Por favor, preencha a atmosfera com a vibração sublime dos Santos Nomes:
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte II



Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte II


Portais e aberturas

Temos, então, que os verdadeiros portais ou aberturas que podem vir a nos interessar são aqueles que nos permitem romper os véus da terceira dimensão, num primeiro momento. Os buracos de minhoca ou os buracos negros não fazem isto, porque nos remetem a uma retroalimentação deste mesmo espaço-tempo que estamos vivendo. E cada vez que se tenta sair dele por meio destes mecanismos, voltamos à “prisão” pensando que ganhamos outra “visão”. Porque, ainda que seja paralela, uma visão de quarta dimensão não nos ajuda em nada a romper os véus desta malha de ilusão.

A única saída, neste universo e para sair deste universo, é a via interna, e precisa ser realizada através de instrumentos que tenham sido criados acima da sétima dimensão e que possam ser usados aqui. O resto são instrumentos para este mesmo processo dimensional continuar. Mesmo que aparentem criar estados de lucidez, paz, transcendência ou expansão de consciência.

Conexão com a densidade

Uma demonstração de que temos uma sintonia com este universo e com estas dimensões chamadas mais densas está nas doenças psiquiátricas e na desconexão da realidade que muitas pessoas experimentam atualmente em vários níveis. Eu chamaria a atenção para o fato que o tratamento psicanalítico não passa de uma maneira de adaptação a este padrão exigido para a humanidade atual, que é chamada insana por um lado, mas que é controlada por outro. O insano pode estar de várias maneiras diagnosticado. Temos aqueles que são loucos por fúria, por má índole e que são os loucos por raiva. Mas temos os que não suportariam conhecer a realidade sobre si mesmos e, quando começam a despertar esta realidade, se entopem de medicamentos ou de tratamentos para se enquadrarem no status quo. E tem aqueles que, por viverem uma realidade paralela, como por falar estas coisas que estamos falando aqui, se desconectam das forças involutivas ou obscuras e já se abstraem da maior parte da dominação. Isto então seria algo positivo.

Mas voltando, quando falamos ou vemos uma pessoa “desconectada” da realidade, percebemos claramente a existência desta “projeção mental” ou ilusória para que exista a terceira dimensão. Quando perdemos o ajuste (aí entra a psicanálise, a psicofarmacologia, etc.) entramos em outro mundo, devido ao “curto-circuito” da rede de informações ou decodificação da realidade vigente.

Por isto era muito comum falar que os que chegavam ao ponto de se “iluminarem” ficavam loucos ou perto disto. Por isto que se fala também que os prognósticos e as vidências não nos interessam na evolução interior, porque eles não passam de um acesso ao campo de visão ou de informações da quarta dimensão, justamente onde estão as definições e os registros do que será projetado na terceira dimensão.

Se pudéssemos fazer uma comparação bem tosca, poderíamos dizer que a terceira dimensão é a prisão, a quarta, a armadilha, a quinta o equipamento do programador, a sexta já está na visão do que ocorre.
  
A chave para tudo se transformar

Quando se consegue atingir o mínimo que seja da verdadeira realidade, o que podemos imaginar como uma agulha furando o véu que nos prende nesta dimensão, podemos respirar um ar com cheiro de liberdade. Isto é o que ocorre quando nos livramos de paradigmas, sistemas de crenças ou ideologias. Quando eu rompi os véus que me prendiam ao mundo e senti uma dúvida em relação a desconectar-me de tudo o que eu tinha acreditado até então (isto em 1999), foi-me dito no pano interno: “tu não tens nada mais para colher daqui; vais agora ou permanece com a campânula”. Esta campânula simboliza justamente nossa prisão na esfera dos planos densos e da alma que, mesmo sendo mais sutil que o físico, é nossa prisão na densidade. Foi a partir daí que a vida daquela personalidade que habitava estes corpos decidiu fazer o que era certo e tivemos a oportunidade de continuar com a evolução.

O romper deste véu seria, então, o verdadeiro domínio da vida e das forças da natureza, porque assim, vivendo livre, ainda que permanecendo aqui, as forças positivas de outros planos se moldam as necessidades reais que tenhamos e para que possamos auxiliar a que outros atinjam este mesmo domínio. Por isto se diz que vamos dominar a matéria, porque começaremos a viver fora do que foi ditado como uma regra geral.

Um bom início seria começar a fazer o que gostamos, para conquistar a alma. Viver para conseguir conquistar alegria, para a beleza e a bondade. Mesmo que isto seja, de um ponto de vista mais elevado, uma pura falsidade e uma ilusão, pelo menos nos afasta do jugo do sofrimento e das mazelas. Isto nos dá a oportunidade de fugirmos da armadilha de sermos sofredores e por isto afastamo-nos da ditadura da dor do mundo.
  
Aumentar a Freqüência
  
Este é outro problema que vejo acontecer. Dizem que devemos aumentar a freqüência para que possamos sair da matriz, etc., para que não soframos a influência de toda esta manipulação e coisas do tipo. Mas se apenas aumentamos nossa freqüência, vamos atingir justamente o maior problema que é o astral. Entramos em uma freqüência diferente, vamos perceber de maneira diferente, com uma visão mais ampla, um mundo completamente novo. Mas ao mesmo tempo podemos estar caindo no ciclo interminável que é a programação para que permaneçamos neste mundo, nesta dimensão. Não basta elevar a freqüência, o que precisa ser feito é, acima de tudo, atingir a maestria, atingir o divino.
  
E para isto, num primeiro momento são necessárias as DESINICIAÇOES ou seja, desprogramação de energias, forcas, rituais, pensamentos e conceitos arraigados para que tenhamos a energia para iniciarmos o trabalho interno verdadeiro, com força e com coragem. Vamos ver que as situações de vida se dissolvem porque faziam parte do projeto que cada um, adormecido para si mesmo, planejou inconscientemente. Isto leva a mudanças e novas perspectivas. Mas sem a fantasia e sem ser atrapalhado pelas imagens ou visões distorcidas que o astral pode trazer.
  
Expansão e Elevação
  
Agora quero fazer uma diferenciação de conceito baseada em tudo o que vimos até aqui a respeito de toda esta “trampa” que nos colocaram e que tem colocado até mesmo os que se chamam místicos, esotéricos, newageanos, etc.
O conceito de expansão da consciência, apesar de conseguir dar para o que realiza determinados exercícios uma real abertura para percepções de sensações e conhecimentos muito além da mera capacidade de entendimento e interpretação humana corrente, é limitado pela dimensão ao qual se encontra.

Então uma expansão de consciência apenas reflete a capacidade de entendimento de determinados efeitos e causas naturais, leis naturais, que regem esta dimensão física, astral e mental no máximo. Mas sempre vai ser nestes níveis.

Já a elevação da consciência, para níveis e dimensões superiores, esta sim vai trazer para a vida e manifestação aquilo que realmente ocorre além do manto da terceira dimensão e da consciência humana propriamente. Aí estarão os níveis de contato interno superiores, com o centro do ser e com sua própria divindade. A elevação ou ascensão retira as máscaras e véus e traz para a vida encarnada, enquanto o ser está encarnado, os reflexos do contato e permanência nestes níveis.

Olhar pela janela, olhar pela fechadura...
Por que se diz que é preciso olhar para dentro e si mesmo?
Porque olhando para fora, vemos as galáxias, as estrelas, tudo enfim... Mas vemos tudo o que foi criado e manifestado, tudo o que podemos compreender com nossa mente e até mesmo com nossa alma.

Mas não é o que realmente importa nestes dias, nesta hora. O que nos importa é olhar para dentro, porque ali estão as respostas verdadeiras, a compreensão verdadeira e a única saída desta ilusão que nos fizeram acreditar como sendo o estado de vigília. Somente aquele que se vê de fato pode mudar sua vibração para que não seja enganado. Ele muda sua vibração e não pode mais ser afetado pela influência da quarta ou quinta dimensão. Ele mesmo pode se enganar, se quiser viver bem, viver apreciando as fantasias que são criadas para entreter os sentidos físicos.
  
Mas ele sabe que são apenas diversões, ilusões e que, mesmo tendo certo tipo de envolvimento com elas, não faz mais parte delas. São passatempos enquanto não vai para o seu lugar definitivo. Mas é preciso estar livre. É preciso tirar a casca, é preciso ver-se como de fato somos.

É preciso um esforço bem grande para conseguir chegar a romper com essas coisas. Num primeiro momento começamos descartando tudo de nossas vidas. Começamos avaliando cada movimento, cada reação, cada sensação. Por que faço isto ou aquilo? Por que reajo desta maneira? Por que gosto de tal cor, música, livro, sabor? Por que uso tal objeto? Porque compro determinadas coisas?

Disto advém a primeira compreensão de quem somos de fato. Nisto também entra a análise se somos parte do quadrado ou do circulo...
  
O quadrado e o círculo

O quadrado é o lugar comum, aquele que segue o “programa” sem olhar o que faz, mesmo que aparente lutar pela vida – não que seja de todo errado, conheço muitas pessoas que fazem isto para o bem – mas são aqueles que seguem o programa, se desesperam se não seguem o padrão de nascer, casar, ter filhos, etc. Lutadores e positivos, sempre vão em frente mesmo com obstáculos. Mas no máximo conseguem ver as estrelas, jamais dentro de si mesmos. Lembra da musica “Meu Amigo Pedro”, do Raul Seixas?

Mas os do circulo são ainda piores. Crêem serem os bons, aqueles que mudam tudo, transformadores, que não estão mais no programa, mas seu alcance é para sempre chegar ao mesmo ponto. Quanto mais andam, pensando que vão para a frente, se enrolam na estrada circular. Nunca alcançam a verdadeira liberdade. Olham para si e crêem que atingiram a posição de olhar os do quadrado desde acima. É como se estivessem circundando o quadrado. Mas ainda estão dentro do quadro, da paisagem, da montagem geométrica que manifesta este mundo de fantasia, ilusão e sonho.

A saída então seria a volta ao ponto. O ponto original, conforme nos proporciona aquela técnica da Ponte de Helio. Ela remete-nos para o centro de nós mesmos, simbolizado pela pineal, como um contato com os planos originais ou com nossa essência, não apenas imaterial, senão divina. Se atingirmos isto, esta essência, um milissegundo que seja, é o suficiente para transformar nossa vida e o nosso ambiente. Primeiro num caos, fruto de deixar desabar todas as perspectivas, sonhos e ilusões do mundo. Depois num extremismo fanático, produzido por alguém que teve um vislumbre de realidade e que gostaria de mostrar isto aos demais. Além disto vem uma profunda desilusão, porque gritou aos quatro ventos e ninguém quis saber de ouvir ou mudar algo em sua vida. Mas num momento posterior vem a plenitude, não sei se imediatamente após a desilusão, mas quando a plenitude chega, vai sabendo o momento de calar ou de falar.
  
E aí se torna um instrumento eficaz para a verdadeira luz. Mas luz também é outro termo que vamos ter que tomar cuidado, porque como sempre disse, para quem não vê nada, um ser de pouca luz pode parecer do bem, o que nem sempre ou muito raramente é assim. Enganos demais. Mas a saída é bem simples, e esta mais perto que pensamos.

Só para deixar mais uma linha de pensamento para reflexão, temos também o fato que podemos quebrar as chaves genéticas antigas e animalescas (essas do padrão Adâmico). De alguma maneira, apesar de todo tipo de manipulação que sofremos, tivemos como característica, talvez não deixada de maneira premeditada, de ligar, desligar e acrescentar partes de DNA ou características genéticas. Esta brecha ou abertura é a que nos oportuniza sair do controle da negatividade e vermos a verdadeira realidade ou a luz real. Sobre isto e o que se diz sobre GNA já falamos um pouco em um tópico anterior.

Fico por aqui hoje, com muitas idéias tendo sido colocadas, muitos pontos um tanto desconexos, mas que certamente fará o leitor atento pensar bastante. Certamente não esgoto estes temas por aqui. Sei que não falei de muitos aspectos que poderiam trazer mais esclarecimentos para cada parágrafo tratado, mas deixo as sementes para discussões futuras.

Finalizo lembrando o que tenho frisado muito ultimamente: todo movimento tem que estar motivado por alegria. Esta é uma importante chave neste momento da humanidade.

E continuamos...
  
DELCI JARDIM

Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte I



Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte I

Modelo Tridimensional

Nesta pesquisa, além de outros, encontrei dois nomes muito comentados. Estive vendo textos interessantes, principalmente sobre as pesquisas e descobertas de Zecharia Sitchin e Nassim Haramein. Como era de se esperar, encontrei um erro fatal em cada um. O principal, começando pela conclusão, é que esquecem que o foco principal deve ser a elevação, a ascensão, a iluminação. O segundo é o modelo usado para definir o progresso do planeta e do ser humano. O problema é que sempre voltam ao modelo cabalístico, que é limitado e nunca despertou a ninguém, pois é o instrumento daqueles que nos criaram e ao mundo tridimensional e para que ele permaneça como está. Nunca chegaremos a nenhum lugar acima do nível já dominado enquanto usarmos o modelo retilíneo geométrico. A nova geometria, se precisarmos de formas, deve ser a esférica, circular. Mas isto não importa. Importa o fato que a cabala pode levar no máximo para a quinta dimensão e esta dimensão ainda pode ser dominada pelos que sempre dominaram a terceira e a quarta. A fuga disto não é o modelo imposto e tão bem engendrado que os maiores pensadores de hoje, pensando ter descoberto a pólvora do conhecimento, ainda agem sob a mesma perspectiva criada desde tempos remotos pelos seres que sempre dominaram este plano.

E porque isto é assim? Porque toda vez que a cabala for usada, por mais que as tentativas de descortinar ou decodificar algum de seus segredos aconteça, sempre levará para o centro de outro programa, de outro holograma, e tudo volta a ser como antes, ainda que se tenha a ilusão de que algumas respostas foram alcançadas. E na ilusão destas respostas, continua o programa do domínio, porque o que de fato importa não foi alcançado, que é o divino em cada um.

E por mais interessante que sejam as idéias e os conceitos que alguns novos físicos como o Nassim nos trazem, a maior conquista deste, por exemplo, foi determinar, de maneira brilhante, o quão presos estamos na terceira densidade. Porque todo o sistema que ele apresenta nos coloca sempre, por mais longe que possamos ir, voltando para este plano, para a terceira dimensão. Este é um problema que não se resolve na matemática ou na geometria conhecida. O problema das esferas ou das toróides ou das estruturas cristalinas é que criam os modelos para esta densidade e assim, voltamos sempre ao mesmo ponto. A fuga para isto tudo é, e sempre foi, a ruptura interna com todo o esquema criado. Só assim a visão se torna clara, pois vai atingir a sexta ou sétima dimensão que são as únicas que estão fora dos conceitos geométricos apresentados e possíveis de serem respondidos neste plano.

O símbolo da transmutação, para exemplificar, é algo além da simples geometria, mas que num primeiro momento se expressa geometricamente, mas é do plano esférico e apresenta uma configuração 3-1. Onde todos interagem simultaneamente e constroem-se a partir de outra dimensão e conforme a oitava dimensão se expressaria na sétima.

Este é um novo paradigma. O de descobrir algo de acima, que não pode jamais ser analisado em termos do que foi aparentemente “deixado” neste planeta, como a geometria chamada sagrada, porque todas as “pistas” até para as “descobertas” futuras foram manipuladas. E a humanidade nunca escapará desta armadilha enquanto a busca estiver apontando no sentido da cabala e para tudo que foi de maneira tão astuta dissimulado.

Confusões históricas

O trabalho de Zecharia Sitchin é o de traduzir os conhecimentos sumérios encontrados em milhares de placas de argila, e teorizar de acordo com o que está escrito nelas. São importantes as informações o que elas nos trazem. Sem dúvida um trabalho magnífico. Mas ele não viveu aquilo, apenas traduz. Não são verdades absolutas dentro da percepção de alguém, mas traduções técnicas e elaborações mentais sobre eventos possíveis. E muitas especulações são mescladas ao conteúdo original, como fruto da sua própria convicção. É como sempre acontece. Estamos limitados e limitando um conjunto maior de informações porque colocamos nossos pontos de vista no meio de algo que poderia ser maior. Isto acontece principalmente porque são usadas as ferramentas da personalidade (o mental e o emocional) para realizar um trabalho deste tipo.

Um exemplo disto é quando cita que os Anunnaki (os que do céu vieram para cá) eram os que se tornaram os Ptahs ou os sacerdotes iniciadores antigos. Aí temos uma limitação, porque nem todos os Ptahs eram desta mesma origem que os Anunnaki ou os fundadores a que se referem as tábuas traduzidas. Tivemos outros seres e colônias de muitos outros pontos do universo instalados por aqui. Em muitos períodos trabalharam e tentaram construir algo em conjunto. Mas, fundamentalmente, existem muitos grupos originais. Este é um ponto importante para que possamos seguir nesta análise.

O fato é que a regra moral como a conhecemos ou entendemos hoje não funciona assim nos planos mais profundos ou para os tempos mais antigos. Então sempre foi possível ver até mesmo os dois lados (o que chamamos de bem e mal) trabalhando quase conjuntamente, dividindo templos ou sabedorias e, de certa maneira, manipulando a informação que era passada para o ser humano criado e manipulado. Neste contexto, sempre tivemos um lado querendo o crescimento da humanidade e seu avanço espiritual e outro lado atravancando ou se alimentando da energia que este ser humano produz.

Então não podemos esquecer que muitos grupos vieram para cá e que, nestes 210.000 anos que conta minha historia neste planeta, estive em muitos pontos e lugares e pude observar estas coisas que relato aqui, até mesmo como participante da classe sacerdotal em vários períodos, como o que chamavam Ptah (sacerdote iniciador e não simplesmente a designação de uma deidade) e vendo o que se passava dos dois lados da historia. E também vi que, quando alguns transgrediam o básico da lei que regia o avanço e o equilíbrio, desde que estivessem dentro da irmandade do bem, eram severamente punidos. Um caso que presenciei e que muito era comum foi o da aniquilação da personalidade ou o “zerar” de um sacerdote. Naquela época e de acordo com as regras internas de então, quando o transgressor escolhia redimir-se, ele deveria optar entre ter sua evolução “zerada”, que significa voltar a ser um individuo com “alma jovem”, tendo que passar por todas as provas estabelecidas para este planeta e quadrante galáctico para elevar-se novamente; se não aceitasse ou estivesse repetindo um erro, poderia ser aniquilado como personalidade e alma, não tendo mais a oportunidade de voltar a este plano. Lembro que Samael (fundador do movimento conhecido como Gnose) dizia que ele mesmo, tendo nos primórdios de seu processo sucumbido às forças involutivas, que teve que refazer sua jornada espiritual, mostrando que também tinha ciência que isto era uma possibilidade. E isto também ocorreu com a essência que habitava estes corpos antes de minha entrada.

Este foi o período quando as religiões começaram. Alguns seres sucumbiram ao poder e ao que poderia ser gerado com o domínio da adoração, acrescentando a isto ritos e sacrifícios de animais e humanos, como maneira de controlar, aterrorizar e dominar, além de servirem como alimento energético para seres negativos. Por isto no período atual da humanidade, as coisas verdadeiras estão totalmente despojadas de ritualística externa. Como já tenho falado, e está escrito na pagina 100 do manual, o ritual que precisamos é nossa própria manifestação do sagrado. E que o há de mais sagrado é cada um de nós.

Na Macedônia, há cerca de 3000 anos atrás houve uma revolta muito importante no sentido de tentar fazer voltar a ordem de grupos originais que queriam o avanço da humanidade. Foi feita uma tentativa de eliminação de seres, inclusive reptilianos, por exemplo, e de tudo o que eles representavam, mas as ligações que tinham com as estrelas e com os que os auxiliavam foi maior. Apesar de ter sido uma conquista na época, não durou muito tempo para que tudo voltasse ao estado de antes e até hoje é assim: dois lados em cada moeda.

As alternativas colocadas no passado de “explodir o planeta” foram feitas pelas hierarquias do bem não propriamente para destruir a humanidade ou o planeta, senão para reverter um quadro de manipulação destes Anunnaki e reptilianos.

A conquista do ser humano, auxiliado por seres de esferas superiores, está em sua facilidade de mesclar-se com características extra humanas que possibilitaram o despertar da chama trina, primeiramente na alma e de sua conexão divina. Aqueles que já tinham isto e vieram para cá, auxiliaram a acelerar este processo, como que contaminando a atmosfera e a essência do ser humano.

O fato de ser possível passar do lado do bem para o negativo, só para dar mais uma breve explicação, se deve ao fato que, principalmente naquela época, os chamados Ptahs ou sacerdotes estavam em uma dimensão que ainda permitia fazer escolhas entre o que chamamos bem e mal. Não eram mestres completos no sentido que entendemos hoje, porque só conseguiam atingir até a quinta dimensão, que é o reino da alma. Não estavam prontos de fato. Temos aqui um dado que vamos explorar mais adiante, que é o fato que devemos agora, mais que nunca, buscar a sexta e a sétima dimensão. Aí sim estaremos livres de toda esta historia que ouvimos e contamos até aqui.

O modelo geométrico cabalístico é o modelo Anunnaki e reptiliano, não o modelo de dimensões superiores. É um engano estudar os níveis lineares que se manifestam até a sexta dimensão. Este é o engano do Nassim ao tentar descrever o universo, pois está descrevendo apenas a constituição física através da visão deturpada ou enevoada que nos foi colocada por esses seres.

E o engano do Zecharia é o da alma, porque não se consegue ter uma definição da totalidade de um evento, fato ou cultura através da concepção mental, se não se tem a “alma” envolvida no contexto, se não se viveu de alguma maneira alguma situação. Outro engano é o de dizer que todos os sacerdotes ou seres que trouxeram conhecimentos eram Anunnaki ou o resultado de um cruzamento com reptilianos Anunnaki. E ainda, que todas as civilizações estariam sobre sua influência e descreviam apenas suas histórias.

Abrindo um parêntese, neste contexto, do domínio e da enganação, tanto falam mal da televisão. Mas a televisão e a igreja são iguais e a mesma coisa. Ambas retiram o que de mais precioso tem o ser humano, que é sua energia. A energia que ele deveria guardar para alimentar a sua fuga desta “projeção holográfica” (que nos traz de volta e nos prende nas dimensões mais densas). Como fazem isto? Porque os obscuros se alimentam das mágoas, tristezas, dores, decepções e desejos e necessidades que as pessoas projetam. Alimentam-se do teu astral.

Mas voltando ao tema das dimensões, pode-se chegar a um nível de resolução do mundo assim, mas do mundo da terceira dimensão. Mas não se chega a nenhuma definição sobre outras dimensões ou como saímos daqui. Não devemos esquecer que nosso objetivo é sair desta projeção ilusória, deste programa, como alguns autores descrevem, deste holograma ao qual vivemos submersos.

Outro autor que cheguei a encontrar nestas pesquisas foi David Icke, extremista sobre a influência reptiliana e conspirações governamentais, gosta de chamar ao mundo de matrix, o holograma. Mas é realmente radical em suas teorias. Ele peca pela falta de um discernimento sobre o que de fato importa e, principalmente, por não mostrar chaves para que possamos de uma maneira clara e objetiva, sair desta tal matriz. Mas estive lendo uma de suas obras, que considerei muito interessante porque pode dar uma boa e resumida idéia a cerca do trabalho de Zecharia Sicthin.

Se for do interesse do leitor, eu aconselharia a leitura de seu livro intitulado “O Maior Segredo do Mundo”, especificamente os capituos 1 e2. De certa maneira lá estão as mesmas conclusões que acabei chegando sobre a obra de Zecharia e sobre as falhas em suas teorias. Seria interessante a leitura destes capítulos, mas que depois o leitor pudesse voltar e reler este artigo, para que sua mente possa se tranqüilizar, haja vista que o David Icke realmente deixa todo mundo de cabelos em pé e não nos apresenta uma saída real para o problema todo que apresenta. Além do mais, exagera em determinadas conclusões puramente mentais e extrapola no sentido de induzir a crer que tudo está sob o comando de uma elite ou governo oculto. Realmente não gosto disto.

Outro dia também vi alguma coisa de um militar americano reformado chamado Bob Dean. Pareceu-me alguém serio, como muitas informações interessantes, em alguns aspectos, mas que em outros também corre no exagero. Nas boas coisas estava uma sólida capacidade de transmitir informações sobre suas experiências com os textos do Zecharia e com seres extraterrestres. Na parte do exagero, quando se refere a informações sobre lua e marte... aí perde-se.


DELCI JARDIM

Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas


Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas


O que isto quer dizer? É algo que disse certa vez, anos atrás quando, ainda na cidade de Alegrete, antes de toda a história do MOINTIAN iniciar, tínhamos um grupo de estudos. Veja o contexto: estávamos estudando muitas coisas, cada um provinha de um grupo distinto, com formação teórica distinta, com percepções distintas e uma miscelânea de informações estavam fluindo em nossa direção. Cada um tinha uma parcela da verdade, como dizem, mas eu acho que era uma parcela de meia verdade ou mesmo de enganação (olhando a partir da perspectiva que temos atualmente). Mas cada um com pontos de vista distintos e pouco consenso. E não porque estivéssemos errados simplesmente, senão que estávamos todos certos. Esta é a parte difícil de entender. Mas é assim. Porque vamos entendendo o mundo e aos outros e a nós mesmos de acordo com o que experienciamos, vivenciamos e absorvemos. E quando temos alma, isto ainda é mais intenso e profundo, e quando temos mônada, muito mais profundo.

Mas este é o fato e parece que inicio pelo final. É isto mesmo que pretendo. Porque serão tantas idéias flutuando por estas próximas páginas que tentarei expor aqui, que preciso dar esta lucidez e alegria inicial para que saibamos que no final da leitura deveremos estar com esta mesma tranqüilidade aqui demonstrada.
É um tema abstrato, um tanto louco este que vou tentar expor. Tantas teorias, tantas concepções, tantas cabeças pensando, tantas querendo dissimular, tanta hipocrisia e pouca verdade provável e menos ainda demonstrável... Por sorte não estamos lidando com a mente concreta, mas com o intuitivo, no sentido de desconstruirmos as idéias que nos colocam e obtermos uma luz sobre estas hipóteses.

Falaremos de raças, especialmente, hoje, de Anunnaki, reptilianos, deuses, uma pseudo-física, e algumas outras coisas. Será um artigo extenso. Então, preparemos o mate e comecemos a charla...

Vamos iniciar situando-nos no tema.

Diante de determinados questionamentos que tivemos em conversas, resolvi atualizar-me a respeito das mais novas teorias, grupos e conclusões que se pode obter na mídia atual sobre a origem da humanidade, as perspectivas futuras diante dos discursos catastróficos e certas teorias sobre a energia e as dimensões acessíveis.

Como todos devem saber, minhas conclusões a respeito de qualquer ponto nunca estão baseadas em outros autores, ou nas idéias de grupos ou instituições e muito menos em compilações de obras, mas em pesquisas realizadas na vida pratica, na percepção e na vivência em distintos níveis de consciência. Por este motivo tenho sempre falado que estou muito só, porque no momento em que penso poder confiar em algum grupo ou autor, já tenho a percepção exata de onde eles querem chegar e o que estão fazendo com as energias que trabalham, e se isto é realmente para beneficiar aos que se aproximam deles ou só a eles mesmos. Tenho uma ética interna que me policia neste sentido e a decisão de colocar nomes, citar autores, neste momento, só me permiti para que possamos obter o maior número de informações a respeito do mundo em que estamos vivendo e, principalmente, do sem-número de ilusões a que estamos sujeitos, principalmente aqueles que são bem-intencionados e voltados para o que, até aqui, acreditávamos como sendo a espiritualidade.

Num primeiro momento deixei-me aberto para as informações de maneira até mesmo perigosa, porque fiquei exposto ao fluxo do discurso e de uma possível lavagem cerebral. Fiquei imaginando que grande catástrofe mental para uma pessoa desavisada ficar navegando pelo Google a procura de “informar-se” sobre estas coisas. Tomei então as dores destes pesquisadores, buscadores e curiosos e fui adiante ver até onde a confusão poderia me levar. Confesso que quase morri num dilúvio de “desinformação”... Mas voltei para poder fazer uma alegre conclusão.

Esta pesquisa também foi realizada para saber se outras pessoas ou autores estavam comentando a cerca de determinados fatos que tomei ciência a partir do que chamamos plano interno, que mostravam a situação da dominação dos reptilianos e sua influência no planeta e na vida humana.

No início do ano 2000 foi-me mostrado o que estava sendo escondido no lado oculto da lua, por exemplo. Os draco, que são seres pálidos e altos, com aparência de morcego, e representam a “pureza da raça reptiliana”, estavam sendo mantidos em estações para uma tentativa de reversão do quadro de negatividade. Foi-me dito que em 2036 ou por volta desta data, cerca de 50% da população terrestre seria de híbridos de humano com esta espécie. Alguns destes draco fugiram destas estações (ou foram auxiliados a fugir) e deram origem a projetos dos híbridos da Terra. Acrescentamos a isto o fato que na terra já estão vivendo os híbridos produzidos em escala desde há milênios, que falamos antes, como sendo os sem-alma e os robôs e, ainda mais, os que já eram mescla destes seres, ainda que em evolução. Vemos então um quadro bastante preocupante, se levarmos em consideração apenas este aspecto dos fatos atuais do planeta. Ao mesmo tempo, temos estes dados mais claros na atualidade devido a que muitos véus, como também já havia falado anteriormente, caíram e podemos ver ao mundo e as realidades sutis de uma maneira renovada.

A influência astral que estes seres produzem é ainda tema para mais discussão, haja vista que os seres que podemos chamar escravos dos draco, que são tipo morcegos gigantes, do tamanho mínimo de uma pessoa, sugam a energia do ser humano e levam para os “chefes” através da quarta dimensão.

Quero deixar claro que não é meu interesse e nunca foi colocar descrições de coisas que ocorrem no plano astral. Até porque sempre fui da opinião que, quanto mais distante deste plano estiver, mais conseguiremos nos dirigir para o divino que somos. Nisto inclui-se o afastamento de adivinhações, profecias, psiquismo, vidências, etc. Sobre estes pontos já temos falado bastante em vários tópicos anteriores.

Começamos colocando os fatos relativos a esta nova construção da espiritualidade nos artigos anteriores, quando expusemos alguns tópicos a respeito da enganação que nos foi transmitida como critérios para a evolução espiritual acontecer. Podemos ver que na verdade o que era tido como uma grande busca pela iluminação ou espiritualização, era mesmo uma maior prisão, mesclada com conceitos religiosos e new-age que não nos levariam a lugar algum.

Diante destes fatos e de outros questionamentos que tive a idéia de ver onde poderíamos nos apoiar para conseguir de fato ter ferramentas sólidas para podermos fugir destas falsas verdades que nos transmitiam.

Estive pesquisando a cerca das novas teorias conspiratórias e catastróficas que assolam a mente e a imaginação místico-esoterica-new ageana do momento.

Comecei esta pesquisa investigando uma pessoa chamada Alex Collier, que é um contatado por seres de uma região de Andrômeda por mais de trinta anos. Logo vi que ele se associou a determinados grupos que considerei surreais e fora do propósito real a que temos nos dedicado. Tal associação me traz a conclusão de que ele fica com 50% de credibilidade, relativa ao período que não estava associado a estas pessoas. Suas informações, ainda que diga provenientes de seres de Andrômeda, não são da mesma raça que sempre falei que eu mesmo provenho. Não mesmo. Até nunca havia visto nada igual ao que ele descreve. Não faz parte do meu trabalho. Mas a idéia que traz de muitas coisas pode-se dizer que são bastante convincentes ou até mesmo realidade.

Uma das pessoas com as quais ele se associou foi uma mulher chamada Laura Knight, que se diz canalizadora de um ser ou mestre, e faz uma voz estranha quando se diz estar possessa, para arrebanhar multidões... só o fato de se dizer canalizadora já demonstra a falsidade em qualquer ação. Por que não ensinam as pessoas a adquirir força para se tornarem como os seres que pretendem atingir, que seriam seres superiores, para trazer as tais informações por si mesmos?

Cheguei a ver alguns vídeos e textos de uma outra Laura, que não consigo nem lembrar o sobrenome, que se diz transmissora de uma mensagem de seres de Cassiopéia do futuro. Mas quanto a esta e aos seus contatos, posso dizer que a mensagem provém do fundo se sua mente insana. Ouvi a ela mesma na internet, falar de psicopatas e coisas assim, mas ela é uma pessoa que deveria se resolver. Inteligente ao extremo, compiladora de idéias, pode ter no máximo encontrado restos de uma civilização do passado remotíssimo que teria pensado que falava do seu próprio futuro, ou ao futuro de sua espécie, porque os relatos não são para nós. E o caos que está gerando com a confusão de teorias, misturando física e espiritualidade, causam ainda maior confusão. A pessoa vai achar que se não souber de física não pode alcançar a sua divindade.

E isto é um serviço? Acho que não. E quanto a que nada mais se pode salvar ou mesmo encontrar outro destino, isto sim é uma grande desinformação. É o mesmo que dizer que fomos todos condenados desde todo o sempre e que tudo o mais que fizemos foi fruto de nossa mente insana. Insanos podem ser os que fizeram aquele seu movimento crescer e se espalhar.

E nesta ultima, ainda, parece tanta confusão de pensamentos que só posso supor que é uma forma de manipulação e de retirar o foco principal da questão, que é a chave de tudo isto: que o movimento para atingir o divino em cada um estava fazendo muito barulho e agora estas idéias ainda mais fantásticas vem ofuscar o trabalho já conquistado. Manipulação infiltrada dentro da massa de buscadores, primeiro para tentar ridicularizar o progresso da luz e do trabalho verdadeiro e depois para retirar do foco aqueles que acham importante a mescla entre ciência e espiritualidade.

Por isto, desde que inicio este artigo, vou salientando: confiem somente em seu ESPIRITO. Aceitem somente o que diz seu coração. Mesmo que ele se engane algumas vezes, ou que tenha arroubos emocionais, é o mais correto para esta caminhada tão cheia de obstáculos, nesta estrada de pouquíssimos tijolos de ouro.

DELCI JARDIM

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ascese


Ascese

A ascese (do grego ἄσκησις, derivado di ἀσκέω, “exercitar”) consiste na prática da renúncia do prazer ou mesmo a não satisfação de algumas necessidades primárias, com o fim de atingir determinados fins espirituais. O conceito abrange, por isso, um grande espectro de práticas, em culturas e etnias muito diferentes, que vão dos ritos iniciáticos (maus tratos, incisições e escoriações no corpo, repreensões de extrema severidade, a mutilação genital ou a participação em provas que exigem actos excessivos de coragem) aos hábitos monásticos de diversas religiões, incluindo o celibato, o jejum e a mortificação do corpo por diversos meios. Segundo as interpretações mais correntes, alguns dos fenómenos religiosos e místicos, envolvendo visões ou estados de êxtase resultam do enfraquecimento do corpo e da alteração do equilíbrio sensorial. Segundo o idealismo platónico, a ascese servirá, exactamente, para aproximar a pessoa (o asceta) da verdadeira realidade espiritual e ideal, ao desligar-se da imperfeição e materialidade do corpo. A religião cristã ligará, também, os desejos corporais à ideia de pecado que deve ser refreado a todo o custo, caso se pretenda atingir a santidade e os dons divinos que, ainda assim, são concedidos pela graça de Deus e não pela virtude do asceta.
Para a Teologia Cristã há uma ascética, com um sentido amplo, e uma ascese, com sentido mais restrito. A Ascética consiste no esforço metódico e continuado, com a ajuda da graça, para favorecer o pleno desenvolvimento da vida espiritual, aplicando meios e superando obstáculos. Aqui atuam e organizam-se os grandes meios e práticas da vida espiritual: oração, penitência, retiro, exame de consciência, direção espiritual, sacramentos. Como também uso de métodos, projetos, disciplina interior, para um maior aproveitamento da graça e dos meios. Este sentido amplo é o que normalmente tem a palavra, quando se encontra em títulos de manuais, ou se contrapõe a Mística.
Ascese, em sentido mais restrito, é o conjunto dos exercícios mortificantes, aplicados diretamente a eliminar vícios, dominar e reorientar tendências desordenadas, robustecer a liberdade. É o que normalmente se expressa em termos como abnegação, mortificação, penitência, renúncia.


João Baptista, na transição entre o Judaísmo e o Cristianismo, é um exemplo do homem que procura a santidade através da renúncia ao alimento e à sensualidade

" Concretamente, como se deve configurar este caminho de ascese e purificação? Como deve ser vivido o amor, para que se realize plenamente a sua promessa humana e divina? Uma primeira indicação importante, podemos encontrá-la no Cântico dos Cânticos, um dos livros do Antigo Testamento bem conhecido dos místicos. Segundo a interpretação hoje predominante, as poesias contidas neste livro são originalmente cânticos de amor, talvez previstos para uma festa israelita de núpcias, na qual deviam exaltar o amor conjugal. Neste contexto, é muito elucidativo o facto de, ao longo do livro, se encontrarem duas palavras distintas para designar o « amor ». Primeiro, aparece a palavra « dodim », um plural que exprime o amor ainda inseguro, numa situação de procura indeterminada. Depois, esta palavra é substituída por « ahabà », que, na versão grega do Antigo Testamento, é traduzida pelo termo de som semelhante « agape », que se tornou, como vimos, o termo característico para a concepção bíblica do amor. Em contraposição ao amor indeterminado e ainda em fase de procura, este vocábulo exprime a experiência do amor que agora se torna verdadeiramente descoberta do outro, superando assim o carácter egoísta que antes claramente prevalecia. Agora o amor torna-se cuidado do outro e pelo outro. Já não se busca a si próprio, não busca a imersão no inebriamento da felicidade; procura, ao invés, o bem do amado: torna-se renúncia, está disposto ao sacrifício, antes procura-o.”


Faz parte da evolução do amor para níveis mais altos, para as suas íntimas purificações, que ele procure agora o carácter definitivo, e isto num duplo sentido: no sentido da exclusividade — « apenas esta única pessoa » — e no sentido de ser « para sempre ». O amor compreende a totalidade da existência em toda a sua dimensão, inclusive a temporal. Nem poderia ser de outro modo, porque a sua promessa visa ao definitivo: o amor visa à eternidade. Sim, o amor é « êxtase »; êxtase, não no sentido de um instante de inebriamento, mas como caminho, como êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus: « Quem procurar salvaguardar a vida, perdê-la-á, e quem a perder, conservá-la-á » (Lc 17, 33) — disse Jesus; afirmação esta que se encontra nos Evangelhos com diversas variantes (cf. Mt 10, 39; 16, 25; Mc 8, 35; Lc 9, 24; Jo 12, 25). Assim descreve Jesus o seu caminho pessoal, que O conduz, através da cruz, à ressurreição: o caminho do grão de trigo que cai na terra e morre e assim dá muito fruto. Partindo do centro do seu sacrifício pessoal e do amor que aí alcança a sua plenitude, Ele, com tais palavras, descreve também a essência do amor e da existência humana em geral." Trecho da Carta Encíclica - Deus caristas est - do sumo pontífice Bento XVI aos bispos, aos presbíteros e aos diáconos, às pessoas consagradas e a todos os fiéis leigos, versando sobre o amor cristão.

Prece de Cáritas

Deus, nosso Pai, que Sois todo Poder e Bondade, daí Forças aqueles que passam pela provação, daí a Luz aqueles que procuram a Verdade, ponde no coração do homem a Compaixão e a Caridade.
Deus! Daí ao viajor a Estrela-guia, ao aflito a Consolação, ao doente o Repouso.
Pai! Daí ao culpado o Arrependimento, ao espírito a Verdade, a criança o Guia, ao órfão o Pai.
Senhor! Que Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criaste. Piedade, Senhor, para aqueles que não vos conhecem, Esperança para aqueles que sofrem.
Que Vossa Bondade permita aos Espíritos Consoladores derrame por toda à parte a Paz, a Esperança e a Fé.
Deus! Um raio, uma Faísca do Vosso Amor pode abrasar a Terra; deixa-nos beber nas fontes dessa Bondade Fecunda e Infinita, e todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão.
Um só coração, um só pensamento subirá até Vós, como um grito de reconhecimento e de amor.
Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos, Oh bondade! Oh beleza! Oh perfeição!
E queremos de alguma sorte, merecer Vossa misericórdia.
Deus! Dai-nos a Força de ajudar o Progresso, a fim de subirmos até Vós; dai-nos a Caridade Pura, dai-nos a Fé e a Razão; dê-nos a Simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se deve refletir Vossa Santa e Misericórdia Imagem.
Assim é Aqui e Agora! Amém!


Nove Hostes Angélicas da Luz



Nove Hostes Angélicas da Luz

Saudamos a Luz, resplendor dos Arcanjos
Saudamos as legiões da Luz e os anjos.
Portadores da esperança, da fé Guardiões
Aceitai o cálice cheios de Amor dos Corações.
Arcanjo Miguel, também Gabriel
Jofiel e Zadkiel, Chamuel o fiel
Uriel e Rafael, sete benditos Arcanjos
Glória a Deus e louvados os anjos
Proclamam a chegada do reino que ilumina o caminho,
A Realidade nos torna, Cristo é o Caminho.

Anjos dispõem, anjos comunicam
Bênçãos de Deus pelos Seus sete raios
Marcham com a justiça, marchar com a Luz! Eu vou!
Avançam com a bandeira em nome de Deus, EU SOU!
Bem-vindos os Senhores, Senhores da Chama
Os gêmeos, Sanat Kumara e Vênus é o nome,
Inclina-te perante a Chama, ajoelha-te em seu nome
Santos Kumaras, uni as vossas chamas gêmeas.
Vem, Espírito Santo
Vem, Pureza
Vem, Presença do EU SOU
Sela os corações, guiai-nos

A vós o vosso Amor que nos fez prometemos
Fazemos voto perante vós de obedecer e honrar
As vossas sagradas leis e na senda da justiça caminhar.
Vivemos para amar, vivemos para servir
Na vossa comunhão e no alto nos unir
Presença de Deus, o nosso voto vem selar
Amor agora triunfante para sempre unificar
As companheiras dos Arcanjos de Luz,
Saudamos Maria a Rainha, Cristina pedimos
Fé, Esperança e Caridade, clareia o caminho insistimos.

Vinde benditas, Aurora e Ametista
Vinde seres gloriosos, virgens a ajudar
E alto a bandeira da nossa união elevar
Todos se regozijam, chamas gêmeas reunidas
Vinde, noivas de Cristo, todas com brilhantes lâmpadas
À festa de casamento, o noivo aceitar.
Vinde todos, vinde todos os que estão a usar
Uma veste inconsútil, radiante e pura de luz
Adorai o Cristo, adorai a Luz!
Entrai, para sempre na unidade
Devolvendo as chamas para Deus.




quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Canis lupus hallstromi



Canis lupus hallstromi


O cão-cantor-da-nova-guiné (nome científico: Canis lupus hallstromi) é tipo raro e antigo de canídeo primitivo que já habitou toda a ilha da Nova Guiné. O animal, também conhecido popularmente como dingo-da-nova-guiné, cão-cantor, cão-das-terras-altas-da-nova-guiné, cão-selvagem-da-nova-guiné e cão-de-hallstrom, é relativamente pouco conhecido; quase nada se sabe sobre sua vida, estrutura social, status genético ou sobre o número de indivíduos selvagens ainda existentes. Todos os estudos foram feitos nos poucos indivíduos em cativeiro.



Os cães-cantores-da-nova-guiné provavelmente foram levados à ilha pelos primeiros viajantes a chegar nela, milhares de anos atrás. Livres para percorrer todo o território, e isolados do resto do mundo, desenvolveram-se sem influência de outros canídeos. A combinação do isolamento e do desenvolvimento a longo prazo produziu diversas características descobertas apenas nele. Atualmente, os cães-cantores-da-nova-guiné atuam como cães de companhia, como parte de um esforço de preservação da espécie focado em sua inteligência excepcional e suas capacidades físicas. Muitos são exibidos em competições caninas, nos quais são exibidos em sua condição natural, sem qualquer tipo de alterações ou cortes no pelo.





Aparentado ao dingo australiano, permaneceu isolado de outros cães durante quase 6000 anos, tornando-as possivelmente o mais antigo dos cães párias.




sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A Era da Liberdade



"Um novo dia começa, a claridade aumenta espalhando sua luminosidade no horizonte. Os primeiros raios de sol derramam-se sobre a terra, penetrando e preenchendo, lentamente com sua luz solar, a paisagem antes sombria.

É assim, queridos amigos, que inicia em novo dia na Terra, e também é assim que começa a despontar a aurora da Nova Era.  A Era da Liberdade - que projeta seus raios nas trevas da ignorância e, vagarosamente, transpassa toda Vida com a vibração da sabedoria do signo de Aquário.

Vemos, mais do que outrora, a reação de contrariedade das forças tenebrosas, quando sua turba é molestada.

Assim como o sol da manhã afasta as sombras apesar das nuvens escuras muitas vezes encobrirem seus raios, também a Luz da Nova Era desponta, e nada  pode detê-la.  a escuridão desaparece quando a radiação da Luz se torna mais potente.

Nada pode alterar o vencimento do prazo determinado pela Justiça Cósmica; as trevas não têm poder perante a Grande Lei Universal. Portanto , vós discípulos, mantende firme esta conexão em vossas consciências, porque sabeis perfeitamente que os pensamentos positivos são mais fortes. São eles que apressarão o desnrolar dos novos acontecimentos - prenúncio da Nova Era.

Construímos o futuro sempre presente, com o auxílio de vossa atividade e mútua cooperação. Dirigi as forças irradiantes em todas as situações pessoais e mundiais, para que  o processo de purificação espiritual, ou mesmo acontecimentos terrenos, se esclareçam mais rapidamente e sejam encaminhados à Ordem Divina.

Muito pode ser feito, dentro desta orientação. E se isto se der, cada discípulo da Luz será um ancoradouro pelas Forças Cósmicas.

Crede na aurora do Novo Dia que, aliás já é bem visível na linha do horizonte planetário. Amados discípulos, agradeço vosso "Serviço Prestado" em favor do Bem na Terra, assim como no Céu.

Eu sou Vosso Irmão  e Protetor na Luz"

Saint Germain

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Elevação de Consciência




"Divina Presença,

Eu abro minha mente e meu coração para receber sua Luz empoderada de modos que nunca imaginei possíveis.

Estou sentindo seu Amor Divino inundar meu ser com radiação.

Agora sinto sua Luz Violeta transmutando toda a desarmonia no meu campo de energia.

Eu ESTOU permitindo que a sua amorosa orientação me inspire enquanto sigo novos caminhos e realizo o propósito da minha alma.

Ao trazer seu Amor através de mim, eu aterro a Luz Divina na Terra e abençoo este lindo planeta com Gratidão e Amor.

Eu permito que seu Amor mude graciosa e facilmente minha mente e minha vida com novas fontes de abundância e soluções criativas para tudo que enfrento nesta época.

Eu sei que você sempre está comigo e que nunca estou sozinho.

Eu me permito receber um lindo Envoltório de Luz Dourada que me mantêm seguro e protegido.

Eu sei que esta energia está comigo onde eu estiver.

Eu ESTOU radiante com a vitalidade vinda de sua presença amorosa.

Eu SOU abundantemente favorecido pela Luz de sua Orientação.

Todas as minhas necessidades são preenchidas com Graça e Facilidade e eu SOU cuidado eternamente.

Obrigado, Deus"


E assim é.

Shanta Gabriel