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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte II



Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte II


Portais e aberturas

Temos, então, que os verdadeiros portais ou aberturas que podem vir a nos interessar são aqueles que nos permitem romper os véus da terceira dimensão, num primeiro momento. Os buracos de minhoca ou os buracos negros não fazem isto, porque nos remetem a uma retroalimentação deste mesmo espaço-tempo que estamos vivendo. E cada vez que se tenta sair dele por meio destes mecanismos, voltamos à “prisão” pensando que ganhamos outra “visão”. Porque, ainda que seja paralela, uma visão de quarta dimensão não nos ajuda em nada a romper os véus desta malha de ilusão.

A única saída, neste universo e para sair deste universo, é a via interna, e precisa ser realizada através de instrumentos que tenham sido criados acima da sétima dimensão e que possam ser usados aqui. O resto são instrumentos para este mesmo processo dimensional continuar. Mesmo que aparentem criar estados de lucidez, paz, transcendência ou expansão de consciência.

Conexão com a densidade

Uma demonstração de que temos uma sintonia com este universo e com estas dimensões chamadas mais densas está nas doenças psiquiátricas e na desconexão da realidade que muitas pessoas experimentam atualmente em vários níveis. Eu chamaria a atenção para o fato que o tratamento psicanalítico não passa de uma maneira de adaptação a este padrão exigido para a humanidade atual, que é chamada insana por um lado, mas que é controlada por outro. O insano pode estar de várias maneiras diagnosticado. Temos aqueles que são loucos por fúria, por má índole e que são os loucos por raiva. Mas temos os que não suportariam conhecer a realidade sobre si mesmos e, quando começam a despertar esta realidade, se entopem de medicamentos ou de tratamentos para se enquadrarem no status quo. E tem aqueles que, por viverem uma realidade paralela, como por falar estas coisas que estamos falando aqui, se desconectam das forças involutivas ou obscuras e já se abstraem da maior parte da dominação. Isto então seria algo positivo.

Mas voltando, quando falamos ou vemos uma pessoa “desconectada” da realidade, percebemos claramente a existência desta “projeção mental” ou ilusória para que exista a terceira dimensão. Quando perdemos o ajuste (aí entra a psicanálise, a psicofarmacologia, etc.) entramos em outro mundo, devido ao “curto-circuito” da rede de informações ou decodificação da realidade vigente.

Por isto era muito comum falar que os que chegavam ao ponto de se “iluminarem” ficavam loucos ou perto disto. Por isto que se fala também que os prognósticos e as vidências não nos interessam na evolução interior, porque eles não passam de um acesso ao campo de visão ou de informações da quarta dimensão, justamente onde estão as definições e os registros do que será projetado na terceira dimensão.

Se pudéssemos fazer uma comparação bem tosca, poderíamos dizer que a terceira dimensão é a prisão, a quarta, a armadilha, a quinta o equipamento do programador, a sexta já está na visão do que ocorre.
  
A chave para tudo se transformar

Quando se consegue atingir o mínimo que seja da verdadeira realidade, o que podemos imaginar como uma agulha furando o véu que nos prende nesta dimensão, podemos respirar um ar com cheiro de liberdade. Isto é o que ocorre quando nos livramos de paradigmas, sistemas de crenças ou ideologias. Quando eu rompi os véus que me prendiam ao mundo e senti uma dúvida em relação a desconectar-me de tudo o que eu tinha acreditado até então (isto em 1999), foi-me dito no pano interno: “tu não tens nada mais para colher daqui; vais agora ou permanece com a campânula”. Esta campânula simboliza justamente nossa prisão na esfera dos planos densos e da alma que, mesmo sendo mais sutil que o físico, é nossa prisão na densidade. Foi a partir daí que a vida daquela personalidade que habitava estes corpos decidiu fazer o que era certo e tivemos a oportunidade de continuar com a evolução.

O romper deste véu seria, então, o verdadeiro domínio da vida e das forças da natureza, porque assim, vivendo livre, ainda que permanecendo aqui, as forças positivas de outros planos se moldam as necessidades reais que tenhamos e para que possamos auxiliar a que outros atinjam este mesmo domínio. Por isto se diz que vamos dominar a matéria, porque começaremos a viver fora do que foi ditado como uma regra geral.

Um bom início seria começar a fazer o que gostamos, para conquistar a alma. Viver para conseguir conquistar alegria, para a beleza e a bondade. Mesmo que isto seja, de um ponto de vista mais elevado, uma pura falsidade e uma ilusão, pelo menos nos afasta do jugo do sofrimento e das mazelas. Isto nos dá a oportunidade de fugirmos da armadilha de sermos sofredores e por isto afastamo-nos da ditadura da dor do mundo.
  
Aumentar a Freqüência
  
Este é outro problema que vejo acontecer. Dizem que devemos aumentar a freqüência para que possamos sair da matriz, etc., para que não soframos a influência de toda esta manipulação e coisas do tipo. Mas se apenas aumentamos nossa freqüência, vamos atingir justamente o maior problema que é o astral. Entramos em uma freqüência diferente, vamos perceber de maneira diferente, com uma visão mais ampla, um mundo completamente novo. Mas ao mesmo tempo podemos estar caindo no ciclo interminável que é a programação para que permaneçamos neste mundo, nesta dimensão. Não basta elevar a freqüência, o que precisa ser feito é, acima de tudo, atingir a maestria, atingir o divino.
  
E para isto, num primeiro momento são necessárias as DESINICIAÇOES ou seja, desprogramação de energias, forcas, rituais, pensamentos e conceitos arraigados para que tenhamos a energia para iniciarmos o trabalho interno verdadeiro, com força e com coragem. Vamos ver que as situações de vida se dissolvem porque faziam parte do projeto que cada um, adormecido para si mesmo, planejou inconscientemente. Isto leva a mudanças e novas perspectivas. Mas sem a fantasia e sem ser atrapalhado pelas imagens ou visões distorcidas que o astral pode trazer.
  
Expansão e Elevação
  
Agora quero fazer uma diferenciação de conceito baseada em tudo o que vimos até aqui a respeito de toda esta “trampa” que nos colocaram e que tem colocado até mesmo os que se chamam místicos, esotéricos, newageanos, etc.
O conceito de expansão da consciência, apesar de conseguir dar para o que realiza determinados exercícios uma real abertura para percepções de sensações e conhecimentos muito além da mera capacidade de entendimento e interpretação humana corrente, é limitado pela dimensão ao qual se encontra.

Então uma expansão de consciência apenas reflete a capacidade de entendimento de determinados efeitos e causas naturais, leis naturais, que regem esta dimensão física, astral e mental no máximo. Mas sempre vai ser nestes níveis.

Já a elevação da consciência, para níveis e dimensões superiores, esta sim vai trazer para a vida e manifestação aquilo que realmente ocorre além do manto da terceira dimensão e da consciência humana propriamente. Aí estarão os níveis de contato interno superiores, com o centro do ser e com sua própria divindade. A elevação ou ascensão retira as máscaras e véus e traz para a vida encarnada, enquanto o ser está encarnado, os reflexos do contato e permanência nestes níveis.

Olhar pela janela, olhar pela fechadura...
Por que se diz que é preciso olhar para dentro e si mesmo?
Porque olhando para fora, vemos as galáxias, as estrelas, tudo enfim... Mas vemos tudo o que foi criado e manifestado, tudo o que podemos compreender com nossa mente e até mesmo com nossa alma.

Mas não é o que realmente importa nestes dias, nesta hora. O que nos importa é olhar para dentro, porque ali estão as respostas verdadeiras, a compreensão verdadeira e a única saída desta ilusão que nos fizeram acreditar como sendo o estado de vigília. Somente aquele que se vê de fato pode mudar sua vibração para que não seja enganado. Ele muda sua vibração e não pode mais ser afetado pela influência da quarta ou quinta dimensão. Ele mesmo pode se enganar, se quiser viver bem, viver apreciando as fantasias que são criadas para entreter os sentidos físicos.
  
Mas ele sabe que são apenas diversões, ilusões e que, mesmo tendo certo tipo de envolvimento com elas, não faz mais parte delas. São passatempos enquanto não vai para o seu lugar definitivo. Mas é preciso estar livre. É preciso tirar a casca, é preciso ver-se como de fato somos.

É preciso um esforço bem grande para conseguir chegar a romper com essas coisas. Num primeiro momento começamos descartando tudo de nossas vidas. Começamos avaliando cada movimento, cada reação, cada sensação. Por que faço isto ou aquilo? Por que reajo desta maneira? Por que gosto de tal cor, música, livro, sabor? Por que uso tal objeto? Porque compro determinadas coisas?

Disto advém a primeira compreensão de quem somos de fato. Nisto também entra a análise se somos parte do quadrado ou do circulo...
  
O quadrado e o círculo

O quadrado é o lugar comum, aquele que segue o “programa” sem olhar o que faz, mesmo que aparente lutar pela vida – não que seja de todo errado, conheço muitas pessoas que fazem isto para o bem – mas são aqueles que seguem o programa, se desesperam se não seguem o padrão de nascer, casar, ter filhos, etc. Lutadores e positivos, sempre vão em frente mesmo com obstáculos. Mas no máximo conseguem ver as estrelas, jamais dentro de si mesmos. Lembra da musica “Meu Amigo Pedro”, do Raul Seixas?

Mas os do circulo são ainda piores. Crêem serem os bons, aqueles que mudam tudo, transformadores, que não estão mais no programa, mas seu alcance é para sempre chegar ao mesmo ponto. Quanto mais andam, pensando que vão para a frente, se enrolam na estrada circular. Nunca alcançam a verdadeira liberdade. Olham para si e crêem que atingiram a posição de olhar os do quadrado desde acima. É como se estivessem circundando o quadrado. Mas ainda estão dentro do quadro, da paisagem, da montagem geométrica que manifesta este mundo de fantasia, ilusão e sonho.

A saída então seria a volta ao ponto. O ponto original, conforme nos proporciona aquela técnica da Ponte de Helio. Ela remete-nos para o centro de nós mesmos, simbolizado pela pineal, como um contato com os planos originais ou com nossa essência, não apenas imaterial, senão divina. Se atingirmos isto, esta essência, um milissegundo que seja, é o suficiente para transformar nossa vida e o nosso ambiente. Primeiro num caos, fruto de deixar desabar todas as perspectivas, sonhos e ilusões do mundo. Depois num extremismo fanático, produzido por alguém que teve um vislumbre de realidade e que gostaria de mostrar isto aos demais. Além disto vem uma profunda desilusão, porque gritou aos quatro ventos e ninguém quis saber de ouvir ou mudar algo em sua vida. Mas num momento posterior vem a plenitude, não sei se imediatamente após a desilusão, mas quando a plenitude chega, vai sabendo o momento de calar ou de falar.
  
E aí se torna um instrumento eficaz para a verdadeira luz. Mas luz também é outro termo que vamos ter que tomar cuidado, porque como sempre disse, para quem não vê nada, um ser de pouca luz pode parecer do bem, o que nem sempre ou muito raramente é assim. Enganos demais. Mas a saída é bem simples, e esta mais perto que pensamos.

Só para deixar mais uma linha de pensamento para reflexão, temos também o fato que podemos quebrar as chaves genéticas antigas e animalescas (essas do padrão Adâmico). De alguma maneira, apesar de todo tipo de manipulação que sofremos, tivemos como característica, talvez não deixada de maneira premeditada, de ligar, desligar e acrescentar partes de DNA ou características genéticas. Esta brecha ou abertura é a que nos oportuniza sair do controle da negatividade e vermos a verdadeira realidade ou a luz real. Sobre isto e o que se diz sobre GNA já falamos um pouco em um tópico anterior.

Fico por aqui hoje, com muitas idéias tendo sido colocadas, muitos pontos um tanto desconexos, mas que certamente fará o leitor atento pensar bastante. Certamente não esgoto estes temas por aqui. Sei que não falei de muitos aspectos que poderiam trazer mais esclarecimentos para cada parágrafo tratado, mas deixo as sementes para discussões futuras.

Finalizo lembrando o que tenho frisado muito ultimamente: todo movimento tem que estar motivado por alegria. Esta é uma importante chave neste momento da humanidade.

E continuamos...
  
DELCI JARDIM