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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte I



Tudo é Tudo e as Novas Conspirações Cósmicas - Parte I

Modelo Tridimensional

Nesta pesquisa, além de outros, encontrei dois nomes muito comentados. Estive vendo textos interessantes, principalmente sobre as pesquisas e descobertas de Zecharia Sitchin e Nassim Haramein. Como era de se esperar, encontrei um erro fatal em cada um. O principal, começando pela conclusão, é que esquecem que o foco principal deve ser a elevação, a ascensão, a iluminação. O segundo é o modelo usado para definir o progresso do planeta e do ser humano. O problema é que sempre voltam ao modelo cabalístico, que é limitado e nunca despertou a ninguém, pois é o instrumento daqueles que nos criaram e ao mundo tridimensional e para que ele permaneça como está. Nunca chegaremos a nenhum lugar acima do nível já dominado enquanto usarmos o modelo retilíneo geométrico. A nova geometria, se precisarmos de formas, deve ser a esférica, circular. Mas isto não importa. Importa o fato que a cabala pode levar no máximo para a quinta dimensão e esta dimensão ainda pode ser dominada pelos que sempre dominaram a terceira e a quarta. A fuga disto não é o modelo imposto e tão bem engendrado que os maiores pensadores de hoje, pensando ter descoberto a pólvora do conhecimento, ainda agem sob a mesma perspectiva criada desde tempos remotos pelos seres que sempre dominaram este plano.

E porque isto é assim? Porque toda vez que a cabala for usada, por mais que as tentativas de descortinar ou decodificar algum de seus segredos aconteça, sempre levará para o centro de outro programa, de outro holograma, e tudo volta a ser como antes, ainda que se tenha a ilusão de que algumas respostas foram alcançadas. E na ilusão destas respostas, continua o programa do domínio, porque o que de fato importa não foi alcançado, que é o divino em cada um.

E por mais interessante que sejam as idéias e os conceitos que alguns novos físicos como o Nassim nos trazem, a maior conquista deste, por exemplo, foi determinar, de maneira brilhante, o quão presos estamos na terceira densidade. Porque todo o sistema que ele apresenta nos coloca sempre, por mais longe que possamos ir, voltando para este plano, para a terceira dimensão. Este é um problema que não se resolve na matemática ou na geometria conhecida. O problema das esferas ou das toróides ou das estruturas cristalinas é que criam os modelos para esta densidade e assim, voltamos sempre ao mesmo ponto. A fuga para isto tudo é, e sempre foi, a ruptura interna com todo o esquema criado. Só assim a visão se torna clara, pois vai atingir a sexta ou sétima dimensão que são as únicas que estão fora dos conceitos geométricos apresentados e possíveis de serem respondidos neste plano.

O símbolo da transmutação, para exemplificar, é algo além da simples geometria, mas que num primeiro momento se expressa geometricamente, mas é do plano esférico e apresenta uma configuração 3-1. Onde todos interagem simultaneamente e constroem-se a partir de outra dimensão e conforme a oitava dimensão se expressaria na sétima.

Este é um novo paradigma. O de descobrir algo de acima, que não pode jamais ser analisado em termos do que foi aparentemente “deixado” neste planeta, como a geometria chamada sagrada, porque todas as “pistas” até para as “descobertas” futuras foram manipuladas. E a humanidade nunca escapará desta armadilha enquanto a busca estiver apontando no sentido da cabala e para tudo que foi de maneira tão astuta dissimulado.

Confusões históricas

O trabalho de Zecharia Sitchin é o de traduzir os conhecimentos sumérios encontrados em milhares de placas de argila, e teorizar de acordo com o que está escrito nelas. São importantes as informações o que elas nos trazem. Sem dúvida um trabalho magnífico. Mas ele não viveu aquilo, apenas traduz. Não são verdades absolutas dentro da percepção de alguém, mas traduções técnicas e elaborações mentais sobre eventos possíveis. E muitas especulações são mescladas ao conteúdo original, como fruto da sua própria convicção. É como sempre acontece. Estamos limitados e limitando um conjunto maior de informações porque colocamos nossos pontos de vista no meio de algo que poderia ser maior. Isto acontece principalmente porque são usadas as ferramentas da personalidade (o mental e o emocional) para realizar um trabalho deste tipo.

Um exemplo disto é quando cita que os Anunnaki (os que do céu vieram para cá) eram os que se tornaram os Ptahs ou os sacerdotes iniciadores antigos. Aí temos uma limitação, porque nem todos os Ptahs eram desta mesma origem que os Anunnaki ou os fundadores a que se referem as tábuas traduzidas. Tivemos outros seres e colônias de muitos outros pontos do universo instalados por aqui. Em muitos períodos trabalharam e tentaram construir algo em conjunto. Mas, fundamentalmente, existem muitos grupos originais. Este é um ponto importante para que possamos seguir nesta análise.

O fato é que a regra moral como a conhecemos ou entendemos hoje não funciona assim nos planos mais profundos ou para os tempos mais antigos. Então sempre foi possível ver até mesmo os dois lados (o que chamamos de bem e mal) trabalhando quase conjuntamente, dividindo templos ou sabedorias e, de certa maneira, manipulando a informação que era passada para o ser humano criado e manipulado. Neste contexto, sempre tivemos um lado querendo o crescimento da humanidade e seu avanço espiritual e outro lado atravancando ou se alimentando da energia que este ser humano produz.

Então não podemos esquecer que muitos grupos vieram para cá e que, nestes 210.000 anos que conta minha historia neste planeta, estive em muitos pontos e lugares e pude observar estas coisas que relato aqui, até mesmo como participante da classe sacerdotal em vários períodos, como o que chamavam Ptah (sacerdote iniciador e não simplesmente a designação de uma deidade) e vendo o que se passava dos dois lados da historia. E também vi que, quando alguns transgrediam o básico da lei que regia o avanço e o equilíbrio, desde que estivessem dentro da irmandade do bem, eram severamente punidos. Um caso que presenciei e que muito era comum foi o da aniquilação da personalidade ou o “zerar” de um sacerdote. Naquela época e de acordo com as regras internas de então, quando o transgressor escolhia redimir-se, ele deveria optar entre ter sua evolução “zerada”, que significa voltar a ser um individuo com “alma jovem”, tendo que passar por todas as provas estabelecidas para este planeta e quadrante galáctico para elevar-se novamente; se não aceitasse ou estivesse repetindo um erro, poderia ser aniquilado como personalidade e alma, não tendo mais a oportunidade de voltar a este plano. Lembro que Samael (fundador do movimento conhecido como Gnose) dizia que ele mesmo, tendo nos primórdios de seu processo sucumbido às forças involutivas, que teve que refazer sua jornada espiritual, mostrando que também tinha ciência que isto era uma possibilidade. E isto também ocorreu com a essência que habitava estes corpos antes de minha entrada.

Este foi o período quando as religiões começaram. Alguns seres sucumbiram ao poder e ao que poderia ser gerado com o domínio da adoração, acrescentando a isto ritos e sacrifícios de animais e humanos, como maneira de controlar, aterrorizar e dominar, além de servirem como alimento energético para seres negativos. Por isto no período atual da humanidade, as coisas verdadeiras estão totalmente despojadas de ritualística externa. Como já tenho falado, e está escrito na pagina 100 do manual, o ritual que precisamos é nossa própria manifestação do sagrado. E que o há de mais sagrado é cada um de nós.

Na Macedônia, há cerca de 3000 anos atrás houve uma revolta muito importante no sentido de tentar fazer voltar a ordem de grupos originais que queriam o avanço da humanidade. Foi feita uma tentativa de eliminação de seres, inclusive reptilianos, por exemplo, e de tudo o que eles representavam, mas as ligações que tinham com as estrelas e com os que os auxiliavam foi maior. Apesar de ter sido uma conquista na época, não durou muito tempo para que tudo voltasse ao estado de antes e até hoje é assim: dois lados em cada moeda.

As alternativas colocadas no passado de “explodir o planeta” foram feitas pelas hierarquias do bem não propriamente para destruir a humanidade ou o planeta, senão para reverter um quadro de manipulação destes Anunnaki e reptilianos.

A conquista do ser humano, auxiliado por seres de esferas superiores, está em sua facilidade de mesclar-se com características extra humanas que possibilitaram o despertar da chama trina, primeiramente na alma e de sua conexão divina. Aqueles que já tinham isto e vieram para cá, auxiliaram a acelerar este processo, como que contaminando a atmosfera e a essência do ser humano.

O fato de ser possível passar do lado do bem para o negativo, só para dar mais uma breve explicação, se deve ao fato que, principalmente naquela época, os chamados Ptahs ou sacerdotes estavam em uma dimensão que ainda permitia fazer escolhas entre o que chamamos bem e mal. Não eram mestres completos no sentido que entendemos hoje, porque só conseguiam atingir até a quinta dimensão, que é o reino da alma. Não estavam prontos de fato. Temos aqui um dado que vamos explorar mais adiante, que é o fato que devemos agora, mais que nunca, buscar a sexta e a sétima dimensão. Aí sim estaremos livres de toda esta historia que ouvimos e contamos até aqui.

O modelo geométrico cabalístico é o modelo Anunnaki e reptiliano, não o modelo de dimensões superiores. É um engano estudar os níveis lineares que se manifestam até a sexta dimensão. Este é o engano do Nassim ao tentar descrever o universo, pois está descrevendo apenas a constituição física através da visão deturpada ou enevoada que nos foi colocada por esses seres.

E o engano do Zecharia é o da alma, porque não se consegue ter uma definição da totalidade de um evento, fato ou cultura através da concepção mental, se não se tem a “alma” envolvida no contexto, se não se viveu de alguma maneira alguma situação. Outro engano é o de dizer que todos os sacerdotes ou seres que trouxeram conhecimentos eram Anunnaki ou o resultado de um cruzamento com reptilianos Anunnaki. E ainda, que todas as civilizações estariam sobre sua influência e descreviam apenas suas histórias.

Abrindo um parêntese, neste contexto, do domínio e da enganação, tanto falam mal da televisão. Mas a televisão e a igreja são iguais e a mesma coisa. Ambas retiram o que de mais precioso tem o ser humano, que é sua energia. A energia que ele deveria guardar para alimentar a sua fuga desta “projeção holográfica” (que nos traz de volta e nos prende nas dimensões mais densas). Como fazem isto? Porque os obscuros se alimentam das mágoas, tristezas, dores, decepções e desejos e necessidades que as pessoas projetam. Alimentam-se do teu astral.

Mas voltando ao tema das dimensões, pode-se chegar a um nível de resolução do mundo assim, mas do mundo da terceira dimensão. Mas não se chega a nenhuma definição sobre outras dimensões ou como saímos daqui. Não devemos esquecer que nosso objetivo é sair desta projeção ilusória, deste programa, como alguns autores descrevem, deste holograma ao qual vivemos submersos.

Outro autor que cheguei a encontrar nestas pesquisas foi David Icke, extremista sobre a influência reptiliana e conspirações governamentais, gosta de chamar ao mundo de matrix, o holograma. Mas é realmente radical em suas teorias. Ele peca pela falta de um discernimento sobre o que de fato importa e, principalmente, por não mostrar chaves para que possamos de uma maneira clara e objetiva, sair desta tal matriz. Mas estive lendo uma de suas obras, que considerei muito interessante porque pode dar uma boa e resumida idéia a cerca do trabalho de Zecharia Sicthin.

Se for do interesse do leitor, eu aconselharia a leitura de seu livro intitulado “O Maior Segredo do Mundo”, especificamente os capituos 1 e2. De certa maneira lá estão as mesmas conclusões que acabei chegando sobre a obra de Zecharia e sobre as falhas em suas teorias. Seria interessante a leitura destes capítulos, mas que depois o leitor pudesse voltar e reler este artigo, para que sua mente possa se tranqüilizar, haja vista que o David Icke realmente deixa todo mundo de cabelos em pé e não nos apresenta uma saída real para o problema todo que apresenta. Além do mais, exagera em determinadas conclusões puramente mentais e extrapola no sentido de induzir a crer que tudo está sob o comando de uma elite ou governo oculto. Realmente não gosto disto.

Outro dia também vi alguma coisa de um militar americano reformado chamado Bob Dean. Pareceu-me alguém serio, como muitas informações interessantes, em alguns aspectos, mas que em outros também corre no exagero. Nas boas coisas estava uma sólida capacidade de transmitir informações sobre suas experiências com os textos do Zecharia e com seres extraterrestres. Na parte do exagero, quando se refere a informações sobre lua e marte... aí perde-se.


DELCI JARDIM