Por favor, preencha a atmosfera com a vibração sublime dos Santos Nomes:
Hare Krsna Hare Krsna Krsna Krsna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare

domingo, 15 de junho de 2014

Bons pensamentos geram boas energias!



BONS PENSAMENTOS GERAM BOAS ENERGIAS!

A existência da aura ou do campo energético, que envolve o nosso corpo físico, é uma confirmação científica realizada através da bioeletrografia que ajuda a detectar o surgimento de enfermidades no organismo humano.

Há muitos anos, religiões e filosofias orientais, associadas ao surgimento do espiritismo no ocidente, orientam a prática da meditação e do pensamento elevado como forma de higienizar a mente e depurar o espírito.

Quando temos uma aura saudável, temos uma proteção natural que atrai energias afins com o nosso estado de ser diante do universo. Mas quando este campo energético sofre uma interferência desarmonizadora, que pode ser de origem emocional, psíquica ou espiritual, a aura fica exposta à ação de energias deletérias.

Por isso, somos o resultado daquilo que sintonizamos. E os nossos pensamentos e atos no cotidiano da vida são responsáveis por esta sintonia que pode ser de alta ou de baixa frequência vibratória.

Quando direcionamos o foco da vida para o bem, aos poucos, internalizamos um modelo comportamental fundamentado na prática do amor. O exercício sistemático e desinteressado desta filosofia de vida, depura a nossa aura e elimina energias negativas que trazemos do passado.

O campo áurico é a nossa verdadeira identidade universal. É a forma como os desencarnados e alguns encarnados portadores de percepção suprasensorial nos vêem, sem os disfarces que encobrem a verdade de cada um.

Uma mente contaminada por pensamentos e atos negativos cometidos contra o outrem, reflete um psiquismo enfermo e uma aura desarmonizada pela relação com energias afins. É do pacificador Mahatma Gandhi a célere mensagem: "Comece por você mesmo a transformação que deseja ao mundo". Ou a frase do escritor Aldous Huxley ao registrar a importância do amor nas relações interpessoais: "Convenientemente aplicado a qualquer situação, o amor vence sempre. É um fato que se verifica empiricamente. O amor é a melhor política. A melhor não só para os que são amados, mas também para quem ama, pois o amor é um potencial de energia". Mensagens e gestos que parecem isolados e irracionais, mas quando associados a milhares de mensagens do gênero espalhadas pelo planeta, ganham força à medida que o homem se conscientiza com as mudanças previstas para o terceiro milênio, a Era da Sensibilidade.

A fórmula para a mudança interior refletida na aura, é simples, objetiva e natural: "bons pensamentos geram boas energias..." E o instrumento de uso desta reforma é o livre-arbítrio, condição inerente aos seres dotados de inteligência e capacidade de discernimento.

O egocentrismo, o pessimismo e a agressividade, são polos geradores de energias negativas que interferem no campo áurico do indivíduo adulto. Desprotegida, a aura fica suscetível à invasão de energias deletérias que representam a origem de muitas doenças nas esferas psíquica e física do ser humano.

Neste sentido, a Psicoterapia Interdimensional tem atendido muitos casos em que a energia do passado continua atuando no presente, envolvendo o indivíduo em verdadeiras "síndromes" de culpa ou de vitimização, dissimuladas em crises depressivas, fóbicas ou de pânico.

O desprendimento de energias negativas do pretérito, ocorre quando o indivíduo, a partir da clareza de suas origens, processa, conscientemente, a mudança comportamental em relação ao seus efeitos, traduzidos como dor ou sofrimento psíquico.

Embora, processados ou emitidos num nível inconsciente ou semiconsciente, os pensamentos negativos variam de intensidade ou intencionalidade. Porém, são todos de característica autodestrutiva, ou seja, prejudicam somente o agente emissor da energia. Nesta direção, a maledicência, observada em suas diversas formas e praticada sistematicamente, reflete um vício comportamental -e de caráter- que compromete a saúde do indivíduo no seu sentido mais amplo: o da transcendência do espírito.

Contudo, independentemente do grau de intensidade ou intencionalidade, a energia negativa pode ser substituída por energias restauradoras da saúde humana. Se você tiver dúvidas sobre esta afirmação, faça um teste de autocontrole que consiste em praticar durante sete dias seguidos, pensamentos elevados no bem e direcionados a si próprio, ao outrem e ao planeta Terra. Finalizado o teste, faça uma avaliação e verifique o saldo da experiência em si mesmo.


Flávio Bastos
 
 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Trishula e Siva Pashupati





Trishula

Trishula em sânscrito ou tridente em Portugûes é a arma utilizada por Shi Shiva para destruir a ignorância dos seres humanos. Assim ele é retratado como Shi Shiva Pashupati, o Senhor de todas as criaturas, "Senhor dos Animais". Na trimurti hindu, Shi Brahma é o que cria, Shi Vishnu o que preserva e Shi Shiva o que destrói. Destrói para renovar, destrói para construir algo novo e usa a trishula para destruir a ignorância dos homens.

Esta arma possui uma simbologia, com relação ao número de pontas que possui. Por ser um tridente, cada ponta de sua lança tem seu significado, sendo diretamente relacionadas com as três qualidades da matéria: tamas (a inércia ou a existência), rajas (o movimento ou firmamento) e sattva (o equilíbrio ou trevas). Ainda pode ser representado como o passado, presente e o futuro, visto que Shiva domina a naja, serpente mais mortifera de todas, dando assim, potencial de imortalidade.



Pashupati


Pashupati ("senhor dos animais", de pashu, "animais", "feras", "bestas", e pati, "senhor", "mestre") é uma das primeiras representações de Shiva e surgiu no neolítico, por volta de 4.000 a.C.. É representado com três faces, olhando o passar do tempo (passado-presente-futuro). A coroa em forma de cornos de búfalo evidencia a proximidade de Shiva com esse animal que representa as forças da terra e da virilidade. Pashupati está sentado em posição de meditação, o que nos faz pensar que as técnicas meditativas já existiam naquele período. Os quatro animais ao seu redor são o tigre, o elefante, o rinoceronte e o búfalo. Por ser o Senhor das Feras, Pashupati podia meditar entre elas sem ser atacado. Mas, há um outro simbolismo. Esses animais podem representar nossas emoções e instintos mais básicos como o orgulho, a força bruta, o ódio e a sexualidade desenfreada. Pahupati, então, é também aquele que domou suas feras interiores, suas emoções e convive sabiamente com elas. O Shiva Purana, conta que os deuses estavam em luta com os demônios e, como não estavam conseguindo vencê-los, foram pedir auxílio a Shiva. Shiva lhes disse: "Eu sou o Senhor dos Animais (Pashupati). Os corajosos titãs só poderão ser vencidos se todos os deuses e outros seres assumirem sua natureza de animal." Os deuses hesitaram pois achavam que isso seria uma humilhação. E Shiva falou novamente: "Não é uma perda reconhecer seu animal ( a espécie que corresponde no mundo animal ao princípio que cada deus encarna no plano universal). Apenas aqueles que praticam os ritos dos irmãos dos animais (Pashupatas) podem ultrapassar sua animalidade." Assim, todos os deuses e titãs reconheceram que eram o rebanho do Senhor e que ele é conhecido pelo nome de Pashupati, O Senhor dos animais. Esse textos nos mostra a ligação do Yoga primitivo com o Xamanismo. 



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Swastika por Helena P. Blavatsky





Swastika por Helena P. Blavatsky
 

Este símbolo é comentado amplamente em “A Doutrina Secreta” de Helena P. Blavatsky, sendo classificado como antiquíssimo e profundamente místico. Foi usado na antiguidade por todos os povos do mundo. É um dos símbolos mais sagrados na Índia, fazendo parte das milenares tradições hinduísta e budista.

Diz Blavatsky:

“Poucos símbolos no mundo estão tão impregnados de verdadeiro significado oculto quanto a Suástica. É representada pelo algarismo 6; visto que, como essa cifra, aponta, na sua representação concreta - como acontece com o ideograma desse número - para o Zênite e o Nadir, o Norte, Sul, Oeste e Este; em toda parte encontramos a unidade, e esta unidade refletida em todas as unidades. É o emblema da atividade de Fohat, da contínua revolução das ‘rodas’, e dos Quatro Elementos, o “Quatro Sagrado”, no seu sentido místico, e não apenas no sentido cósmico; por outro lado, os seus quatro braços, dobrados em ângulos retos, guardam íntima relação, como já demonstramos, com as escolas Pitagórica e Hermética. Aquele que está iniciado nos mistérios do significado da Suástica, dizem os Comentários, ‘pode perceber através dela, com precisão matemática, a evolução do Cosmos e todo o período de Sandhya’.”
 
 

 

A suástica é, por excelência, o símbolo da evolução Cósmica.

É uma imagem representada em muitos templos da Índia, do Tibete, da China e demais países com influência hindu e budista (sendo aliás o símbolo do próprio budismo esotérico). Além disso, está presente nas tradições dos povos nórdicos e das Américas.

São muito conhecidas as representações de Buddha com a cruz Suástica no peito, sendo denominada de “Selo do Coração”. A suástica está presente também em várias relíquias cristãs antigas. Sobre a sua universalidade, HPB esclarece:

“[A] cruz ansata egípcia ou Tau, a cruz Jaina ou Suástica, e a Cruz Cristã, têm todas o mesmo significado”.

 
 
 

 

http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=946

Swastika





Swastika

O símbolo Hindu, sagrado do Swastika, vem sendo usado desde tempos imemoriais. A palavra “swastika” é de origem sânscrita, sendo composta de “su= bom; agradável” e “vasa ou vasu= habitação, moradia”. Por conseguinte, a palavra “swastika” é uma junção dos termos, tendo o significado de “boa habitação”. Contudo, o termo “swasti” significa “pacífico”, “calmo”, “reverências”, “respeitos”. Também “asti” é o verbo ser, podendo significa “ser bom”. Era costume do exército indiano do passado utilizar-se da forma da cruz swastika movendo-se no sentido horário, mantendo o centro de concentração para defesa.

A forma da cruz Swastica era empregada na construção de fortes de defesa, tendo, portanto, um sentido de proteção e defesa. A sua relação com o semideus do Sol, Suryadeva, fez-se de modo direto, uma vez que o sol é sinal de boa fortuna, saúde, sorte, felicidade, bem como proteção contra a escuridão, que no Hinduismo tem o sentido duplo de falta de luz e de conhecimento. O símbolo do Swastika ocupa o segundo lugar em utilização por entre os Hindus. Em todos os lugares podemos encontrá-lo, como marca de proteção. Se aconselha que em todas as janelas tenha um Swastika, para a proteção do lar. Junto com a deusa da fortuna, Lakshmi (com as marcas das Suas solas dos pés), constitui um poderoso símbolo de fé por entre os Hindus.
 
 
O swastika é um ideograma milenar. Provavelmente ele foi preservado até nós através dos povos do vale dos rios Tigre e Eufrates, bem como do vale Indu. Com certeza, este símbolo possui muito mais de 5.000 anos de existência. Ele tornou-se um símbolo comum entre os gregos, principalmente em Tróia, bem como no que hoje é a Turquia, tendo sido trazido pelos Hititas. Este sinal se encontra livremente usado em potes, vasos, cerâmicas, moedas, bem como em construções na antiguidade. Na Europa, há o conhecimento da Swastika ter sido utilizada pelos Celtas. Este símbolo aparece em escritas em pedras rúnicas, cerca de 1.000 a.n.e, e também combinado com outros sinais de cruz.

É fato comprovado que o swastika foi usado muitos milênios antes de ter sido apropriado pelos nazistas. Este símbolo representa boa sorte e prosperidade para os Hindus. Contudo, em cada povo que existiu na antiguidade, ele foi usado como símbolo de auspiciosidade, sendo, bem por isso, um símbolo universal, sendo usado pelos índios americanos, Hindus, Budistas, Vikings, Gregos, Romanos, Celtas, Aglo-saxônicos, Maias, Aztecas, Persas, Cristãos, bem como por tribos neolíticas. Há até mesmo menção de ter sido encontrado, lado a lado com a estrela de David, dentro de sinagogas no passado, antes do seu uso com conotação negativa.

 


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Saber, Ousar, Querer, Calar.

Saber, Ousar, Querer, Calar

Ensinamentos esotéricos recolhidos para servirem tanto para iniciados como para não iniciados.


Para ousar é preciso saber, pois aquele que ousa sem saber o que faz, ou o que quer, ou ainda o que pode, acabará sendo vítima de um grande equívoco produzido pelas forças cujo alcance ignora. Isto em outras palavras significa que dar-se-á mal. A fé cega é a subjugadora dos supersticiosos. O ser humano inteligente, deve sim — ousar, até onde chegam os seus conhecimentos.

Para querer é preciso ousar. Todavia, a vontade daquele que quer, deve ser confirmada pela ação ou atos. Há que haver uma ação constante de vontade, movida por um desejo firme, mas sem atropelos. Os frutos a serem colhidos daquilo que se quer, pode ser o resultado de uma vida inteira de dedicação na busca de um objetivo.

É preciso querer para conseguir o domínio; no entanto, para querer é preciso saber querer. A vontade não deve ser precipitada, mas sim calma e tranquila. O desejo ardente poderá também ser uma força para a criação ou para a obtenção algo qualquer, mas só a vontade que é diferente do desejo impulsivo ou passageiro, pode determinar a permanente qualidade do que se quis.

E para dominar é preciso calar. A lei do silêncio sobre tudo o que pretendemos realizar, é uma das condições fundamentais para dominar a persecução dos nossos objetivos. Portanto, não devemos falar sobre os nossos projetos mais íntimos, para que não despertemos o escarnecimento ou a inveja. Muitas ideias e projetos embrionários, quando revelados a aproveitadores, não chegam a nascer ou então são explorados antes de quem os concebeu.

Estes aconselhamentos servem tanto para a nossa vida diária, como para as nossas experiências no campo espiritual, e nesta última hipótese — não devem ser propaladas, para evitar quase sempre interpretações indesejáveis, calcadas em fundamentalismos.

 
Luiz Carlos Nogueira
 
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Gênios

Gênios


Um gênio (do latim genìus) é uma espécie de espírito que rege o destino de alguém ou de um lugar. O termo em grego para o mesmo conceito é daimon e pode ser empregado como um equivalente em português ao árabe "jinn | جن", uma vez que na mitologia árabe pré-islâmica e no Islã, um jinn (também "djinn", "djin" ou "djim") é um membro dos jinni (or "djinni"), uma raça de criaturas sobrenaturais.

O termo gênio também é usado para uma pessoa com grande capacidade mental. Ela pode se manifestar por um intelecto de primeira grandeza, ou um talento criativo fora do comum. Segundo a teoria de Lewis Madison Terman, o nível de QI pelo qual alguém pode ser chamado de gênio é geralmente definido como 140 ou superior no desvio padrão 15. O termo também se aplica a alguém que é um polímata ou alguém habilidoso em muitas áreas mentais. O termo se aplica com precisão a habilidades mentais, mais que físicas, embora seja também usado coloquialmente para indicar a posse de um talento superior em qualquer campo.


Na Roma antiga, o gênio era o espírito guia ou "tutelar" de uma pessoa, ou mesmo de uma gens inteira. Um termo relacionado é genius loci, o espírito de um local específico. Por contraste a força interior que move todas as criaturas viventes é o animus. Um espírito específico ou daimon, pode habitar uma imagem ou ícone, dando-lhe poderes sobrenaturais.

A crença nos Djinn era corrente na antiga Arábia, onde se dizia que inspiravam poetas e adivinhos. O próprio Profeta Muhammad temeu a princípio que as revelações divinas que lhe foram feitas pudessem ser obra dos Djinn. O fato de que posteriormente tenham sido reconhecidos oficialmente pelo Islamismo implica que eles, como os seres humanos, serão eventualmente obrigados a encarar a salvação ou a danação perpétua.

Segundo Mohammad cada enviado de Deus legaliza ou ab-roga crenças antigas analisando quais partes delas são verdadeiras ou não. No caso Mohammad canonizou a existência dos "gênios" Djinn, porém fez grandes modificações de como ela era anteriormente creditada. Segundo Mohammad que trazia mensagens de Deus, os Djinn nada mais são do que se chama no Brasil de "espirito desencarnado", porém eles mesmos não são desencarndados porque nunca encarnaram.

A palavra Djinn (Gênio) como ficou conhecida no ocidente vem justamente do arabe Djinn, em arabe porém quer dizer "aqueles que não se pode ver", uma referência clara ao que se chama de "espiritos desencarnados" em crenças modernas. Quando então se vai a um centro a pessoa recebe na verdade segundo Mohammad, um Djinn e o Djinn recebe a pessoa, porém tais comunicações foram vetadas por Mohammad.

Como tem livre arbitrio os Djinn são iguais a nós: serão julgados por seus atos.

Segundo Deus revelou no Alcorão o homem e todos os animais surgiram da água e o homem também de um sanguessuga (algo que se agarra) na barriga da mãe (o feto parece um sanguessuga), mas a pele do homem é de argila (barro maleável), os Djinn tem sua "pele" de fogo sem fumaça.

No Alcorão Deus informa que o próprio Alcorão é revelado para humanos e Djinn e pede que os Djinn sigam o Islam para poderem também se salvar.

Deus informa no Alcorão que alguns Djinn são bons outros são maus, igualmente os homens (alguns são bons e outros são maus), porque ambos tem livre arbítrio, esta é a explicação do Islam para por exemplo ir num centro e o "espirito desencarnado" pedir para fazer um prato de farofa com frango e vinho, isto é uma "ironia" do Djinn com a pessoa que esta em comunicação com ele achando ser uma pessoa que morreu, eles fazem tais fatos porque tem livre arbítrio.

Deus também informa no alcorão que satanás é um Djinn e não um anjo como se pensou anteriormente, esta crença do diabo que era anjo nasceu com o profeta persa Zoroastro criador do dualismo no mundo e foi acoplada por judeus na babilonia quando foram libertados pelo rei persa Ciro "o grande" que derrotou a babilonia, os judeus nesta época carregaram muitas crenças persas. Segundo Deus no Alcorão Satanás uma vez esteve com os anjos no céu porque era crente, igualmente a alma de qualquer Djinn ou humano também pode estar no céu por acreditar.

Hare Krsna 
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Wikipédia

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Eclipse Solar


CINCO PASSOS PARA SE PREPARAR PARA O PORTAL DE ENERGIA DO ECLIPSE
Uma mensagem de Selácia
24 de Outubro de 2013.
 
O Eclipse de 3 de Novembro, da lua nova, pode ser um dos portais de energia mais transformadores neste ano – para você e para toda a humanidade.
 
Os potenciais para grandes transtornos estão lado a lado com possibilidades de oportunidades significativas. Temos eclipses a cada ano, é claro, mas os Eclipses Solares em Escorpião, como o de 3 de Novembro não vêm todos os anos. O último assim foi em Novembro de 1994, há quase duas décadas, durante as fases anteriores do despertar espiritual global.
 
Com o processo acelerado do despertar em pleno andamento, este eclipse de Novembro promete ser um intenso catalisador para a mudança transformadora, em uma grande escala. Provavelmente, você sentiu pelo menos alguns impactos do eclipse lunar de 18 de Outubro. Em algum nível, provavelmente você está ainda processando estas energias caóticas – fazendo atualizações em sua vida pessoal e uma auto-reflexão do que precisa mudar.
 
Entre os eclipses, também, você está em um processo de adaptação a uma onda de novas energias que se revelam em todo o planeta, enquanto a humanidade se torna mais consciente dos impasses globais. Problemas e conflitos estão cada vez mais transparentes e urgentes. Esta tendência irá continuar, trazendo luz ao que não está funcionando e expondo problemas agora muito grandes.
 
Nos próximos dias que antecedem o próximo eclipse, queira prestar atenção às mudanças energéticas e as suas próprias respostas à causalidade. Na verdade, as coisas se intensificam em seu mundo externo, seus próprios desequilíbrios e negócios inacabados virão a sua atenção. Observar estas coisas agora – e trabalhar com elas antes do nosso evento do portal de energia de 3 de Novembro com o Conselho dos 12 – irá ajudá-los a maximizar as oportunidades significativas do eclipse de 3 de Novembro.
 
CINCO PASSOS PARA SE PREPARAR PARA O PORTAL DE ENERGIA DO ECLIPSE
 
Primeiro, pense no que está acontecendo em sua vida, desde a última vez que tivemos um Eclipse Solar em Escorpião, em Novembro de 1994. Que evento ou término significativo ocorreu e que nova fase começou?
 
Em segundo lugar, desde que o próximo portal deve ser focado em inícios e términos significativos, considere o que precisa começar ou terminar em sua vida. Medite em temas que envolvam coisas físicas, conceitos mentais, situações de trabalho e relacionamentos. Convide a sua sabedoria superior para começar a revelar os detalhes do que você precisa liberar ou renovar, a fim de abrir caminho para um novo começo.
 
Em terceiro lugar, use insights recebidos do processo acima, faça uma lista do que precisa deixar para trás, ou talvez, refazer inteiramente em outra coisa. Por enquanto, não fique preocupado com a ordem de sua lista ou como você realizará o desapego. O importante é que escreva estas coisas no papel para ancorá-las em sua consciência.
 
Em quarto lugar, convide o seu espírito para lhe trazer esclarecimentos em relação a estas coisas, entre agora e o portal do eclipse. Este esclarecimento pode vir através de sonhos, de acasos da vida, ou durante momentos em que você reflete em sua lista sobre o que precisa liberar.
 
Em quinto lugar, em uma base diária, antes do portal do eclipse, considere o término dos seus temas principais – concentrando-se em alguns dos passos apropriados que você precisará dar. Lembre-se de que a fim de entrar em sua nova vida, você não pode trazer com você coisas ou situações que são impraticáveis – coisas que o impedem de ser tudo o que você pode ser. Não permita que esta velha bagagem o oprima. Apenas preste atenção ao que você descobre e comece o seu processo preliminar de deixar ir agora, antes do portal.
 
Quando você faz este processo adiantado e começa a mudar as coisas em sua vida, você abre a porta para entrar em um ciclo novo e mais expansivo. Lembre-se de que você merece isto. Saiba que o seu eu capacitado e agente de mudanças divino, está preparado para entrar nos novos inícios desta próxima fase. Confie nisto.
 
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br