maomé ou Jesus?  Qual destas crenças é mais agradável a Deus?”

           A resposta para todas elas é tão simples que o olhar aguçado da Esfinge nem se importa com elas. Ela não se importa com detalhes insignificantes. O que vimos é que, ao longo dos milênios, sucessivos credos predominaram junto a outros menos em voga, mas, de uma certa forma, aprenderam a conviver juntos, seja pelos costumes, seja pela força das leis.  Os credos outrora predominantes também tiveram de ceder lugar a outros que lhes passaram a frente e foram mais do gosto popular.  Foi assim que uma fila interminável de “ismos” deu muitas vezes a volta ao mundo, embora nem por isso estejamos, em nosso tempo, diante de uma humanidade mais consciente de sua condição religiosa.

           A religião, proveniente do verbo latino religare, é sinônimo de religação com Deus. Cada credo, portanto, é um tipo de ioga e cada uma dessas iogas tem suas peculiaridades próprias.  Cada um se liga a Deus como bem entende e disso não se pode fugir. Usando de seu livre arbítrio, o homem adota alguma religião (ou nenhuma) de acordo com aquilo que ele chama de “consciência”.  Para estar em paz consigo mesmo o homem se aproxima de Deus ou se afasta por completo da Divindade.  Ele adotará a decisão mais cômoda, a que lhe trouxer maiores vantagens ou fize-lo caminhar melhor.

           Voltemos à pergunta inicial:

           “Qual a religião verdadeira, se há tantas?”

           Respondendo a essa indagação de uma forma mais ampla podemos afirmar que todas as religiões, mesmo as mais primitivas, são verdadeiras desde que professadas com o coração.  Em outras palavras, se a sua religação com a Divindade for sincera isto é tudo que se faz necessário para que ela renda frutos eternos e mensuráveis na coluna do mérito pessoal.

           Há, contudo, uma tendência muito humana de considerar o seu credo como o predileto de Deus ou o mais certo, como se o Pai Eterno tivesse algum interesse nesta ou naquela forma de reverenciá-lo. Foi este pequeno, mas importante, detalhe que deu origem às “guerras santas” de todas as épocas e que dividiu os religiosos em múltiplas “trincheiras” místicas. 

           A interpretação humana das revelações divinas gerou as mais acirradas polêmicas e todos passaram a achar que a sua interpretação era a mais certa.  A História demonstra, no entanto, que existe um profundo abismo entre aquilo que o primeiro profeta pregou e aquilo que seus discípulos passaram a dizer depois do seu desaparecimento.  A tal ponto a passagem da informação sofreu distorções que o resultado final, ao longo do tempo, foi a adoção de verdadeiros monstrengos doutrinários, alguns deles refletindo a fina flor do fanatismo religioso. 

           A dura verdade é que, com raras exceções, cada um defende o seu metro conquistado de terreno religioso e todos procuram puxar a brasa para a sua sardinha.  Uns acham-se melhores do que os outros, ainda que não o digam ou não o revelem em voz alta.  Cada um enaltece a sua fonte religiosa, achando que ela é a única verdadeira e confiável.  Cada um tem o seu mestre, o seu guru ou a sua sociedade religiosa.  Ao ouvirem falar em outros credos ou em outros gurus essas pessoas, apenas e quando muito, os toleram, sem perceber que o verbo tolerar é infinitamente ofensivo, porque infere aceitar com reservas.

           Temos observado este fenômeno em todas as camadas sociais, independente de raça, faixa etária ou condição financeira.  O kardecista abraça-se aos seus amigos espirituais e coloca um aviso na porta dizendo quem pode ou não pode entrar para fazer parte do seu grupo de preces, estudos ou incorporações.  O umbandista e o candombleseiro agarram-se freneticamente aos seus orixás e acham que nada diferente deles pode ser aceito como verdadeiro, autêntico e forte.  O muçulmano agarra-se ao balandrau bordado do seu Alá e considera “infiéis” todos que não lerem pela cartilha do Alcorão.  O católico, agarrado ao cálice da Eucaristia e ao êxtase de receber sobre a língua o corpo de Cristo acha que tudo que fique fora disso é superstição, crendice ou desinformação mística.  O Xamã só aceita as suas poções estupefacientes para falar com Deus e o esotérico fanatizado só vê no contato com o Mundo Interior ou o Plano Astral a forma legítima de evoluir na direção da Luz.

           Todas as religiões, no entanto, são apenas formas de caminhar.  Muitos ainda não se deram conta disto. Caminham de um modo todo seu, mas acham que todos deviam caminhar com eles.  Querem, sem confessá-lo, o monopólio de Deus e até sentem pena dos que ainda estão “extraviados” em busca de uma Verdade que eles julgam haver conquistado até então pelo caminho escolhido.

           Se o leitor quiser ouvir uma verdade dura de escutar e de aceitar fique atento a isto:

           Todas as religiões são verdadeiras e, ao mesmo tempo, não são, porque nenhuma delas tem a oferecer senão um fragmento, às vezes grande, às vezes diminuto, da VERDADE. 

           Cada religião é uma espécie de janela por onde o membro olha o mundo e seus habitantes.  Uma só janela, no entanto, seria insuficiente para nos oferecer uma visão completa, quase completa ou mais ampla do mundo.  Convido os leitores a fazerem isso com as janelas de suas próprias casas para terem uma idéia melhor do que desejamos lhes passar com esta comparação.  A realidade do mundo em que vivemos e de todos os mundos ainda desconhecidos é tão ampla que não pode ficar contido no quadrilátero de uma só e limitada janela.  Há realidades embaixo, em cima, para os lados e para além das montanhas.  Se qualquer leitor se contentar apenas com isso, tanto melhor para ele!  Mas, se for do tipo que quer sempre saber mais, nesse caso é melhor sair da janela e ir para o terraço do edifício ou se tornar companheiro da caixa d´água, onde a visão é mais ampla.  E de janela em janela de terraço em terraço o(a) leitor compreenderá que as paisagens são infinitas e que, a exemplo delas, a VERDADE também o é e se apresenta de múltiplas formas, porém nunca completas.

           Reconhecendo a pequenez do nosso intelecto para apreender essa  ciclópica VERDADE de um só gole, foram estas as palavras de ISAAC NEWTON:

           “A mim mesmo pareço, apenas, um menino que brinca  na beira da praia,
ora achando um pedra, ora uma concha mais formosa, sem perceber, enquanto isso, que o GRANDE OCEANO DA VERDADE se estende, desconhecido, diante de mim”.

           E é imenso esse oceano!  Muito mais vasto do que sonhamos mesmo em nossos momentos de mais fértil imaginação!  Cada credo, mercê do merecimento de quem o organizou e reuniu adeptos traz nas mãos trêmulas um fragmento da Verdade, mas essa pequena porção não pode ser tomada como o Todo. A captação desse Todo seria muito forte para nossos ainda pobres e insuficientes neurônios. Para abraçar e digerir uma porção maior dessa Verdade tão fragmentada teríamos de viver muitas vidas, de cada uma delas guardando todos os alicerces e todos os patamares anteriores. 

           Há, no homem, a tendência de complicar as coisas.  Ele costuma tornar complexo o que é simples.  Mete-se a ler e a consultar “sábios” de fancaria, transformando-se num poço de informações desconexas a respeito do que é ou do que pode vir a ser DEUS.  Ouvir certas pessoas dissertarem sobre Deus é quase como ouvir uma anedota hilariante sem poder rir dela, porque seria falta de respeito.  É absolutamente incrível o que essas pessoas dizem, o que essas pessoas concluem e – o que é pior!- o que essas pessoas criam nas cabeças desavisadas.

           A religião verdadeira é PURO AMOR.  Não importa que nome tenha, quem seja o seu guru ou onde fique o seu templo.  O altar do coração é o único altar digno de uma reverência mais profunda, pois DEUS É AMOR e diante desse AMOR todo o religioso verdadeiro se curva.  Quando pedimos a bênção a um sacerdote, a um pai-de-santo ou a um homem de grande luz não nos estamos humilhando diante de um homem qualquer, mas de alguém que se tornou um prolongamento do AMOR e que, portanto, tornou-se uma ponte de ligação entre nós e um Deus que ainda desconhecemos tanto do lado de dentro quanto do lado de fora. 

           Há, infelizmente, um pouco de vaidade nos religiosos comuns.  Eles adoram o seu credo e só aceitam os demais credos como degraus inferiores para chegarem aonde já se encontram.  Esse sentimento de superioridade é que põe tudo a perder diante de Deus, pois, se Deus aceita todos os nossos modos de caminhar e abençoa todos os nossos passos, que direito temos nós, reles seres humanos, de condenar a trilha de nossos outros irmãos?  Que certeza temos de estarmos realmente no verdadeiro caminho?  Nosso irmão mais humilde, seguindo uma religião mais primitiva, não estará melhor situado no conceito de Deus do que nós com toda a nossa pompa e convencimento?  O que será que Deus está lendo em cada um de nós?  O nome de nossas igrejas? O rótulo místico que ostentamos?  O esoterismo de nossos rituais?  As flores que ornamentam nossos altares?  Ou será que Ele está vendo tão somente o que está escrito em nossos corações?  Estará o olhar de Deus voltado para o templo que freqüentamos ou para aquilo que aprendemos em palestras, aulas e leituras? O olhar de Deus só vê intenções e propósitos secretos.  Ele não perde tempo com aparências, com vestimentas exóticas ou balandraus crísticos.  Não quer saber se somos bons médiuns nem vive a contar nossos delitos diários.  Ele nos examina como um todo, mas termina seu exame pela contemplação do que levamos no coração. HERMÓGENES disse isto muito bem num de seus mais inspirados pensamentos:

           “Examina as tuas bondades: pode ser que não sejam tão boas. Examina as tuas maldades: pode ser que não sejam tão más.”

           DEUS dispõe de toda uma Hierarquia para marcar a Sua presença na Terra. Essa hierarquia é como um desdobramento Seu numa miríade de trabalhadores anônimos que O representam em todos os credos.  Todos, em conjunto, trabalham em prol da Grande Obra.  Para construir o Grande Edifício da Verdade haverá sempre muitos andaimes onde laboram os operários da Luz. Como se trata de uma construção importante, todos os andaimes (religiões) têm um papel importante a desempenhar.  No entanto, quando a construção estiver pronta, todos os andaimes desaparecerão ofuscados pelo brilho da Verdade construída.  A partir desse momento eles não precisarão mais existir e todos os operários, visíveis e invisíveis, estarão orando em torno do monumento único que eles mesmos erigiram com o sacrifício de seus corpos e de suas almas.

           Pense bem na imagem que acabamos de lhe dar, caro(a) leitor(a).  Contribua com o seu tijolo de amor para a construção dessa Grande Obra.  Seja um obreiro humilde e anônimo.  Não deixe que os elogios, mesmo sinceros, conspurquem o seu ego.  Diga sempre que nada fez e que tudo que pareceu ter sido feito por você foi, apenas, a vontade do Pai materializada através de suas pequeninas mãos. 

           E com isto fechamos tudo que queríamos dizer até agora.  Nenhuma religião é verdadeira e nenhuma religião é falsa.  Todas se engrandecem quando professadas com AMOR. E todas desmoronam quando calcadas no cálculo e na ganância. Os homens fazem as religiões, mas as religiões não fazem os homens.  Nenhuma religião salva ou condena o homem. Ele é que, com seus atos e pensamentos, se salva ou se condena.  Sofre os efeitos praticados. Recebe de volta o que semeou.  Quem já descobriu isto usa com muita parcimônia a palavra “pecado” e bane da alma a imagem de um Deus rancoroso, sensível e temperamental como aquele que nos foi pintado pelos exageros do Antigo Testamento.  Com a mesma facilidade esse Deus deixará de ser antropomórfico como os deuses gregos, romanos e escandinavos e muito mais reconhecido como ENERGIA do que como cópia xerox do ser humano.  A imagem e semelhança de que nos fala o Livro da Gênese não se refere ao soma nem ao pensamento humano, mas à energia que nos move ao longo das repetidas vidas de que precisamos para nos identificarmos novamente com a Divindade. 

           No entanto, jamais deveremos criticar os que só podem aceitar um Deus antropomórfico.  Esse talvez seja o único Deus em que essa pessoa acredita. Não nos cabe torpedear a lenda e, com isso, desmoronar uma estrutura mística ainda que equivocada.  O que será dessa pessoa desencantada, caso lhe retiremos aquilo em que ela crê?  Ela será melhor depois da nossa revelação? No vazio da sua alma, na qual mergulhamos como tratores e pás carregadeiras, que coisa poderemos colocar para substituir sua antiga fé?  Nossa intervenção irá fazer dela uma criatura melhor ou pior? Se não tivermos nada para construir em cima das ruínas por nós mesmos provocadas por que provocar essa implosão?  Que contribuição teremos dado a esse pobre ser, se quem se tirou, em nome de uma Verdade duvidosa, o direito de crer a seu modo?

           A religião dos mais simples é tão verdadeira quanto a sua, que é mais complexa.  E a religião, seja ela qual for, será tanto mais verdadeira quanto mais ela contiver o tempero do coração.  Deixe, portanto, os simples seguirem suas crenças simples e siga você a sua crença mais complexa.  Ambos estarão sendo ouvidos pela mesma Realidade e ambos estarão trabalhando em seus respectivos andaimes para a construção do Grande Edifício da Verdade.

           Qual é, portanto, a única religião verdadeira, se há tantas?  A única religião verdadeira se chama AMOR e fora dele não há salvação.  Meditem bem sobre isto. Quando Cristo disse “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA”  ele, na verdade, estava dizendo “EU SOU O AMOR”, porque é o AMOR que plasma os caminhos, é o AMOR que nos traz a Verdade e por AMOR ganhamos esta e todas as vidas.

                                                                                            Sheik Al-Kaparra

domingo, 1 de abril de 2012

Flor de Lótus


A flor de lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus egípcio, lótus sagrado e lótus da índia, é uma planta da família das ninfeáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).

Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é frequentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas.
No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega à primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.
As Flores de Lótus simbolizam expansão e elevação espiritual. As raízes do lótus ficam na lama e o caule cresce e destaca-se da sujeira e a flor desabrocha acima da água, em busca da luz.
É considerada sagrada na Ásia por se voltar para o leste ao nascer e prestar honras ao nascer do sol. No Antigo Egito, tinha significado de “renascimento” por ser símbolo da morte e ressurreição de Osíris. Uma citação que diz “Transforma a ti mesmo num lótus e terás a promessa de ressurreição” está no Livro dos Mortos.
O significado de “criação e sol” se deve ao fato da flor submergir no rio durante a noite e emergir e florescer novamente durante o dia. A Flor de Lótus é uma importante figura no Hinduísmo e no Budismo.
No Hinduísmo, está relacionada à criação do universo devido ao fato de Brahma, criador do mundo, ter nascido de uma lótus.
No Budismo, representa um dos oito símbolos mais promissores do ensino budista. Vários budistas e monges, na meditação, imaginam flores de lótus surgindo embaixo dos seus pés enquanto andam. Desse jeito, estariam espalhando a compaixão e o amor de Buda. É associada ao Buda porque este está sentado sobre uma flor durante sua floração ou está com ela nas mãos. Um famoso mantra budista (“Om Mani Padme Hung”), que significa “Brilhante a joia no lótus”, representa a flor que se destaca formosa e bonita em um ambiente pouco propício. Em ambas as religiões, a Flor de Lótus representa o despertar espiritual da vida e da iluminação. Na Índia, é sinônimo de riqueza, fertilidade, pureza e conhecimento.
Já na China, simboliza divindade, perfeição e beleza.
Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.
Popularmente é símbolo de que a pessoa conseguiu superar dificuldades e seguiu com sua vida.
As diferentes cores da Flor de Lótus possuem significados distintos:
  • Lótus Branca: simboliza o estado de perfeição do espírito e da mente, total pureza e natureza perfeita.
  • Lótus Rosa: símbolo da pureza do coração e da natureza original. É a flor do amor, da compaixão, da paixão e de todas as qualidades ligadas ao coração. É o supremo dos lótus e está normalmente associada às divindades. É ligada ao Grande Buda.
Curiosidade: a flor é um enigma para a ciência, que ainda não conseguiu explicar como as flores do lótus são auto-limpantes e repelem micro-organismos e poeira.
A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Assim, cada passo do Boddhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua.

Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chakras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções.

O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo suas flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável joia (mani) na flor de lótus (padme). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana.

Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara.

A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.



A Lenda da Flor de Lótus

Certo dia, à margem de um tranquilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. - Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. - Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. - Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! Como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? - A ideia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o rneu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio - quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador - para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o "Dia da Paz".

Om Mani Padme Hung




A Doutrina da Floresta


A Doutrina da Floresta
Foi por meio de Antônio Costa que Irineu foi apresentado ao xamã peruano de nome Pisango, que realizava trabalhos com um chá de nome ayahuasca.
Não há muitos documentos que possam atestar a veracidade de muitos acontecimentos ligados a Raimundo Irineu Serra. Boa parte do conhecimento que se tem sobre a origem do Santo Daime e a vida de mestre Irineu foi passada por meio da tradição oral pelos mais antigos seguidores de sua doutrina. O relato que se segue abaixo é contado por muitos seguidores de Raimundo Irineu e também foi registrado no livro "Nosso Senhor Aparecido na Floresta", escrito pelo Daimista Lúcio Mortimer.
"Conta-se que quando foi convidado para tomar o chá, Irineu pensou:
Bom, eu vou tomar, se for coisa que me agrade, que me sirva, que dê nome ao homem, se for coisa de Deus, eu prometo levar para os meus amigos....

Participando da sessão, ao tomar a bebida, percebeu uma sensação diferente, um estremecimento interno, uma força estranha, e viu um enorme brilho no local.
Um dos participantes evocou o demônio para ganhar dinheiro, mas, ao invés de Irineu ver demônios, como afirmavam os caboclos, ele só viu a cruz cristã, de várias formas diferentes, uma cruz que percorreria o mundo inteiro. E percebeu que a bebida o conectava era com Deus.
Ao terminar a sessão, que contava com 12 pessoas, Dom Pisango exclamou:
'Só Raimundo Irineu entendeu esse trabalho e é quem tem a condição de levá-lo para frente. O resto vive iludido e só pensa em dinheiro.'
Ao amanhecer do dia, Antonio fala a Irineu sobre os componentes da bebida : um cipó e uma folha. No dia seguinte, quando Irineu trabalhava na extração do látex no seringal, viu os raios do Sol iluminando um grosso cipó, que sentiu ser o mesmo da bebida. E, perto de um igarapé onde costumava tomar água, viu um arbusto com frutinhas vermelhas, igual ao descrito por Antonio. Ao levá-los até sua casa, constatou tratarem-se mesmo das duas espécies vegetais mágicas: o cipó jagube e a folha chacrona.
Ao aprender o preparo, combinou com Antonio de, juntos, prepararem e tomarem a bebida. Porém, no dia marcado, Antonio não pode comparecer, e Irineu sozinho preparou três litros da bebida e a guardou para tomar junto com o amigo.
Combinaram numa Lua crescente, e ambos tomaram e sentiram a força da manifestação vegetal acompanhada de visões. Antonio contou a Irineu que, na sua visão, apareceu-lhe uma linda senhora, chamada Clara. Disse a Irineu que ela o protegia, desde a sua saída do Maranhão.
Após essa vivência, combinaram um novo encontro para a Lua cheia, no sábado seguinte. Nessa noite de Lua cheia, tomaram a bebida numa caneca grande. Irineu, após meia hora, sentiu náuseas e foi vomitar.
Aliviado, olhou para a Lua cheia e a viu aproximar-se dele, com todo o seu brilho resplandecente e prateado. Dentro da Lua, viu uma Senhora, de beleza incomparável, sentada num trono, que lhe disse :
'Você está escolhido para uma importante missão, mas para isso deverá alimentar-se por oito dias apenas de mandioca cozida, sem sal, abster-se de sexo e álcool, para que nos encontremos novamente.'
Após a dieta, ao tomar novamente a bebida, a visão da mulher apareceu-lhe novamente. Apresentou-se como a Rainha da Floresta, que Irineu compreendeu ser a própria Nossa Senhora da Conceição, a Padroeira da Doutrina Santo Daime, que lhe entregou o Império Juramidam (Jura = Deus e Midam = Filho). Foi assim que, em 1930, fundou a doutrina e tornou-se o Mestre Irineu."
O Sr. Luis Mendes, contemporâneo do Mestre Irineu, conta que, numa das aparições da Rainha da Floresta, ela disse que lhe ensinaria a preparar uma série de garrafadas, para vários tipos de doenças, e o Mestre lhe suplicou :
Mas, Minha Senhora ! Não dá para colocar os poderes de cura das ervas juntos nessa bebida ?
Por essa razão, seus seguidores acreditam que a bebida possa trazer todo tipo de curas espirituais e físicas àqueles que a ingerirem.
Alguns anos depois, Raimundo Irineu Serra foi para a cidade de Rio Branco, onde começou a trabalhar com um pequeno círculo de discípulos. A fama de curador do Mestre Irineu espalhou-se pela capital acreana, sendo procurado por pessoas das mais diversas condições sociais e culturais. Foi filiado ao Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, onde recebeu honrarias, bem como à Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis.
Por fim, Mestre Irineu instalou-se, definitivamente, com sua família e um grupo de seguidores, na localidade denominada Alto Santo, onde trabalhou até falecer, ou "fazer sua passagem", como costumam dizer seus seguidores, em 6 de julho de 1971.
Para os seguidores das diversas linhas do Santo Daime, Mestre Irineu prossegue realizando suas curas, pois deixou suas mensagens canalizadas através de um conjunto de hinos (hinário), os quais acredita-se que foram inspirados pela Rainha da Floresta e outros seres divinos. Essas músicas são consideradas "canções de poder", que resgatam e transmitem - com uma linguagem simples e poética cabocla - os ensinamentos bíblicos.

Raimundo Irineu Serra, (São Vicente Ferrer, 15 de dezembro de 18926 de julho de 1971), mais conhecido como Mestre Irineu, foi o fundador da doutrina religiosa do Santo Daime, que usa como sacramento a bebida chamada ayahuasca, batizada por ele de Daime, e associada a orações e cânticos (hinos) a diversas divindades. Caracteriza-se como um culto resultante da mistura das religiões e crenças dos três troncos étnicos formadores do povo e cultura brasileiros - indígenas, africanas e européias, mas onde predominam, no entanto, as deidades cristãs - o Deus Pai, Jesus Cristo e Nossa Senhora, e os adeptos da doutrina a consideram uma doutrina cristã.

Wikipédia

sexta-feira, 30 de março de 2012

As Cartas aos Senhores do Carma


As Cartas aos Senhores do Carma


Os Senhores do Carma se reúnem, quatro vezes por ano, 31 de março, 30 de junho, 30 de Setembro e 31 de Dezembro, para rever petições da humanidade não ascensa, e assegurar dispensações, baseadas em merecimento individual de cada um.

Esta é uma boa oportunidade para analisarmos nossa vida nos últimos três meses. É a hora certa de agradecermos aos objetivos conquistados e pedirmos aos Senhores do Carma, dispensações e orientação divina para a solução de problemas pessoais e planetários.

Você pode preparar um projeto de trabalho e colocá-lo para a apreciação dos Mestres.
Os Mestres sempre apóiam boas idéias que venham a melhorar a qualidade de vida da humanidade. Desde que seu projeto não interfira com o plano divino, você terá todo o apoio que precisa.

Se convencer os Senhores do Carma a apoiá-lo, todas as portas se abrirão e seu projeto se tornará realidade mais cedo do que espera.

Peça por abundância divina para sua família e amigos, proteção para os ensinamentos dos Mestres em suas escolas na Terra, libertação dos portadores da luz que os Mestres desejam trazer para os ensinamentos.

Esta carta deve de preferência ser escrita à mão. Lembre-se de assiná-la com seu nome completo e por extenso no final.

Estas petições devem ser queimadas em ritual de entrega nos dias 31 de março, 30 de junho, 31 de Setembro e 31 de Dezembro de cada ano, quando os Senhores do Carma se reúnem para analisar caso a caso juntamente com seu Santo Cristo Pessoal.


Como fazer o ritual de entrega da carta para os "Senhores do Carma"

RITUAL:

Em um papel de seda branco, escrever a lápis (o grafite é um poderoso condutor de energia) seu nome de solteiro (nome de batismo) e data de nascimento.

Depois escrever a frase: PELA PAZ E CURA UNIVERSAL.

Escrever seus pedidos pessoais ao conselho cármico, peça tudo o que deseja material ou não afinal, estamos aqui aprendendo a sermos felizes e, pedir àqueles que que realmente estão interessados em nos ajudar, não é feio e nem deve causar culpa ou constrangimentos. Dobrar o papel e fazer uma oração do seu coração ou (A Grande Invocação - oração máxima da Fraternidade Branca)

Queimar primeiro um papel em branco, o seu papel escrito e outro em branco no final.

O elemento fogo, é um elemento de manifestação e transmutação e, as Salamandras (elementais do fogo), é que vão levar as petições ao Conselho Cármico. Se várias pessoas participarem do ritual, queimar primeiro um papel em branco, depois todos os escritos e por último outro papel em branco. Faça a prece:



“A GRANDE INVOCAÇÃO”

Do ponto de Luz na mente de Deus,
que flua Luz à mente dos homens, e que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no coração de Deus
que flua amor ao coração dos homens, que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida,
que o propósito guie as pequenas vontades dos homens,
propósito que os mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos a raça dos homens que se realize
o plano de Amor e de Luz e feche a porta onde se encontra o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra
hoje e por toda a eternidade.
Amém.


Obs: Se as outras pessoas não quiserem participar do ritual mas quiserem entregar os seus pedidos, elas devem escrevê-los num papel de seda branco, como o seu (nome, data de nascimento e pedidos) e você queimará os papeis com os pedidos delas após o seu e antes do último papel que sempre deverá ser um papel em branco.

MODELO DE APELO AO CONSELHO CÁRMICO

Em nome da Presença Divina Eu Sou em nós, como Seres Crísticos atuantes no mundo da forma, apelamos aos Senhores do Carma por MISERICÓRDIA, TRANSMUTAÇÃO CÁRMICA, OPORTUNIDADE, VERDADE E LIBERDADE para todos os que evoluem na terra.

Apelamos em favor da expansão crescente da Luz Interna de cada coração humano, pela concretização da Vitória na Luz, pela realização da Vontade Divina em todas as vidas.

Apelamos por uma benção especial da Força e Poder da Luz, para que sejam desfeitos todo e qualquer planejamento contra o progresso e o bem-estar de todos os seres. Que essas circunstâncias nefastas, assim como os seus mentores, e servidores, sejam envolvidos pelo Fogo Cósmico que, instantaneamente, consome e dissolve tudo o que não provem de Deus, trazendo a Ordem Cósmica à toda vida.

Que assim seja!

quarta-feira, 28 de março de 2012

As novas energias da nova terra



AS NOVAS ENERGIAS DA NOVA TERRA

RELATÓRIO DO EQUINÓCIO

21 de Março de 2012

Por Célia Fenn


À medida que nos aproximamos do primeiro Equinócio de 2012, as energias no Planeta Terra estão se tornando mais ativas e intensas e um pouco instáveis. Muitas pessoas têm notado isto, especialmente como conseqüência de uma série de Explosões Solares que trouxeram nova informação e novos Códigos de Luz para a Evolução em nossos Campos do Corpo de Luz Pessoal e  Planetário. Mas, neste momento, há mais acontecendo do que simplesmente a atividade das Labaredas Solares. A Terra está se preparando para os alinhamentos e as passagens de 2012; estamos sendo levados “acima da velocidade”, de uma maneira muito literal.


Em primeiro lugar, a atividade das Explosões Solares trouxe os novos Códigos de Luz que começariam a ancorar na 8ª e 9ª Dimensões da Consciência e começariam a estruturação dos Conselhos dos Guardiões da Terra. Esta informação é recebida pela Glândula Pineal e então pela Glândula Pituitária no Corpo. Estas duas glândulas estão agora no modo “elevado”. Isto pode ser comparado a uma maior “transferência” ou “atualização” em um computador, onde as novas informações exigem uma extensa re-padronização e reinício. Nossas células estão recebendo novas instruções e nossas redes neurais estão recebendo novos padrões. Precisamos de algum “tempo ocioso” para reiniciarmos. Eu, pessoalmente, passei o final de semana na cama, apenas permitindo o processo. Os sintomas mais prováveis deste processo são: vertigens, pois a Pineal está ativada ao máximo, incapacidade de dormir, também devido à ativação da Pineal, e alterações de humor e de depressão, relacionados à pressão nas emoções e no sistema hormonal através da glândula pituitária.

Esta energia está sendo sentida por todos no Planeta de alguma forma, seja consciente ou não. E, como se não fosse o suficiente, há outro processo acontecendo agora. O Arcanjo Miguel nos informa que a Terra está elevando a sua “frequência de base” agora, o que significa que no nível holográfico, a taxa de frequência está aumentando e tudo está se acelerando. Isto é para facilitar a passagem da Terra através do Portal de 2012, no final do ano. Vocês podem imaginar isto como a Terra se alinhando para passar através do buraco de uma agulha; o objetivo tem que ser exato e a velocidade correta, para que todos nós possamos passar por isto.

O que isto significa no nível físico é que os chacras inferiores, o Básico, Sacro e do Plexo Solar, estão todos acelerando o seu giro. O que, por sua vez, significa que qualquer “coisa” velha que ainda esteja espreitando lá, está sendo desmembrada, para que não haja pressão sobre estes chacras. Isto, por sua vez, significa que vocês podem sentir dor e stress em seu corpo, enquanto o corpo se acostuma com a elevação da frequência. A boa parte disto,é claro, é que as frequências mais elevadas irão apoiar a manifestação da Nova Terra no Plano físico, ao mesmo tempo que o velho material está se desintegrando. Podemos esperar mais que o velho se desintegre e que o “novo” comece a se manifestar.

É apenas um período de mudança, de transição e de aceleração, como mudar a velocidade, enquanto se dirigem para a estrada aberta!

Eu também gostaria de dizer que são as nossas lindas crianças que estão nos ajudando nesta mudança... Há muitas Crianças das Estrelas Cristal maravilhosas que nasceram nos últimos dez anos e que estão “ligadas” a esta aceleração. De fato, elas estão conduzindo, e é por isto que tantas crianças estão tendo agora um momento difícil, fisicamente.

E outro ponto é que enquanto aceitamos esta aceleração e procuramos nos equilibrarmos interiormente, estamos auxiliando o planeta a não ter que experimentar um “desastre” para liberar esta energia. Lembram-se deste período no ano passado, com o Japão e o tsunami? Este ano, vamos esperar que possamos trabalhar para equilibrar esta energia juntos com os Elementais e os Dragões, de modo que a Terra possa permanecer em equilíbrio.

Assim, para todos que lêem isto, agüentem firmes nos próximos dias e permaneçam equilibrados. Descansem quando for preciso, cuidem do seu ser físico e saibam que isto passará em poucos dias! Este é o nosso privilégio: mantermos a energia como Guardiões da Terra e ajudarmos o nosso belo Planeta em sua Jornada da Ascensão.

© 2011 Celia Fenn e Starchild Global
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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br