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quinta-feira, 7 de julho de 2011

SAINDO DA ILUSÃO 22** (2a. Parte) - ARCANJO ANAEL - AutresDimensions

SAINDO DA ILUSÃO 22** (2a. Parte) - ARCANJO ANAEL - AutresDimensions


Questão: quem decide esse plano de vida?

Várias circunstâncias são possíveis.
As almas qualificadas de jovens nos mundos da encarnação (jovens não querendo dizer inexperientes quanto à origem e ao nível dimensional da própria alma, mas jovens na experiência da encarnação), nesse caso, conselhos de ‘diferentes Ordens’ podem ajudar a selecionar um plano.

A palavra é, antes, ‘adaptar’ um plano de vida, para as almas antigas na encarnação (que podem vir, aliás, de dimensões muito baixas, mas que são antigas nos mundos da encarnação).

A liberdade é maior no que concerne ao que eu chamaria, sem poder lhes definir de maneira mais importante agora, as ‘almas guias’.
As almas guias são enquadradas porque seu caminho na encarnação não é ligado a uma antiguidade importante, mas unicamente ligado a uma função específica.
Como guias poder-se-iam chamar os ‘Anjos Guardiões encarnados’.

Essas almas não são mais evoluídas ou menos evoluídas, mais antigas ou menos antiga, mas elas vêm simplesmente no objetivo de ‘guiar outras almas’, que isso se faça de modo anônimo e silencioso, como é, aliás, o caso o mais frequente.

São almas das quais vocês não ouvirão jamais falar, que trabalham no silêncio absoluto, a fim de não serem conhecidas e de não serem reconhecidas.
Elas são realmente Anjos Guardiões encarnados, cuja missão é estabilizar esse plano dimensional.

Geralmente esses seres estão conscientes desta dimensão, mas, o mais frequente, eles lhes são apresentados como seres tendo capacidades alteradas, ou ao nível físico, ou ao nível psicológico.
Estes são os guias que trabalham, por sua presença, mesmo silenciosa, e por seu impulso e o contato que eles têm desde seu nascimento até sua morte, como ‘ponte de Luz’ e não mais canal, mas ponte de Luz entre os mundos multidimensionais e sua realidade.

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Questão: todas as crianças deficientes são guias?

Isso concerne a certo tipo de anomalia específica chamada, em seus mundos encarnados, de ‘doenças genéticas raras’, cuja mais conhecida é denominada trissomia 21 [síndrome de Down].

Essas crianças são as Luzes desse mundo e os guias desse mundo, assim como há mamíferos vindos de dimensões amplamente superiores, mesmo à sua própria Fonte, e que são as garantias da coesão desse mundo que, sem a presença deles, teria desaparecido desde muito tempo.
Eles são as recordações à ‘ordem da Luz’.

Muito numerosas doenças que se manifestam desde o nascimento (neurológicas, motores-cerebrais) são afiliadas a encarnações de 'almas guias'.

Isso necessita um alto poder de Luz e um alto poder de sacrifício.

Essa é a condição sine qua non para que as estruturas habituais do ser humano (emocionais e mentais) não possam ser desenvolvidas para ocultar a Luz.

Assim, a deficiência ao nível do corpo, acoplada a uma deficiência do que vocês chamam de mental ou emoções, sob forma hereditária, permite a esta alma privilegiada ser uma ‘alma guia’ que permite, geralmente, estabilizar a Luz em seu ambiente próximo, mas de maneira muito mais global, no conjunto de seu planeta.

A quase totalidade das crianças que nascem, ou adquirem esse déficit neurológico, motor, físico, mental, entra nesse caso.
Elas são os guias e os guardiões da Luz, mas vocês não podem ver, exceto, por vezes, para as almas sensíveis que captariam a irradiação delas.

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Questão: essas almas guias estão conscientes de que são almas guias?

Sim, mas elas não podem exprimi-lo, elas podem apenas estar na transparência com relação ao déficit delas, tal como vocês o nomeiam.

Elas têm consciência até certo ponto.
Algumas dessas 'almas guias' escolhem o esquecimento, a fim de assegurar sua missão com o máximo de transparência.
Outras, entretanto, conservam nelas a memória do que elas são, mas, nesse caso, não terão as palavras para exprimi-lo.

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Questão: o que é da utilização do pêndulo?

O pêndulo é o prolongamento de seu braço.
Se seu braço treme, o pêndulo tremerá.

O pêndulo pode dar resposta apenas através de radiações e de vibrações.
Em caso algum o pêndulo poderá lhes responder, de maneira exata 100%, como vocês dizem, mas ele será exato, necessariamente, em cinquenta por cento, se vocês lhe propõe responder com relação a escolhas ligadas ao seu destino, ligadas ao seu caminho.

O pêndulo pode apenas responder numa medida de radiação de vibração de algo que é concreto.

Se você utiliza o pêndulo com relação a uma escolha engajando seu caminho, engajando decisões, o pêndulo enganar-se-á sistematicamente uma vez em duas, porque, naquele caso, o movimento é apenas de seu braço e, portanto, em relação com seu próprio inconsciente, colorido por seu consciente e sua experiência.

Ele poderá dizer a verdade apenas uma vez em duas e, isso, de maneira sistemática.

O pêndulo pode medir, em seu espaço, apenas uma vibração ou uma radiação existente e não uma vibração ou uma radiação ligada a uma situação não existente.
Na ocorrência, o pêndulo não pode ser chamado uma ferramenta de adivinhação nem uma ferramenta de escolha, é uma ferramenta que eu chamaria, em seus termos, de diagnóstica do existente, mas, em caso algum, deve-se utilizar esta ferramenta com relação a escolhas, porque vocês se enganarão sistematicamente uma vez em duas.
Não pode ser diferentemente.

Se você sente uma dificuldade para utilizar esse instrumento, convém compreender que ele não pode ser um instrumento para você porque, nesse caso, para algumas pessoas cujo inconsciente é excessivamente construído, excessivamente forte, pode mesmo ir até zero por cento de bom resultado.
Eu diria mesmo que é uma constante, nesse caso.

Há várias ferramentas visuais que são mais capazes de lhes dar respostas coerentes e, sobretudo, exatas, porque elas vão falar pelo aspecto visual e não mais no aspecto vibratório.
O aspecto ‘visual’ refere-se a zonas precisas de seu cérebro nas quais o inconsciente não tem qualquer tomada e, portanto, será exato em cem por cento.

Somente a interpretação pode, em alguns casos, dar voltas e enganá-los.
Mas, geralmente, o que é baseado na visão da forma, de uma cor, necessariamente os remeterá a zonas de seu cérebro independentes de seu inconsciente e de seu mental, de onde o papel e a utilidade de alguns instrumentos criados pelos homens, e em todos os tempos, a fim de terem respostas com relação a escolhas e decisões, o que não pode em caso algum ser realizado com um pêndulo.

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Questão: quais são esses apoios visuais de que fala?

O apoio visual pode tanto ser criado por você mesmo, por exemplo, imaginando cartas coloridas com uma forma redonda ou uma forma quadrada.
Eu tomo um exemplo: o redondo significa o sim, o quadrado significaria o não ou o obstáculo.

A coloração desse ‘quadrado’ ou desse ‘redondo’ orientaria a resposta num dos domínios da vida.

Vocês podem, assim, colocar todas as questões do mundo e terão, sistematicamente, as respostas.

Desta observação simples, nasceram as formas específicas que foram perfeitamente elaboradas, em certa época da história desta humanidade, ligadas ao que vocês chamaram de tarô.

Lembrem-se do que eu lhes disse há alguns instantes sobre meu papel ao nível desta humanidade, sobre as formas e a Luz.
Isso é extremamente importante a compreender.

Vocês não podem obter resposta quanto a escolhas e decisões por um instrumento pendular.
Isso pode ser realizado apenas em um nível inconsciente que não é seu subconsciente, mas em um nível que está ligado aos mundos da Luz, que são representados pela forma e pela cor.

O mais simples é fabricar você mesmo um jogo de cartas associando redondo e quadrado.
Depois, você poderá tornar complexo, de algum modo, ou chegar a uma acuidade muito mais importante.

Eu tomo um exemplo muito simples: baseando-se unicamente nas sete cores do arco-íris que vocês conhecem, o vermelho referir-se-á à matéria, o laranja à energia, etc., até a espiritualidade do violeta e vocês colocam uma questão.

Há, portanto, sete vezes dois, catorze cartas, simplesmente com o quadrado ou o redondo e uma das sete cores do arco-íris.

Você coloca uma questão e o simples fato de tirar uma carta, uma única, lhe dará a resposta.

Depois, você pode complicar e dizer «o que está a favor», «o que está contra», para minha questão.
«O que vem do Céu», «o que vem da Terra», «qual ajuda eu posso obter ao nível espiritual».

Outros níveis de complexidade aparecem em seguida que, justamente, estão na origem do que eu chamei, do que vocês chamaram, é claro, de tarô, que é associar cores no fundo.

Essas cores podem ser ligeiramente idênticas, complementares, opostas ou diferentes, simplesmente.

O grau de complexidade vai, desta vez, induzir, ao nível de seu próprio inconsciente ligado ao espiritual e à Luz, às respostas.

Estas respostas podendo se dar segundo múltiplos caminhos, evidentemente, mas, geralmente, essas respostas referir-se-ão a um fenômeno de ‘visão’ no sentido o mais nobre, o que não pode ser, obviamente, realizado por um movimento pendular.

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Questão: hoje o tarô dito de Marselha é uma ferramenta perfeitamente adaptada?

É a ferramenta, atualmente, a mais adaptada ao funcionamento atual de seu cérebro e, isso, desde a criação desse ciclo de humanidade.

O funcionamento, ao nível 5D, resume-se ao ‘quadrado’ e ao ‘redondo’.
Em outras dimensões, bem além, as formas pensadas se organizam em formas e em cores.
A forma e a cor bastam para traduzir, para além de sua linguagem que nós não conhecemos, uma multidão de informações muito mais ricas do que suas palavras.
A forma e a cor são os fundamentos dos universos, com os números.

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Questão: a cor escura deve ser considerada uma cor ou como neutra?

A cor escura é uma cor completa.
Por que o escuro é a ausência de cor, mas também a ausência de Luz?
É nesse nível que se situa o grande mistério.

O negro está ligado a um Sephirot, na tradição Cabalística, extremamente preciso.

Esse negro está ligado a Binah, que é a inteligência criadora ou, se preferem, o coração e o pensamento do Pai.

Portanto, o negro tem tanto valor como uma das sete cores do arco-íris.

Entretanto, no que concerne à resposta, se esta deve chegar sob forma de vibração, mas também de visão (no sentido o mais nobre, tal como eu o defini), o negro tem apenas pouca razão de ser, mas, entretanto, ele deve ser considerado como um elemento e uma disposição específica da própria Luz que é a ausência da Luz e que, no entanto, não é a obscuridade, no sentido em que vocês entendem nesta dimensão.

A Luz é onipresente, mas ela vem, efetivamente, de algum lugar.
A Fonte da Luz pode ser apenas a Luz.
A fonte da Luz impulsiona a Luz.
Ela não pode se conceber, assim como qualquer forma de vida, nas profundezas e na escuridão.

A escuridão espiritual não é a obscuridade, obviamente, tal como vocês a vivem em seu mundo específico.

A Luz está por toda parte nos mundos manifestados (quaisquer que sejam as dimensões manifestadas), mas existem, paralelamente a esses mundos dimensionais manifestados, mundos não multidimensionais e não manifestados.

É o que a tradição Cabalística chama de Ain Soph Aor, o que está para além da Luz, e bem além da primeira Sephirot denominada Kether.
Bem além da Luz é um ‘ponto de consciência’ que corresponde ao pensamento e ao coração do Pai ou da Fonte, se preferem.

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Questão: quando se fala de Luz é simplesmente uma vibração?

A Luz é uma vibração.
Vocês percebem, na encarnação, certa gama de vibrações.

A vibração que vocês percebem, tanto pela visão exterior como pela visão interior, é extremamente limitada devido à totalidade da Luz e à difração da Luz, uma vez que o número de cores primárias, o número de cores secundárias, é extremamente limitado.

Existem, para além do que vocês chamam de ‘faixa do visível’, frequências que são conhecidas, mas que não se manifestam para vocês pelas Luzes e que, no entanto, são Luzes.

O exemplo o mais importante que vocês vivem desde o início deste ano, e, sobretudo desde algumas semanas, é a Luz ultravioleta, ela mesma portadora de vibrações específicas, mas de cor específica que vocês não podem definir.

A cor assimilável ao ultravioleta não é o violeta, mas seria o ‘violeta transparente’: uma Luz iluminando-se dela mesma pela transparência.

Entretanto, é-lhes difícil, na encarnação, aceitar ou compreender que o ultravioleta seja uma cor e, entretanto, ela é uma.

Toda vibração é cor, toda cor é vibração, toda forma é vibração, toda vibração é forma.
Isso, misturado ao número, dá a tonalidade da manifestação dos mundos e mundos manifestados.

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Não temos mais pergunta. Agradecemos.

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Obrigado.