Por favor, preencha a atmosfera com a vibração sublime dos Santos Nomes:
Hare Krsna Hare Krsna Krsna Krsna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare

sábado, 15 de janeiro de 2011

Quando tocamos nossos limites

Quando tocamos nossos limites
Bel César

Na maior parte do tempo, estamos mais conscientes de como os outros nos tratam do que de como nós mesmos nos tratamos. Isso ocorre porque estamos pouco familiarizados com a possibilidade de sentir nossos próprios sentimentos sem nos sobrecarregarmos com os ditames dos pensamentos rígidos advindos da autocrítica.

Quem não foi bombardeado com frases acusatórias de como deveríamos ser e o que deveríamos fazer para nos tornarmos pessoas mais felizes? Quando nos sentimos encurralados por situações que nos oprimem e revelam que ainda não somos bons o suficiente para lidar com as exigências da vida, estas frases voltam à nossa mente fazendo com que a auto-observação transforme-se numa obrigação, numa ordem.

Tal imposição nos leva a uma sensação ainda maior de ineficiência e inadequação. Pois, ao mesmo tempo em que nos propomos a sentir nossos sentimentos (com a esperança de que assim poderíamos achar os defeitos que nos levaram a sofrer), nos desestabilizamos com as expectativas exageradas a respeito de nós mesmos de como deveríamos nos comportar para não sofrer deste jeito.

No entanto, ter consciência de nossos limites não quer dizer reconhecermos que somos seres limitados. Mas, simplesmente que podemos respeitar o estado em que nos encontramos e buscar novos recursos para avançarmos novamente. Muitas vezes, quando tocamos nossos limites, ao mesmo tempo em que sentimos vontade de avançar, sentimos o medo da falta de recursos para fazê-lo.

Nestes momentos, tanto recuar como seguir em frente serão atitudes desestabilizantes. Então, é melhor admitir que ambos os lados estão presentes e aguardar mais um pouco antes de desistir ou arriscar-se precocemente. Precisamos nos poupar, recuperar nossa força vital e psíquica. Afinal, se não reconhecermos nossos limites inevitavelmente cairemos na exaustão.

Este tempo de cura envolve um processo de relaxamento e entrega, que nos leva a recebermos a força que necessitamos. Enquanto estávamos demasiadamente presos às nossas percepções, não nos dávamos conta do quanto estávamos fechados para receber ajuda. Na expectativa de sermos pessoas eficientes e autônomas, muitas vezes nos cegamos em relação aos outros. Ou seja, não é bom confundirmos responsabilidade pessoal com a presunção de que podemos comandar tudo sozinho!

Em nossa cultura capitalista, não há espaço para desenvolvermos a gentileza de sermos honestos em reconhecermos nossos reais limites. Devemos sempre fazer mais. Até mesmo quando nos propomos a descansar, lançamo-nos em atividades que nos exigem mais esforço e concentração. Reconhecer nossos limites é cultivar respeito por nós mesmos.

Aliás, quando somos honestos com os nossos próprios limites, estamos sendo honestos também com os outros. Ser verdadeiro com você mesmo é a base para sermos verdadeiros com os outros.

É simples e claro: não podemos dar mais do que somos capazes em todas as áreas de nossa vida, sejam elas de ordem afetiva, profissional ou financeira. Mas, em geral, evitamos encarar nossas limitações presentes para não sentirmos o risco da exclusão.

Curiosamente, é ao agir enganosamente (como se pudéssemos, quando na realidade não somos capazes), que corremos o risco real de sermos excluídos. Pois, uma vez que nossa incapacidade for revelada, seremos inevitavelmente vistos em nossas falhas. Mas, o medo de ser excluído ainda é maior do que a capacidade de revelar nossas vulnerabilidades. Então, este é o ponto a ser encarado: a sensação de insuficiência nos remete à ameaça de sermos excluídos!

Aprendemos a ler este risco ainda quando éramos crianças bem pequenas. Sob a pressão de atender as exigências de sermos uma criança perfeita para não decepcionarmos os nossos cuidadores, nos comportamos como se fosse natural dar conta de tudo que nos fosse solicitado.

Quem não reconhece a lembrança de uma comunicação implícita que de uma vez que nossos pais nos davam tudo que necessitássemos deveríamos ser igualmente capazes de responder à altura do que eles almejavam para nós? Desta maneira, a priori, estaríamos nos comportando de acordo com o esforço incomensurável que eles faziam por nós.

Diante desta lei silenciosa de ordem e obediência, não havia espaço para o auto-reconhecimento de nossas falhas e limites. Era feio e inadequado ter limites. Afinal, diante de nossas fraquezas frequentemente escutávamos: "É só querer". Incapazes de responder a tais expectativas exageradas, nós crescemos com a sensação, quase que despercebida, de que quando oferecermos algo, jamais não será o suficiente. Aliás, o outro, além de pedir por mais, não terá empatia pelo nosso esforço já realizado...

A maioria de nós foi educada com a mensagem de que poderia ser e fazer sempre mais e mais. Por exemplo, quando fazíamos algo bem, ao elogio era adicionada uma expectativa ainda maior: "Muito bem, agora que fez isso, faça aquilo".

Em outras palavras, a energia do reconhecimento não estava unicamente associada ao regozijo, mas também cobrança de algo "mais". Neste sentido, o próprio reconhecimento vinha carregado de uma mensagem de insuficiência!

Diante da insuficiência, sentimo-nos isolados, encapsulados na inadequação. Como romper esta barreira que um dia nos serviu para nos proteger do risco de decepcionar os outros com nossas fragilidades? Como sanar a sensação de dever ser ou dar sempre mais?

Primeiro, podemos reconhecer a ansiedade e a inadequação como sentimentos que nos revelam algo além do desconforto: eles nos alertam que estamos nos pressionando e sendo pressionados.

Segundo, reconheça este aviso como um alerta importante e não duvide de si mesmo. Pois a dúvida nos paralisa instantaneamente. Continue a encarar a inadequação como um aviso de fronteiras. Lembre-se: os outros podem nos tratar mal, mas ainda assim podemos nos tratar bem!

Em seguida, devemos trabalhar o medo da exclusão. Pois, diante da ameaça da exclusão acionamos o mecanismo compulsivo de suprir as exigências alheias. Mas, lembre-se: não reconhecermos nossas fragilidades é um modo de nos excluirmos de nós mesmos!

Ao aceitarmos nossos limites, sejam eles passageiros ou não, tornamo-nos inteiros. Neste sentido, reconhecer nossos limites é tanto uma forma de auto-organização como de harmonizar os relacionamentos com os outros. Pois, quando revelamos nossa condição real, os outros também poderão nos perceber de um modo integrado.

Nesse momento, a ameaça de sermos excluídos não será mais vista como uma única possibilidade. Na medida em que percebemos que o medo da exclusão é regido por nossas projeções mentais negativas, podemos olhar a realidade com novas possibilidades de solução.

Tudo é cíclico. Assim como nosso desenvolvimento interior. Podemos a qualquer momento treinar o auto-reconhecimento se nos alegrarmos com o que já sabemos e quem nós somos agora mesmo!

A Luz do Xamanismo
Exercício Bioenergético para o seu Dia a Dia


Sente-se confortavelmente num lugar tranqüilo. Mantenha uma postura mental positiva, elevada, aproveite esta prática bioenergética como uma oportunidade de expressar e expandir suas melhores energias. Renovar-se!

Se sentir vontade, deixe tocando uma música de fundo, agradável, relaxante, que você goste. Ela será sua companheira de prática e poderá facilitar a sintonia com atmosferas sutis.

Respire profundamente... Ao inspirar sinta as energias vitais sendo absorvidas por seu corpo e ao expirar solte as tensões, as energias que você não quer mais em sua vida.

Torne-se mais relaxado e presente no momento “agora”.

Saiba que é na simplicidade que poderá encontrar a profundidade e é no contato consigo mesmo, em seu universo interior que poderá expandir sua visão da vida.

Usando sua capacidade de visualização, mentalize o céu carregado de nuvens de chuva, relâmpagos, trovões.

Observe este fenômeno da natureza em sua tela mental.

Use a sua imaginação curadora. Fique assim por um tempo, apreciando a movimentação das energias no céu e as sensações que causa em seu corpo.

Agora, imagine que um raio luminoso entra no topo da sua cabeça, no chacra coronário, transmitindo forte conexão com uma energia superior, a Essência, a Criação, o Grande Mistério.

A partir do coronário a energia desce rapidamente ativando os outros chacras principais: frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico. Permanecendo nos sete pontos-chacras uma pequena esfera de luz brilhante, pulsante.

No chacra frontal, bem no meio da sua testa, realizando uma harmonização dos pensamentos, diluição das preocupações e proporcionando clareza mental.

A esfera luminosa atuando no chacra laríngeo, na região da garganta, vibra nas freqüências criativas, equilibrando as expressões, a energia das palavras com mais doçura.

No chacra cardíaco, na região peitoral, sente-se liberto das amarras energéticas, de mágoas, sinta-se purificado, mantendo uma sensação de muita liberdade. Trazendo o contato com a essência, a compaixão e o amor.

No chacra umbilical a esfera brilha e traz vitalidade na força do raio luminoso expressando o poder do guerreiro interior, do realizador.

No chacra sexual, a esfera brilhante liberta das energias e crenças repressoras e assim poder sentir o verdadeiro prazer de viver, respire e sinta.

O chacra básico acumula a energia do "Raio Luminoso", reafirmando e intensificando o compromisso consigo mesmo e a Criação. O fortalecimento e a força curadora para seu corpo físico.

Deixe os movimentos sutis dos raios luminosos, das esferas luminosas, passearem, dançarem pelo seu corpo e fique muito bem, com seus olhos mais brilhantes!!!

Awoo!

Abraços de luz!

Vitor Hugo

www.vozdoselementos.com.br

FACES DO EGO E DO ESPÍRITO

Hinário Céu Nossa Senhora da Conceição - 44



FACES DO EGO E DO ESPÍRITO

REFRÃO
Vou lhe apresentar velhos conhecidos teu Antigos companheiros que vai reconhecer que vêm aprisionando toda sua divindade ofuscando o brilho da luz do divino Ser. Manifestamse como adversário da alma, Confundindo sentidos e o deixando no Ter.

01 Recordate da preguiça, acaso não a conhece bem? Ela é forte como um touro e pesada como uma baleia. Assim faz pequenas tarefas serem pesadas também, e você fica na derrota por toda uma existência inteira. Nada faz por si mesmo e nada faz por ninguém. É uma âncora maldita e sangue suga que espreita.

02 Recordate da luxúria, acaso não a conhece bem? É uma velha encurvada, tem rugas e aparenta paz Mas a tal aparência vem pelo tempo de vida que tem
É astuta e pode se disfarçar num viril e belo rapaz, e numa bela mulher, sempre para destruir alguém. De corromper, macular e adoecer ela é muito capaz.

03 Recordate da cobiça, acaso não a conhece bem? Assemelhase a um mendigo maltrapilho e fedorento, É um câncer disfarçado e muitos mataram por ele te faz abandonar a família, deixar os filhos ao relento. Como fumaça cega teus olhos e o desvia do caminho. Fazte andar em círculos, impedindo seu crescimento.

04 Recordate da gula, acaso não a conhece bem? Assemelhase a uma linda mulher de contornos perfeitos, Sabe ser atraente, tem natureza delicada e discreta assim é difícil se livrar dela, não se mostra como defeito mas te conduz e até empurra pela senda da luxúria. Saciando o prazer desmedido terminou devorado inteiro.

05 Recordate da ira, acaso não a conhece bem? Assemelhase a um velho manso, calmo e sereno. Velho conhecido dos homens se esconde em seu íntimo. Quando se mostra elimina qualquer outro sentimento, Pode estar em qualquer lugar, escalar a mais alta muralha. É a causa de muitas guerras, doenças e atos horrendos.

06 Recordate da inveja, acaso não a conhece bem? Assemelhase a uma princesa cheia de jóias e brilhantes. Habita o coração do rico, do poderoso e do mendigo também, Surge pela ausência da felicidade nos espíritos caminhantes
felicidade provêm do amor, coisa que o homem ego não tem. A Inveja e a tristeza são antigas companheiras e dominantes.

07 Recordate do orgulho, acaso não o conhece bem? Assemelhase a um garoto inocente, inofensivo e jovial. Mas está em todos outros, é o fôlego vivo que os mantêm. O orgulho se mostra belo e faceiro, mas é uma raiz do mal.
Estando presente na mente humana toda a luz ele detêm. É como um dia nublado e cinza, cujas nuvens detêm o sol.

08 A luxúria se orgulha de seus corpos, se julgam merecedores. A preguiça se orgulha de vegetar e explorar o seu irmão. A cobiça se orgulha da riqueza e inveja a felicidade alheia. A gula se orgulha do que é e jamais admitem o que são. A inveja tem o orgulho ferido pela felicidade dos demais. A ira se orgulha em julgar e não vê sua própria imperfeição.

REFRÃO
Vou lhe apresentar velhos conhecidos teu Antigos companheiros que vai reconhecer que vêm libertando toda sua divindade aumentando o brilho da luz do divino Ser. Manifestamse como expressão da alma, Afinando os sentidos e o deixando no Ser.

09 Recordate do entusiasmo, acaso não o conhece bem? Ela é forte como um touro e pesado como uma baleia. Assim faz grandes tarefas serem pequenas também, e você fica na vitória por toda uma existência inteira. Tudo faz por si mesmo e tudo faz por alguém É uma turbina bem dita e grande apoio que espreita.

10 É manterse em alto astral, por o sopro da alma em tudo. O que posso fazer, mas que ainda não tenho feito? Metas limitadas geram vidas limitadas, faça sua escolha? O grande entusiasta Aníbal escolheu do mesmo jeito, Ou encontramos um caminho ou então abrimos um. E a história nos ensina que Roma tremeu em seu leito.

11 Recordate da flexibilidade, acaso não a conhece bem? Assemelhase a um jovem feliz, de mente e sorridente. Mas está em todas as virtudes é o fôlego que as mantêm. A flexibilidade se adapta, é uma raiz do bem presente. Que estando na mente humana toda a luz em si detêm. É como uma manhã clara e azul, cuja luz se faz crescente.

12 O sucesso e o fracasso são faces de uma mesma moeda, A diferença está na ousadia da envergadura que mantêm. Digame quanta inovação recente teve na sua vida? A resposta é a exata medida da flexibilidade que tem! Permanecer somente na zona de conforto é ser inflexível, Ter coragem, iniciativa e criatividade é ser flexível também.

13 Recordate do amor, acaso não a conhece bem? Assemelhase a um velho manso, calmo e sereno. Velho conhecido dos homens se esconde em seu íntimo. Quando se mostra elimina todo os maus sentimentos, Pode estar em qualquer lugar, escalar a mais alta muralha. É a causa de toda a paz, do socorro e do bom alento.

14 Cuide para que quando uma pessoa se dirigir a você, Que ao sair ela vá sempre melhor do que quando chegou, Assim ela estará levando um pouco do sopro de sua alma, Você também ficará melhor do que quando ela o encontrou. Seja amoroso e bondoso, ponha sua alma em tudo que fizer, Observe o Mestre Jesus que a toda humanidade ele amou.

15 Recordate da contribuição, acaso não a conhece bem? Assemelhase a um rei revestido de muitas jóias e brilhantes. Habita o coração do rico, do poderoso e do mendigo também, É a boa presença da partilha nos espíritos caminhantes. Contribuição vem do amor, coisa que o homem ego não tem. Contribuição e felicidade, antigas companheiras e dominantes.

16 Saber contribuir e compartilhar é saber viver feliz, Lei da abundância é ser aberto a dar para poder receber. Como tem contribuído na sociedade, no trabalho e na família? Contribuído menos e cobrou mais? Do que plantou vai colher! Por medo e egoísmo o homem se agarra as suas limitações. A natureza por si é a prova de que contribuir é um dever.

17 Recordate da energia, acaso não a conhece bem? Assemelhase a um governante, bem vestido e cheiroso, É uma cura eficiente e muitos se curaram por ela. Faz reunir a família, deixa os filhos em um lar zeloso. Como sol clareia teus olhos e o guia pelo caminho. Faz andar em passos reto e ter crescimento primoroso.

18 Para a energia aplicar é primordial que tenha saúde, Quantos vem investindo numa cirrose ou coisa pior? Doença é o corpo dizendo: Está atrás de um ataúde? Pergunte: O que devo fazer para ter uma saúde melhor? Saúde e energia são companheiras todos os dias da vida, Saúde com persistência é a energia e felicidade maior.

19 Energia é persistência até alcançar o que se desejou. Se tivesse desistido de aprender andar, ler e escrever, Como acha que você seria hoje? Bom que não desistiu! Salve a ti Nelson Mandela, quanta energia precisou ter! Para sonhar sem cobiçar e por 27 anos numa prisão. Sonho e energia, presidente no seu país conseguiu Ser.

20 Recordate da disciplina, acaso não a conhece bem? Assemelhase
a um homem forte, ponderado e perfeito. Sabe ser atraente, tem natureza precisa e adequada, assim é fácil de se unir a ele já que corrige os defeito. Te conduz e te encaminha pela senda da perfeição. Ponderado e comedido te mantém no caminho do meio.

21 Sendo disciplinado, a vitória é só uma conseqüência. Um talentoso homem indisciplinado é um derrotado. Um talentoso homem disciplinado é um vitorioso.
Um homem sem talento, mas sendo disciplinado. Forma hábitos construtivos e supera o talentoso. O samurai explica que a disciplina é o seu legado. Adquirir os hábitos que deseja, isto é se disciplinar. Necessidades primárias são sempre prioridades. Secundárias como urgente é só a forma que focar! Disciplina pondera e resolve tudo isto com facilidade. A disciplina permite o domínio da mente racional, desenvolver o sentir e contatar fácil a espiritualidade.

22 Recordate da alegria, acaso não a conhece bem? É uma jovem ereta, sem rugas e que possui paz, Mas a tal aparência vem pelo tempo de vida que tem, Uma onda leve e transparente que tudo de bom ela trás, É sempre o melhor remédio que se pode curar alguém, Fazer de você um ser agradecido e melhor ela é capaz. É feliz com o que tem ou sofre cobiçando o que falta? Não há caminho para a felicidade, pois ela já é o caminho! A morte ruim? Muito pior é viver uma vida mal vivida! Quem não sabe viver a vida é um fardo pesadinho. Gosta de negativos e ranzinzas ou de positivos e felizes? Sorrir é sempre o remédio e mata a cobiça no ninho!

REFRÃO
Busque o conhecimento interno, busque pela intuição. Agora chegou o momento, me ouça com todo o respeito. Já lhe mostrei seus inimigos que a muito lhes fazem sofrer, Agora te entrego o segredo de manter o universo no peito.

23 Quando viver em humildade será como o mar soberano. Que embora maior que a terra se mantêm um nível abaixo. O sábio está acima dos homens, mas aprendeu com o oceano, Sendo abaixo não machuca, está sempre no final da fila. Assim pode irradiar mais luz à mente dos irmãos humanos.

24 O verdadeiro sábio é seguido não pelo que faz ou fala. Mas sim pela sua situação interna de grandeza e integração. Quando se perceber o ser espiritual mais do que o ser racional, é natural obedecer, pois reconhece o Cristo em manifestação. Que veio após as vitórias sobre os inimigos do ser espiritual.

25 Abandone a mente coletiva e os ditames do dever assim nascerá novamente à justiça e a compaixão. Abandone a astúcia e busque os tesouros do céu assim terá verdadeira riqueza e extinto estará o ladrão. Acredite no PAI, confia NELE, já é ele que sustenta a vida. Ser ateu ou agnóstico é o cumulo da burrice e da perdição. Soltese, viva pelo coletivo e anula tua individualidade. Buscando o conhecimento interno teus problemas cessarão.

26 Mais um outro segredinho que vem com a experiência. O arrogante não se humilha, sempre causa repulsão, A benevolência é mais competente do que a violência, O que mais se humilha é sempre o maior, faz união. O grande ao se humilhar ante o pequeno, o governa. Os pequenos ao se humilharem ante o grande crescerão. A divindade ao se humilhar ante a rebeldia dos homens, Mostrase SER maior governa e conduz para iluminação. O pequeno homem ao se humilhar ante a grande LUZ, Mostrase capaz de ser uno com o todo e viver a integração.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Os Cinco Aspectos de Kali




Prática Meditativa:.

Quando você precisar de coragem para enfrentar alguma situação difícil, faça essa prática meditativa poderosa.
Invocar dentro de si os cinco aspectos da deusa, ajuda a remover as barreiras do seu caminho físico, emocional e espiritual.

Sente-se num lugar tranquilo e silencioso, na frente de seu altar ou da imagem da deusa e visualize todos os aspectos de Shakti dentro de você.

Om Sri Kalyai Namaha!

Os cinco aspectos de Kali

1. Eu sou a Beleza - a protetora apaixonada da vida.

*Kali é jovem, linda e tem a pele escura.
Seu cabelo é longo, vermelho, e repleto de vitalidade.

2. Eu sou a Dançarina - aquela que confere a criatividade e restaura a equanimidade.

*Kali dança sobre Shiva e Shakti, o casal cósmico cuja união faz emergir a criação.

3. Eu sou a Sabedoria - a ausência de paixão que corta a ignorância.

*Em suas mãos, Kali traz a espada do conhecimento, que corta a ignorância; tesouras, que cortam o apego; uma cabeça decepada, simbolizando o abandono da mente racional e do ego; e a lótus, que representa a realização da vida espiritual.

4. Eu sou Shakti - a energia primordial da criação.

*A cobra enrolada em torno do corpo de Kali mostra os poderes transformadores de Shakti.

5. Eu sou o Renascimento - a memória cósmica de tudo que existe.

*Kali usa uma guirlanda feita de cabeças em volta do pescoço, enfiadas no cordão umbilical da alma, representando a sabedoria acumulada e a lembrança coletiva da existência humana.

Depois dessa visualização, recite o mantra de Durga, para selar as lições da Deusa Guerreira e a proteção dela dentro de você.

Om Sri Durgaya Namaha!

*Texto retirado do maravilhoso livro "O Caminho da Prática" de Maya Tiwari.

Om Mani Padme Hung



Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet.


Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG e este é o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.

Qualquer pessoa pode entoá-lo.


O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento budista.

De acordo com Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro de suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda.

OM - A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.
MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.
A senda das seis perfeições é a senda de todos os budas.


Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana como Avalokitesvara.



tudodeom.blogspot.com

Xamanismo

Xamanismo

Os xamãs homens e mulheres iluminados dos sistemas tribais, conhecidos também como Pajés, Caciques, Curandeiros, ensinam o caminho da saúde, felicidade e o contentamento dentro das suas culturas.
No xamanismo Norte-Americano, quatro são as atitudes e caminhos que conduzem ao contentamento se forem estimuladas, pois elas já existem dentro de nós.
É como se tivéssemos quatro guardiões, ou personagens no nosso interior, que quando os evocamos, cada um traz uma força particular, algo como anjos protetores, ou Santo padroeiro. As energias são do guerreiro, curador, visionário e mestre.

1º Atitude do Guerreiro

É a capacidade de perseguirmos ideais, é a força de nossa alma, daquilo que sou, é o estar presente.

O guerreiro na tradição indí gena, tem a capacidade de contentamento e respeito à todos os seres vivos, pessoas ou não. A própria palavra respeito vem do latim Respicere que significa disposição de olhar outra vez, com tolerância. O guerreiro sem julgar, trabalha com a capacidade de dizer não (você diz não quando precisa?) e usa corretamente os seus 3 poderes:

O primeiro poder é o da presença, seja a presença da mente, fí sica e a presença de alma.

O segundo poder é o da comunicação. Falar sempre a verdade e não falar palavras que envolvam intolerância e fofocas.

O terceiro poder é o posicionamento, saber onde colocar sua energia. Quando o guerreiro está sentindo que já está perdendo energia, ele adquiri um chocalho ou maracá e faz uma dança passando o mesmo em volta de todo o corpo, porque nas tradições indí genas, a pessoa que perde o poder esta perdendo a identidade e o chocalho traria-a de volta. Chocalho que imita o barulho da chuva e que representaria uma limpeza, uma purificação.

O guerreiro também quando perde o seu poder procura meditar em animais, sempre são autênticos, verdadeiros, vivem do aqui o agora. O guerreiro medita no animal de poder, que pode ser um animal que goste, ou algumas vezes sonha com esse animal, descobrir as caracterí sticas, o que ele representa para ele.

O guerreiro reserva um tempo para estar só e em contato com a natureza.

Ensinam os xamãs: Quando houver muito a fazer, não tenha medo. Quando nada houver a fazer, não se precipite, não fale sobre opiniões do certo e do errado.

2º Atitude – Curador

É o caminho do coração, sentimento.Coração pleno, aberto, lí mpido e forte.

O curador se relaciona com os outros, usando o reconhecimento, valor, aceitação e consideração. Tem sentimentos de gratidão pelas suas forças, por suas caracterí sticas pessoais, pelo jeito que é.

O curador existe em todos nós. Quando reconhecemos uma erva, o momento certo de contatar a natureza e até mesmo, o momento de consultar um médico, tomar um remédio, etc. Quando nosso coração está fechado e sem amor nosso curador está desaparecido, sem contato.

Jeanie Achterberg, escreve sobre o caminho do curador:

- Nosso curador nos lembra do nosso ví nculo com o nosso planeta e a interdependência com todos seres vivos.
- Curar é vencer os medos
- Curar é abrir o que está fechado
- Curar é experimentar o divino em tudo e todos
- Curar é a criatividade e a tolerância
- Curar é expressar o que têm e o que se é na plenitude, a tua luz e tua sombra
- Curar é confiar na vida

O curador se conecta com a cura na meditação deitada, no relaxamento, no repouso do coração.

“ Quando o coração repousa, vê festa em tudo”
“Ditado Índigena”

3º Atitude: Sonhador ou Visionário

É o caminho da verdade e do não julgamento. O poder da prece e a visualização do futuro. O sonhador sonha e faz suas orações e mentalizações, para si e para o planeta: Os visionários sabem que cada pessoa tem a sua própria verdade portanto quando fala à sua verdade o faz sem imposição, sem julgamento e com autenticidade.

O visionário perde sua alma e seu contentamento quando:

1- Finge ser outra pessoa para agradar aos outros, para receber carinho e aprovação.

2- Foge da própria sombra e de aspectos da vida interior ou exterior que devem ser percebidos.

3- Renuncia a si mesmo por timidez ou vergonha de algo o que faria passar por uma pessoa de “coração fraco”

O visionário recupera a alma quando caminha meditando (tema estudado em outro capí tulo) e quando escuta com atenção suas músicas de poder.
Quais músicas te põem em contato com teu coração?

4º Atitude: O mestre

Clareza, objetividade, discernimento e flexibilidade. Esses são os caminhos do mestre.

Ter confiança nas incertezas da vida e saber que terá fatalmente que passar por perdas e que quando consciente delas se vive mais feliz:

Perda de propósito de vida
Perda de pessoas
Perda de controle
Perda de valores materiais
Perda de certezas e conseqüentemente surgimento de confusão na vida. (momento de parar de agir)
Baseado em Harrison Owen que nos ensina uma meditação muito iluminada sobre a questão do apego, adaptei o texto abaixo:

•Se tem alguém hoje na tua vida é essa a pessoa certa. As que ficam para trás não são as
pessoas certas.

•No momento que você inicia algo é esse o momento certo e não no passado e nem no
futuro.

•O que acontece na tua vida é a única coisa que poderia ter acontecido.

•Quando algo acaba, acabou e isso é agora a coisa certa.

Se você quiser mais informações de como trilhar o caminho Quádruplo (Guerreiro, Mestre, curador e visionário) leia o trabalho magní fico “O Caminho Quádruplo” de Angeles Arrien. Ed. Agora.

Medite um pouco sobre seus elementos: curador, sonhador, mestre e guerreiro.

Reflexão

Sou curador quando?
Sou guerreiro quando?
Sou visionário quando?
Sou mestre quando?



http://br.groups.yahoo.com/group/luznocaminho/

Mestra Ascensa Kuan Yin




A Salvadora Compassiva

Kuan Yin é a Salvadora Compassiva do Leste. Por todo o Oriente altares dedicados a esta Mãe da Misericórdia podem ser achados em templos, casas e grutas nos caminhos. Orações à Presença dela e à sua Chama estão incessantemente nos lábios dos devotos à medida que buscam orientação e socorro em todas as áreas da vida.

Muito presente na cultura oriental, Kuan Yin tem despertado interesse em seu caminho e ensinamento entre um número crescente de devotos ocidentais, que reconhecem a poderosa presença da "Deusa da Misericórdia", junto com a da Virgem Maria, como iluminadora e intercessora da Sétima Era de Aquário.

A longa história de devoção a Kuan Yin mostra-nos o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz que não somente dedicou sua vida a seus amigos mas sempre assumiu o papel de intercessora e redentora. Durante séculos, Kuan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana em seu papel de bodhisattva (chinês p'u-sa), literalmente, "um ser de bodhi, ou iluminação", destinado a se tornar um Buda, mas que renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.

O nome Kuan Shih Yin, como é freqüentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve as lamentações do mundo". Segundo a lenda, Kuan Yin estava para entrar no céu, porém parou no limiar ao ouvir os gritos do mundo.


Kuan Yin

Existe ainda muito debate acadêmico relativo à origem da devoção à bodhisattva feminina Kuan Yin. Ela é considerada a forma feminina de Avalokitesvara, bodhisattva da misericórdia do Budismo indiano, cuja adoração foi introduzida na China no terceiro século.



Estudiosos acreditam que o monge budista e tradutor Kumarajiva foi o primeiro a se referir à forma feminina de Kuan Yin, em sua tradução chinesa do Sutra do Lótus, em 406 a.C. Dos trinta e três aparecimentos do bodhisattva mencionados em sua tradução, sete são femininos. (Devotos chineses e budistas japoneses desde então associaram o número trinta e três a Kuan Yin.)

Embora Kuan Yin tenha sido retratada como um homem até o século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século oitavo, durante a dinastia T'ang, a imagem da celestial bodhisattva como uma bela deusa vestida de branco era predominante e o culto devocional a ela tornou-se crescentemente popular. No século nono havia uma estátua de Kuan Yin em cada monastério budista da China.

Apesar da controvérsia acerca das origens de Kuan Yin como um ser feminino, a representação de um bodhisattva, ora como deus, ora como deusa, não é inconsistente com a doutrina budista. As escrituras explicam que um bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma - macho, fêmea, criança e até animal - dependendo da espécie de ser que ele procura salvar. Como relata o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kuan Shih Yin, "pelo recurso de uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação". *

Pela lenda do século XII , do santo budista Miao Shan, a princesa chinesa que viveu em aproximadamente 700 a.C. e que largamente se acredita tenha sido Kuan Yin, reforça a imagem da bodhisattva feminina. Durante o século XII monges budistas estabeleceram-se em P'u-t'o Shan - a ilha-montanha sagrada no Arquipélago de Chusan, ao largo da costa de Chekiang, onde se acredita tenha Miao Shan vivido por nove anos, curando e salvando marinheiros de naufrágios -, e a devoção a Kuan Yin espalhou-se ao longo do norte da China.

Essa ilha pitoresca tornou-se o centro principal de adoração à Salvadora misericordiosa; multidões de peregrinos viajavam dos mais remotos cantos da China e até mesmo da Manchúria, Mongólia e Tibet para assistir ali às cerimônias religiosas. Houve época em que havia mais de cem templos na ilha e mais de mil monges. As tradições narram inúmeras aparições e milagres de Kuan Yin na ilha, sendo relatado que ela aparecia aos fiéis em uma certa gruta local.

Na seita "Terra Pura" do Budismo, Kuan Yin faz parte de uma tríade governante que é representada freqüentemente em templos e é um tema popular na arte budista. Nessas pinturas o Buda da Luz Ilimitada - Amitabha (chinês A-mi-t'o Fo e japonês Amida) está no centro; à sua direita está o Bodhisattva da força ou poder, Mahasthamaprapta, e à sua esquerda está Kuan Yin, personificando a misericórdia infinita.

Kuan Yin

Na teologia budista, Kuan Yin é às vezes representada como comandante do "barco da salvação", guiando almas ao paraíso oriental de Amitabha ou Terra Pura - a terra do êxtase onde almas podem renascer para receber instruções contínuas no sentido de alcançar a iluminação e a perfeição. A jornada à Terra Pura é freqüentemente representada em xilogravuras mostrando barcos cheios de seguidores de Amitabha, sob o comando de Kuan Yin. Amitabha, uma figura muito amada por budistas que desejam renascer em seu paraíso oriental e libertar-se da "roda do renascimento", é tido, num sentido espiritual ou místico, como o pai de Kuan Yin. Lendas da escola Mahayana relatam que Avalokitesvara nasceu de um raio de luz branca emitido pelo olho direito de Amitabha, quando mergulhado em êxtase. Assim, Avalokitesvara, ou Kuan Yin, é considerada como o "reflexo" de Amitabha - uma encarnação posterior de "maha karuna" (grande misericórdia), a qualidade que Amitabha personifica em seu mais elevado sentido. Muitas figuras de Kuan Yin podem ser identificadas pela presença de uma pequena imagem de Amitabha em sua coroa. Acredita-se que a misericordiosa redentora Kuan Yin expressa a compaixão de Amitabha de uma forma mais direta e pessoal, e que as preces a ela dirigidas são atendidas mais rapidamente.

Descortinando o Processo

Descortinando o Processo

Citando o Dr. Joe Vitale:

Com toda sinceridade, falando em caminhos espirituais, técnicas de cura alternativas, de domínio da mente, tudo que você já estudou, visualizou, colocou em prática, divulgou, doutrinou, defendeu, como afirmações, técnicas variadas de estabelecimento de metas, de manifestação, tudo isso tem efeito, traz satisfação, funciona todas às vezes, sem exceção?
Com certeza não. Já se perguntou por quê?
Porque são brinquedos da mente. Brinquedos que fazem você pensar que você tem o comando. Que você pode pensar, fazer e acontecer. Mas a realidade é que você não tem o comando, o controle. Os verdadeiros milagres acontecem quando você deixa de lado os brinquedos, os recursos acumulados da mente, e confia naquilo que não faz parte da tagarelice mental que se encontra dentro de você, seu elo com o Divino. Agora, como permitir que este elo se revele?
Através deste sistema, o Ho’oponopono.

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Ho’oponopono significa “corrigir um erro” ou “tornar certo” na língua original dos havaianos. O Ho’oponopono tradicional faz parte do sistema de cura Huna, que é o nome que o empresário/pesquisador americano Max Freedom Long deu à sua versão do espiritualismo dos povos antigos do Havaí. Mais adiante temos informação sobre Huna aos que se interessarem, mas este Ho’oponopono sobre o qual escrevo aqui é bem diferente do Ho’oponopono Huna. No sistema Huna o processo de cura Ho’oponopono é interpessoal, requer a participação de todos no processo de reconciliação, de solução de problemas.
Este novo Ho’oponopono, o Ho’oponopono Identidade Própria é um processo intrapessoal, é você em comunicação com a Divindade. Foi desenvolvido pela Kahuna Morrnah Nalamaku Simeona que o ensinou a várias pessoas entre elas o Dr. Ihaleakalá Hew Len.

Como praticar o Ho’oponopono da Identidade Própria

• O intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas. Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, a Divindade, o Universo, o Tudo que HÁ, a Força Superior (conforme você concebe e entende essa Força) para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço que foi liberado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, sua origem. No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus: “Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema.” Então use as frases desta sequência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar.

• Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.

• Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar.

• “Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino. Ela contém os três elementos que podem transformar qualquer coisa: gratidão – reverência – transmutação.

• “Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos. A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta quando completamente limpo. Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, SOMOS TODOS UM, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

Sobre o direcionamento de um "pedido" para resolver um problema específico; a princípio não é necessário.

Muitas vezes a intenção de se mudar uma condição desagradável piora a situação por energizá-la ainda mais com a atenção dada. A vontade de mudar reforça a condição atual, a fazendo perdurar por mais tempo. Melhor pedir a Deus para limpar as memórias responsáveis pela ansiedade em relação a determinado problema. A lembrança lhe provoca ansiedade, este sentimento é o elo direto com a memória que causa o problema. Não importa saber o porquê, de onde veio, etc.. Pratique o Ho'oponopono e deixe a Divindade resolver a questão, decidir qual o resultado. Será sempre o melhor. O mesmo vale para o bloqueio em algumas áreas da vida. Todos nós temos bloqueios. Então, peço a Deus que limpe em mim as memórias que compartilhamos, limpe em mim as memórias que causam os problemas, transmute-as em pura Luz.

HO´OPONOPONO

HO´OPONOPONO - por Joe Vitale


Muitos chegaram ao Ho’oponopono através deste texto do Dr. Joe Vitale divulgado na internet. Para aqueles que não o conhecem aqui está na sua íntegra:

Há dois anos, ouvi falar de um terapeuta, no Havaí, que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do preso e, em seguida, olhava para dentro de si mesmo a fim de ver como ele havia criado a enfermidade dessa pessoa. À medida que ele melhorava, o paciente também melhorava. A primeira vez que ouvi essa história, pensei tratar-se de alguma lenda urbana. Como podia alguém curar a outro, somente através de curar-se a si mesmo? Como podia, ainda que fosse o mestre de maior poder de autocura, curar a alguém criminalmente insano? Não tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei essa história. Entretanto, a escutei novamente, um ano depois. Soube que o terapeuta havia usado um processo de cura havaiano chamado “Ho’oponopono”.

Nunca ouvira falar dele, no entanto, não conseguia tirá-lo de minha mente. Se a história era realmente verdadeira, eu tinha que saber mais. Sempre soubera que total responsabilidade significava que eu sou responsável pelo que penso e faço. O que estiver além está fora de minhas mãos. Acho que a maior parte das pessoas pensa o mesmo sobre a responsabilidade.
Somos responsáveis pelo que fazemos e não pelo que fazem os outros. O terapeuta havaiano que curou essas pessoas mentalmente enfermas me ensinaria uma nova perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade. Seu nome é Dr. Ihaleakalá Hew Len.

ww.portalquantum.com Arte:© Al McAllister
Passamos, provavelmente, uma hora falando em nossa primeira conversa telefônica. Pedi-lhe que me contasse toda a história de seu trabalho como terapeuta. Ele explicou-me que havia trabalhado no Hospital do Estado do Havaí durante quatro anos. O pavilhão onde encerravam os loucos criminais era perigoso. Em regra geral, os psicólogos se demitiam após um mês de trabalho ali. A maior parte do pessoal do hospital ficava doente ou se demitia.10
As pessoas que passavam por aquele pavilhão simplesmente caminhavam com as costas contra a parede com medo de serem atacadas pelos pacientes.
Não era um lugar bom para viver, nem para trabalhar, nem para visitar. O Dr. Len disse-me que nunca viu os pacientes. Assinou um acordo para ter uma sala no hospital e revisar os seus prontuários médicos. Enquanto lia os prontuários médicos, ele trabalhava sobre si mesmo. Enquanto ele trabalhava sobre si mesmo, os pacientes começaram a curar-se. “Depois de poucos meses, os pacientes que estavam acorrentados receberam a permissão para caminharem livremente”, me disse. “Outros, que tinham que ficar fortemente medicados, começaram a ter suas medicações reduzidas. E aqueles, que não tinham jamais qualquer possibilidade de serem liberados, receberam alta”. Eu estava assombrado.
“Não foi somente isso”, continuou, “até o pessoal começou a gostar de ir trabalhar. O absenteísmo e as mudanças de pessoal desapareceram. Terminamos com mais funcionários do que necessitávamos porque os pacientes eram liberados e todo o pessoal vinha trabalhar. Hoje, aquele pavilhão do hospital está fechado.” Foi neste momento que eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares: “O que foi que o senhor fez a si mesmo para ocasionar tal mudança nessas pessoas?”
“Eu simplesmente estava curando aquela parte em mim que os havia criado”, disse ele. Não entendi. O Dr. Len explicou-me, então, que entendia que a total responsabilidade por nossa vida implica em tudo o que está na nossa vida, pelo simples fato de estar em nossa vida e ser, por esta razão, de nossa responsabilidade. Num sentido literal, o mundo todo é criação nossa. Uau! Mas isso é duro de engolir. Ser responsável pelo o que digo e faço é uma coisa. Ser responsável pelo que diz e faz outra pessoa que está na minha vida é muito diferente. Apesar disso, a verdade é essa: se você assume completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você olha, escuta, saboreia, toca ou experimenta de qualquer forma é a sua responsabilidade, porque está em sua vida. Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia ou qualquer coisa que você experimenta e não gosta, está ali para que você a cure. Tudo isto não existe, digamos, exceto como projeções que saem do seu interior. O problema não está neles, está em você, e, para mudá-lo, você é quem tem que mudar.11

Sei que isto é difícil de entender, muito menos de aceitar ou de realmente vivenciar. Colocar a culpa em outra pessoa é muito mais fácil que assumir a total responsabilidade, mas enquanto conversava com o Dr. Len, comecei a
compreender essa cura dele, e que o Ho’oponopono significa amar-se a si mesmo. Se você deseja melhorar sua vida, você deve curar sua vida. Se você deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, você o faz curando a si mesmo. Perguntei ao Dr. Len como ele curava a si mesmo. O que era, exatamente, que ele fazia, quando olhava os prontuários daqueles pacientes.

“Eu, simplesmente, permanecia dizendo ‘Eu sinto muito’ e ‘Te amo’, uma vez após outra” explicou-me.

“Só isso?”

“Só isso! Acontece que amar-se a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo e, à medida que você melhora a si mesmo, melhora o seu mundo” Permita-me, agora, dar um rápido exemplo de como isto funciona. Um dia, alguém me enviou um e-mail que me desequilibrou. No passado, eu teria reagido trabalhando meus aspectos emocionais tórridos ou tentado argumentar com a pessoa que me enviara aquela mensagem detestável. Mas, desta vez, eu decidi testar o método do Dr. Len. Comecei a pronunciar, em silêncio: “Sinto muito” e “Te amo”. Não dizia isto para alguém, em particular. Ficava, simplesmente, invocando o espírito do amor, para que ele curasse dentro de mim o que estava criando aquela circunstância externa.

Depois de uma hora, recebi um e-mail da mesma pessoa, desculpando-se pela mensagem que me enviara antes. Observe que eu não realizei qualquer ação externa para receber essa desculpa. Eu nem sequer respondi aquela mensagem. Não obstante, somente repetindo “sinto muito” e “te amo”, de alguma maneira curei dentro de mim aquilo que criara naquela pessoa. Posteriormente, participei de um workshop sobre o Ho’oponopono, ministrada pelo Dr. Len. Ele tem, agora, 70 anos de idade, é considerado um “xamã avô” e é um pouco solitário. Elogiou meu livro “O Fator de Atração” (The Attractor Factor). Disse-me que, à medida que eu melhorar a mim mesmo, a vibração do meu livro aumentará e todos sentirão o mesmo quando o lerem. Resumindo, na medida em que eu melhore, meus leitores também melhorarão.

“E o que acontecerá com os livros que eu já vendi e que estão lá fora?” perguntei.

“Eles não estão lá fora”, explicou ele, me desconsertando, mais uma vez, com sua sabedoria mística. “Eles ainda estão dentro de você”. Resumindo, nada está do lado de fora.

Seria necessário um livro inteiro para explicar essa técnica avançada com a profundidade que ela merece. “Basta, apenas, dizer que, quando você queira ou deseje melhorar qualquer coisa na sua vida, existe somente um lugar onde procurar: dentro de você mesmo. E, quando olhar, faça-o com amor”.

© 2007 Joe Vitale
Revisão de várias traduções e a partir do original em inglês: Fábio Takashi e Al McAllister

Argüello - Argüelles

Este linaje precede de la antigua hermandad de Argüelles, cuyo nombre tomó, formada por los concejos de Val de Logueros, Mediana de Argüello y la Tercia del Camino, enclavados en lo más aspero de las montañas de León, confinante con el norte con la provincia de Oviedo,. lugares pertenecientes hoy al partido judicial de La Vecilla.
También se establecieron los Argüello en Asturias, debido a la proximidad geografica de su casa solar, por lo que es opinion de autorizados tratadistas, que al asentarse en aquella region cambiaron su apellido por el de Argüelles, version que esta avalada por la similitud de armas que tienen ambos linajes.

Don Inigo de Argüello, natural de los Carrion de los Conde, Palencia, rue el primero que paso a Extremadura con don Gabriel Manrique, su deudo, primer Conde de Osomo, s defender a Galisteo y su tierra. Era hijo de don Hemando de Argüello Hebia, poderoso Caballero de Carrion y de dona Juana de Arguello, de su mismo linaje, su mujer, hermanade Fray Arguello, religioso de San Francisco, Confesor del Infante don Femando, Rey de Aragon; Obispo de Palencia y Siguenza y Arzobispo de Zaragoza y Canciller del Rey don Alonso V de Aragon, el que murio el ano 1429; nieto de don Inigo de Argüello y de su esposa dona Leonor de Hebia; bisnieto de don Hemando de Argüello, descendiente de los Seiiores de las villas de Pobladura de Argüello, La Mediana, Rudiyermo, San Martin y otros lugares y vasallos de la dicha casa solariega, que lo me de Ricoshombres, en las Montanas de Leon, en el concejo de la tercia del camino de Argüello, y de su consorte dona Aldonsa Hemandez Manrique, de los Condes de Osomo.
Murio el referido don Inigo de Argüello, el primero que paso a tierras extranas, en Galisteo, Caceres, el 8 de junio de 1479, como parece en su testamento, otorgado ante don Pedro de Montoya, escribano publico de aquel lugar. Caso con dona Catalina de Carvajal, de la que tuvo a don Hemando de Argüello y Carvajal, el primero de esta casa que hizo su asiento en la villa de Brozas, tambien en Caceres, desposandose con dona Maria Bravo, siendo uno de sus hijos don Inigo de Argüello Carvajal, nacido en la expresada poblacion, el 17 de junio de 1496, Rector de la Universidad de Salamanca en el ano 1526, Caballero de la Orden de Santiago en 1555, del Consejo Real de Ordenes, que murio en Madrid el 22 de agosto de 1566. Su hermano don Juan, que vistio el mismo habito, fundo el convento de las Descalzas, en Zamora.
El Rector don Inigo de Argüello, contrajo matrimonio con dona Catalina de Ubirrichaga; tuvieron por hijo a don Inigo de Argüello Carvajal, bautizado en la parroquiade Santa Maria del Castillo en la villa de Vildosola, provincia de Vizcaya, el ano 1537, que sirvio al Rey don Felipe II en el Peru, en la provincia de Charcas, siendo luego Regidor perpetuo de Brozas, donde testo el 8 de agosto de 1599.
Don Hemando de Argüello y Carvajal, hijo de los ya citados don Hemando de Argüello y dona Maria Bravo, me sucesor en el mayorazgo de su casa; sirvio al Emperador en las guerras de Alemania, quien Ie hizo merced del diezmo del lugar de Santiago, aldea de Valencia de Alcantara, por dos vidas, segundo Senor de Aldonza; fue marido de dona Mencia de la Rocha y Ulloa, en la que procreo a don Juan de Avia Carvajal, Regidor perpetuo de Zamora y Procurador en Cortes por la misma en las de Madrid de 1583.
A esta misma estirpe, pertenecieron don Antonio de Argüello, natural de Rioseco, y don Bartolome de Argiiello y Villalpando, de Villalon, Valladolid, ingresaron en la Orden de Santiago los anos 1668 y 1644, respectivamente. Don Inigo de Argiiello Carvajal y Alvarado Tovar, file admitido en la de Calatrava.
Ante la Sala de los Hijosdalgo de la Real Chancilleria de Valladolid, acudieron a litigar su nobleza numerosos miembros de esta familia, entre los anos 1519 y 1773.
Don Inigo de Argiiello Carvajal, fue Oidor de la Real Audiencia de Mexico, en 1628, ycomisario de la media annata, en 1634; don Francisco de Argüello, arcediano de la catedral de Durango en la Nueva Vizcaya, en 1719; don Juan Antonio de Argüello, Alcalde Mayor de Santisima Trinidad de Sonsonate, en 1776, y don Jose Dario de Argüello, Capitan del presidio de San Francisco de California, en 1798.
A principles del siglo XVII, estuvo asentada en Guanajuato una rama del linaje restudiado, que emparento con los Sardaneta que mas tarde llevaron el titulo de Marques de [San Juan deRayas.
Las armas de los Argüello son: EN CAMPO DE GULES, CINCO FLORES DE LIS DE ioro, COLOCADAS EN SOTUER; BORDURA DE ORO.
El Emperador don Carlos V, por privilegio dado por Valladolid el 20 de julio de 1538, concedio escudo de armas a don Juan de Argüello, vecino y Regidor de la ciudad de Popoyan, en Nueva Granada, organizado asi: en campo de plata, un aguila de sable; partidos de gules, con una pena de la que sale una lanza con una bandera de sinople orlada de oro y cargada una cruz de oro; bordura de azur con ocho estrellas de oro.

Entre los diversos genealogistas que escriben sobre esta casa, descuellan Miguel de Salazar, Diego de Soto y Aguilar, Salazar y Castro, Frias de Albomoz, Argote de Molina, Banos|de Velasco y el Conde de Canilleros.
Extract from BLASONES Y APELLIDOS, 828-page book by Fernando Muñoz Altea
In its second edition, the book can be ordered from blasones@mail.com or at
P.O. Box 11232, El Paso, Texas 79995 or by contacting Armando Montes AMontes@Mail.com

Quando alguém se vai... Ainda assim há vida...

Quando alguém se vai... Ainda assim há vida...

Se alguém se vai, o dia, ainda que o sol brilhe e o céu esteja azul, fica cinzento e amuado. Um frio baixa a temperatura do corpo, nos deixando encolhidos, com o olhar perdido, como se tivessem apagado uma chama dentro do coração.

Chama que pode até voltar a se acender e é desejável que reacenda, mas sempre haverá a falha deixada pelo alguém que se foi...

Se alguém se vai, para nunca mais voltar, a alma leva um choque, por mais que a cabeça entenda que tudo, absolutamente tudo nessa vida é provisório e passageiro, que os caminhos se cruzam e se descruzam, e que certas coisas são inevitáveis.

Então, a alma se veste do mais suntuoso negro, recolhendo-se, e ficando vazia e triste. Às vezes, os olhos, as mãos, a boca vazam essa tristeza; outras vezes, não há ânimo nem para isso. E assim, vestida de negro, a alma contempla a vida, esperando a hora de voltar a sorrir, ainda que o sorriso tenha um traço leve de tristeza...

Se alguém se vai, o tempo castiga quem ficou. O dia tem mais horas, os minutos mais segundos, e tudo é mais demorado e difícil. Às vezes, sente-se a densidade dos momentos passando, quase tão pesada que se poderia tocar com a mão. E, nessas horas, chega-se a ter certeza que jamais se poderá seguir com a vida em frente com a falta tamanha que aquele alguém que foi embora faz. Mas a vida segue, e quem ficou segue com ela.

Se alguém se vai, quase sempre vem o arrependimento e a sensação de que não há mais chances. Fica-se pensando na conversa que não houve, na declaração que não foi feita, no carinho que deixou pra depois, nos erros cometidos, no desabafo que não foi externado, no amor que ficou pra ser sentido, no tempo que era pra ser vivido juntos e agora tem que ser passado em solidão.

E tudo isso vai formando um nó que tampa a garganta, interrompe a respiração, não te deixa comer e provoca uma sensação de abandono que só poderia ser deixada por aquele alguém que se foi, porque cada história é única.

Se alguém se vai, quem ficou percebe coisas que antes não eram percebidas, e quanto mais o tempo passa, mais se percebe. Começa a fazer falta aquele olhar de carinho ou reprovação, aquela voz invadindo a casa, aquela obrigação quase chata de ter que dar um telefonema, aquele jeito de falar e abraçar; e no começo dá a impressão de que tudo isso ficará perdido em algum lugar inatingível.

As datas especiais ficam doloridas. Os códigos que só podem existir entre uma e outra pessoa que se gostam ficam sem sentido. A voz daquela pessoa soa em momentos inesperados, e o coração dói levemente. E quem ficou percebe que ninguém pode tomar o lugar daquele alguém que se foi...

Se alguém se vai, as dúvidas começam a rondar a cabeça, e a fé sofre um abatimento. Percebe-se que o mais forte dos homens, a mais abençoada das mulheres, o mais saudável ser, um dia, sucumbe. Percebe-se que a existência é frágil. Vem a raiva, a percepção da impotência, o medo.

Duvida-se da vida, da morte, de Deus, das pessoas, do amor. Assim como vem, as dúvidas vão e voltam sem resposta, porque não há respostas. E tudo isso pode virar amadurecimento ou amargura, dependendo de como quem fica quer aproveitar a experiência de perder o alguém que foi embora.

A verdade é que o mundo todo acaba quando alguém se vai... E não dá a menor vontade de reconstruir nada. Nada.

Se alguém se vai, normalmente, se tem o carinho dos outros que ficam, e, passando pela mesma dor ou não, se preocupam em ser um consolo. E os abraços, os carinhos, as palavras, as lágrimas solidárias, o calor da alma dessas pessoas vai começando a esquentar a alma fria de quem ficou, a fazer efeito e recuperar o coração quebrado.

E é nessas horas que se percebe o valor que tem dividir a vida com muitas pessoas em todos os momentos, porque são elas, e não o alguém que foi embora, que vão ajudando a levantar e olhar pra frente.

Se alguém se vai... Quem ficou começa a trilhar uma estrada longa, que tem um nome melancólico – saudade. Essa estrada, a princípio, é enlameada, escorregadia, escura, esburacada; e muitas vezes faz cair, machucar, e quase desistir de andar. A dor é tão profunda, e parece estar enraizada em um lugar tão inacessível, que parece que nunca vai sarar. Mas ela sara. Aos poucos, ela sara.

E aí chega a hora de deixar o tempo fazer seu trabalho. Chega a hora de sorrir de novo. De deixar as lembranças serem somente lembranças. De tirar o manto negro da alma. E, de repente, a estrada, apesar de a cada dia ter mais uns passos de distância, vai se tornando cada vez mais leve, mais iluminada, bonita até. E quem ficou percebe que, na verdade, aquele alguém pode até ter ido embora, mas nunca deixou de existir, e isso é uma forma de vida.

A mesma vida que segue por tantas outras estradas que vão se cruzando, descruzando, e nunca voltam. E percebe-se que só se tem a agradecer a oportunidade de ter estado com aquele alguém que foi embora, mas sempre estará presente, de alguma forma. E então vem aquela paz que só o amor de verdade pode dar.

Se alguém se vai... Coloque a salvo o seu coração, porque não há como evitar a dor. Mas você tem a escolha de como passar por ela. Todos nós um dia passamos pela dor de perder alguém que se vai. E todos podemos sobreviver... Você vai sobreviver. Acredite! Peça a limpeza das memórias. Você é o único que não pode se deixar, então tenha certeza de estar verdadeiramente em você, aqui e agora.

Andréa Palermo

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Krishna: O Cristo do Oriente




Krishna: O Cristo do Oriente

Por Paramahansa Yogananda

Muitas são as histórias maravilhosas contadas sobre Jadava Krishna, o grande avatar e divino rei, que governou sobre Gujarat na antiga Índia.


Krishna veio à terra muito mais cedo que Jesus Cristo – mais ou menos três mil anos antes, conforme afirmam alguns eruditos – mas eles eram uno em espírito, ambos tendo atingido a Consciência Crística ou unidade com a onipresença de Deus imanente de cada átomo da criação.

Deste modo, eles podiam projetar suas consciências em cada ponto do cosmos, estando conscientes para ajudarem todos que estavam fisicamente longe deles. Mas além da grande concomitância espiritual demonstrada em suas vidas, havia entre eles também muitas similaridades pessoais.

Ambos nasceram de pais fervorosos à Deus. A mãe de Krishna e seu pai foram perseguidos por seu perverso tio, o rei Kansa, assim como o rei Herodes atormentou os pais de Jesus.

Jesus foi comparado a um bom pastor de Deus; Krishna durante sua infância, escondendo-se de Kansa, cuidou de novilhas.

Jesus venceu Satanás; Krishna venceu o demônio Kaliya. Satanás e Kaliya representam o mal, ou a ignorância de Deus.

Jesus parou uma tempestade no oceano e salvou o barco de seus discípulos; Krishna impediu seus devotos e seus respectivos rebanhos de afogarem-se numa terrível inundação, levantando o monte Gowardhan sobre eles, como um guarda-chuva.

Jesus era chamado “Rei dos Judeus”, embora seu reino não fosse deste mundo;

Krishna era tanto rei terreno como divino.

O destino de ambos foi profetizado nas escrituras, e ambos foram mortos por grupos desorientados: Krishna foi ferido mortalmente por uma flecha de um caçador, e Jesus foi crucificado por aqueles que ignoravam sua divindade.

Estes dois avatares – ambos orientais – são comumente reconhecidos no oriente e ocidente como supremas encarnações de Deus.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Qual é nossa missão?

Qual é nossa missão?



Muitas vezes pedimos ao divino aquilo que desejamos, usamos a lei da
atração, todas as técnicas que aprendemos para tentar materializar o nosso
sonho, e nada acontece.

E ai vamos perdendo a fé na forma que nos expressamos, e vamos acreditando
que não somos capazes de plasmar o nosso mundo, e vamos deixando que outros
criem o mesmo.

Pela educação religiosa, aprendemos desde pequenos que precisamos de um
intermediário entre nós e o divino, pois não temos o poder de sermos
ouvidos...

E cada vez mais vamos voltando-nos a atitude de criança pequena, que
dependia dos pais para tudo... crescemos em tamanho físico, mas não
emocionalmente...

E achamos o Maximo quando descobrimos uma carroça, sobre a qual subamos, e
que seu condutor assuma sobre seus ombros a obrigação de nós conduzirmos e
sustentar por toda a vida...

E acabamos não entendendo o mundo, pois achamos que somos diferentes dos
animais, e esquecemos que as mesmas leis da Natureza agem em todos os seres
que estão neste planeta.

Olhamos os animais na Natureza, e muitos defendem as idéias de Darwin, que
tão bem documentou a lei que os rege.

Os que mais se adaptam, os que são mais fortes, mais inteligentes
sobrevivem, e os mais fracos, rígidos são eliminados, seja pela morte para
ser alimento, ou por doenças, por fome.

Que apenas o fato de termos nascido já nos garante a lei de que iremos
morrer.. Aqui tudo que é gerado morre...

Lembrando que até as plantas tem vida, e estão sujeitas a serem alimento...
Os reinos adquirem sua experiência através da alimentação, o mineral é
absorvido pela planta, que é consumido pelo animal, que consome outros
animais ou plantas, que são consumidos pelo humano, que volta ao reino
mineral... Um transfere sua experiência de existência ao outro... E cada
átomo que nós compõe, já foi mineral, planta, animal, e voltará a eles...

Então o que foi objetivado pela Inteligência da Vida, para nossa
manifestação aqui na terra, planeta que é isolado por um grande campo
eletromagnético do resto da galáxia, fazendo que seja uma escola, de onde
não se escapa, nem em astral?

Temos a ilusão de que não devemos seguir estas leis, afinal, nós dominamos a
Natureza... Mas dominamos mesmo ou nós iludimos?

A Natureza esta ai diariamente nós mostrando que se ultrapassarmos certos
limites ela cuidará que sejamos contidos...

Todos admitimos que aqui é um planeta escola de provas... mas qual é nossa
prova?

Uns dizem que é se espiritualizar, outros que é aprender a evoluir
emocionalmente... mas que animais vemos tendo estes desafios?E plantas? E
Minerais?

Somos tão especiais assim, que as provas que estes reinos têm não nós
atinja? Ou temos as mesmas provas, acrescidas das fornecidas pela nossa
habilidade, potenciais dadas por termos uma mente consciente?



Então vamos tirar os véus de nossos olhos... também temos a provação de
assumirmos nossa força, e a usarmos para viver. Mas dado a inteligência, já
não mais usaremos a força para lutar contra o meio, caçando comida, mas
aprendendo a dominar a matéria que nos compõe...

Nosso dedo opositor nós diferenciou, e deu a habilidade de construir... e
construímos uma civilização baseado na ciência... e nos perdemos de nós...

Como humanos desenvolvemos nossa sensibilidade em entender o ambiente e de
agir sobre ele... alguns negam tal fato, e para não serem influenciados pelo
meio, se fecham, e praticamente desligam sua sensibilidade, indo viver em um
mundo mental, de ciência, e estes priorizam a vida material, e esquecem que
tem um potencial a ser desenvolvido....

Outros, a desenvolvem para ir ao mundo da arte, da espiritualidade, e se
desligam a sua forma da vida no mundo material, desprezando este potencial,
que lhe cobra rápido o preço, pois a sobrevivência é feito na matéria...



Não seria nosso desafio, nossa prova, conciliar ao que a Natureza determina
a todas as espécies aqui existentes, e a possibilidade de controlarmos as
emoções e a espiritualidade, e m conjunto?

Não seria a nossa prova aprender de usar nossa força para integrarmos as
habilidades que temos a mais que as demais espécies daqui?



Mas como? Qual é realmente nosso aprendizado aqui?

Somos todos sensíveis a nosso modo, e podemos deixar cair os véus, abrindo
nossa consciência de que somos todos partes do mesmo rio energético, e
movidos por um fluxo, que durante milhões de anos foi sendo organizado, e
gerando esta Natureza rica em diversidade, e totalmente funcional... e
entramos no fluxo..

A maior fonte de nossos problemas é que não percebemos isto, e vamos
entrando em guerra com o fluxo natural, achando que podemos controlar o
meio, para onde o rio vai... pois podemos mudar a paisagem na matéria, então
achamos que somos co-criadores, e tão sábios quanto foi a força criadora que
gerou tudo....

Mas se fomos feitos a sua semelhança, porque não conseguimos criar a nossa
realidade? Não temos em nós todos os potenciais da centelha?

Mas no momento da criação, não havia mundo externo para agir sobre a
centelha... Tudo estava dentro do criador... ele era tudo...

Mas ele quis criar algo que pudesse amar... ele estava só... e gerou dentro
dele mesmo um espaço vazio onde ele não estava, e criou o mundo... um mundo
carente de seu amor...

E fomos criados a sua semelhança carentes de amor... e começamos a buscar o
vazio no nosso interior fora... e pela busca da aceitação de nossos irmãos
de espécie fomos deixando de olhar para nosso vazio interior, tão incomodo,
e tentar preenche-lo com ou coisas materiais, ou com conhecimentos.. e cada
vez mais nosso olhar se voltou para o externo... e fomos presos pelos
sentidos físicos, que nos mostram somente o mundo externo. E como não
sabíamos lidar com os milhões de informações que eles nos trazem, ensinamos
a nossa mente a só ler aquilo que permitimos que ela decodifique... o resto
é jogado no inconsciente, e fica perdido para sempre...e vamos fechando
nossa sensitividade....

Os médiuns, seres muito sensíveis ao meio tanto material como astral, sofrem
ambas as provas, pois eles percebem tanto o que ocorrem no mundo material,
como no astral, e se não se desenvolverem poderão perder-se da lucidez...

São estes seres que para manter sua integridade, necessidade básica para a
existência do Ser, aprende que precisa lidar com estas informações, e que ou
ele aprende a ser forte, e a dominar seu próprio campo energético, ou ele
será consumido pelo mundo externo, pois o inconsciente coletivo o invadirá a
ponto de perder sua própria identidade.

E são os médiuns que nós trazem a idéia diferente que nossa prova é outra,
onde existem sim as componentes do domínio do emocional, a reconexão
espiritual, mas todos moldados na própria força, na sua habilidade de manter
seu próprio campo energético integro.

E isto só será possível se mudarmos o foco de nosso olhar, vendo que o vazio
exterior é apenas reflexo do nosso vazio interior, e olharmos para nosso
próprio vazio, nosso auto-abandono... pois somos copias do criador, e também
temos um vazio dentro de nós...

E com muito amor, irmos aprendendo que apenas aquele que se domina
totalmente, será forte o suficiente para sobreviver... e o primeiro passo
para isto é aprender dominar e controlar o seu próprio campo
eletromagnético, pois nossos invasores, são energias antes mesmo de serem
seres materiais, do meio...

Tudo é energia, e também somos energia... fluindo todos no mesmo fluxo...

Nossa integridade como ser único e eterno só se fará quando compreendermos
as leis que regem o fluxo universal, e aprendermos a fluir com ela, sem
ficar em guerra, tentando fluir contra o fluxo...

Enquanto formos joguetes do meio energético, não estaremos maduros para a
permissão de sair deste planeta, da roda da reencarnação...

Aqueles que ascenderam nós mostram o caminho, a alquimia interior, pois eles
se tornaram mestres não do mundo, mas de si mesmos, conheceram e dominaram a
si mesmos, e a ponto de Não mais serem impressionados nem absorvidos pelo
mundo externo... viviam, interagiam com ele, mas sem serem contaminados por
ele...

Mas para nós é uma verdade, que um copo de água limpa, se for exposto a uma
gota de lama, fica todo contaminado... e ai esquecemos que se no copo a
densidade for tal, que ela não absorva a lama, a mesma ira se depositar sem
contaminar a água... precisamos aprender a ser esta água, que pela
habilidade que o criador deu só a nós, a vontade, mudemos nossa densidade
energética, nosso padrão vibratório, de forma que a lama do meio não mais
nos atinja....

Então será que nossa missão aqui, não é aprender isto? O espírito que
aprender a viver, neste mundo caótico, aqui sem se contaminar, sem se
abandonar, sem mostrar fraqueza, poderá ser levado a qualquer ponto da
Criação, ainda mantendo sua integridade...



E o que fazemos para isto? A Natureza faz de tudo para nos fortalecer e
testarmos nossa habilidade de enfrentarmos o caos energético... se
estivermos nós esforçando para aprender a nos conhecer e dominar, saindo do
caos emocional, das necessidades materiais, não nós isolando, mas
enfrentando-as não como provas, mas como desafios que alimentam nossa alma,
com confiança em nós mesmos, na nossa própria capacidade, a natureza diz
deste aluno- ele vai bem, vou ajudá-lo para que ele continue neste
caminho... e vai mandando exercícios que reforçam a descoberta do co-
criador que somos, mas se bancamos o fraco, a vitima, o coitadinho, o doente
emocional-espiritual, e tentamos negar que temos que por nós mesmos aprender
a dominar a nossa vida, reflexo de nosso caos interior, a natureza sabia,
que quer que evoluamos, custe o que custar, vai nos mandar cada vez provas
mais difíceis, pois o instinto de sobrevivência quando acionado, faz que
descubramos em nós uma força motriz que nós retira do fundo do poço, e
recomecemos a lição...



Mas se a lição é tomarmos conta de nós mesmos, como fica a situação de quem
esta numa carroça sendo conduzido, e de quem puxa a carroça, achando que
esta ajudando quem ele carrega?

A Natureza nos fez nascer e fará morrer sozinhos, deu a nós todos os
recursos e habilidades que serão necessários para a lição, o uniforme
correto, os lápis, canetas, borracha e cadernos...

Arranjou quem nos conduzisse enquanto brotos frágeis, até podermos
caminhar-nos próprios pés... deu nós uns 15- 20 anos para aprendermos a
sermos fortes...



Mas na hora de ir para a aula, para a escola... a grande maioria prefere
subir na carroça do outro, pois é mais confortável continuar criança para
sempre, sendo aconchegado, do que começar a olhar e buscar preencher o vazio
interior e preenche-lo... e a Natureza vai fazer de tudo para derrubar a
carroça onde subimos, para que tenhamos que cumprir nossa missão sozinhos...



E aquele que coloca a carroça sobre seus ombros, passa a ser inimigo da
natureza, pois esta trazendo para si mesmo a oportunidade dos outros de
evoluírem, impedindo que eles o façam, chamando-os de incompetentes, fracos,
inadequados, incapaz de viver por si mesmo... E ele vai na ilusão que esta
fazendo o Bem ao seu próximo, que o ajuda a evoluir, mas se olharmos no
contexto exposto, isto que as religiões nos ensinaram, sobre a caridade,
sobre colocar a necessidade dos outros a frente das nossas estão erradas,
pois impedem que cada um de nós se movimente o seu próprio favor, que
aprendamos a nos conhecer energeticamente, e a expandir ou congelar nossa
sensitividade... de estarmos vivendo no mundo, sem sermos conduzido por
ele... preparando-nos para sermos como o criador, que contem tudo, mas não é
influído pelo seu vazio interno (no nosso caso, o chamamos de inconsciente),
pois a energia que nós conduz é o amor divino, a sabedoria divina... e o
poder divino...

Só poderemos acessar o poder divinos, de co-criadores, quando tivermos a
sabedoria de como lidarmos conosco mesmo, nos dominarmos, não mais sendo
desequilibrados pelos fatos externos, como Jesus tão bem demonstrou, e
sabermos passar esta sabedoria pelo crivo do amor não humano, mas do
espírito, reflexo do amor do criador, que abriu em si um vazio apenas para
nós, onde ele não esta... e descubramos conectar o nosso vazio interior (
corpo, consciente) com o espírito que somos ( Eternos, sem formas) por este
amor, e transcendermos a dualidade, entrando na integridade de sermos um só
em nós mesmos...poderemos realizar o divino poder.. e assumirmos nosso posto
de também Criadores. Só existe um ser que pode preenche nosso vazio
interior, somos nós mesmos, ninguém de fora o pode fazer.. pois foi o amor
do criador que nos deu a carência do amor, não pelo outro, mas por nós
mesmos, e só voltarmos a ser íntegros, quando nos amarmos profundamente... E
este é o caminho da redenção... autoperdão, auto-aceitação e amor, pelo que
somos Únicos como cabe a um Universo, o que somos, Ser...



Então quem estiver vivendo dentro da carroça que outro conduz, se pergunte,
estou fazendo o que eu vim aqui fazer?

Quem conduz a carroça se pergunte, estou mesmo fazendo isto pelo bem dos que
conduzo? E o que eu estou fazendo por mim mesmo?

No pós vida, será a minha essência que vai me questionar que fiz durante
esta encarnação, não para os outros, que cada um veio com a sua lição, mas
por mim mesmo, o que vou responder... aprendi a controlar minhas emoções, a
não me misturar com o meio, mas sem sair do meio como faziam os eremitas?



Vamos então desmontar as carroças, o papel de condutor e conduzido, antes
que a natureza o faça, e vamos começar a caminhar todos iguais, nas mesmas
condições, juntos, pois a natureza nos fez gregários, mas como todos na
mesma escola, fazendo o mesmo exercício, de se conhecer e dominar, às vezes
de mãos dadas, outras como os gansos trocando os papeis da liderança, mas
ninguém tirando o outro da sua prova...

Saiamos dos papeis de heróis do outro para obter aceitação e o amor deles...
pois isto nos ilude mas não preenche...saiamos do papel do coitadinho , do
injustiçado, pelo pai Deus e Mãe Natureza, de esperar um herói que nos
salve, como nos contos de fadas, e tomemos em nossas mãos o papel de reis e
rainhas do nosso próprio reino, O Universo que somos...

Pois tanto o papel de herói como de princesa vão contra os desígnios da
Natureza e do criador para que fossemos...



Texto Intuído espiritualmente em 24/11/210






Ingrid Monica Friedrich

Conselheira Metafisica Transenergetica

“Quando um homem se sentir tão parte da Natureza quanto uma pedra ou um rio,
ai ele encontrou o sagrado”.

Veja artigos em: www.stum.com.br/ingridmonica



ORAÇÃO DE KRISHNA

Ó Vós, infinita e sagrada Presença Divina,
Altíssima Fonte de Toda Vida!
Abençoado seja Vosso Sagrado Nome!
Nós nos prostramos aos vossos pés.
Nós Vos agradecemos.
Nós Vos rendemos Graças.
Nós Vos glorificamos
por Vossa Majestosa Presença no Universo!
Porque Vós sois - EU SOU o EU SOU!

Nós Vos devolvemos, ó Poderoso, toda Força e Poder
que foram usados por nós
na imperfeita manifestação visível ou invisível.
Não existe outro poder alem do Amor Incondicional.
Seja feita a Vossa vontade em nós, agora.

Deixai Vosso Reino de Luz manifestar-se
constantemente na face da Terra,
através de todo o tempo,
nos corações de todos os que são abençoados
e que estão em condições de viver esta graça!

Ó Vós, Altíssimo Bem-Amado!
Elevamos nosso coração,
nossa visão, nossa consciência a Vós.
Deixai a substância do Vosso Próprio Ser
fluir em cada um de nós,
de acordo com as nossas necessidades,
para seguirmos em Vosso Nome
e não haver deficiência em Vosso Serviço.

Pedimos perdão, pelas nossas transgressões
à Vossa Lei de Amor e Harmonia -
para nós e para todas as pessoas,
bem como para as forças dos reinos dos elementais
e do reino da natureza.

Dai-nos, agora, a Vossa Misericórdia.
Com Vossa Força e Vosso Desejo,
queremos perdoar, de nossa parte,
a todos os que nos magoaram,
desde o início dos Tempos!

Não tememos mal algum,
porque estais em volta de nós e dentro de nós.
Não existe Poder além do Amor Incondicional,
nada que possa ferir, destruir ou roubar a Beleza da Vida.
Vós sois a Força e o Poder
no qual trilhamos o caminho da prestação de contas.

Ó Pai da Luz, glorificai-nos em Vosso Próprio Ser
e mostrai-nos toda a Glória
da qual no começo participamos Convosco,
antes que o mundo fosse feito.
Assim Seja, Assim é, Amém, Aum , Om .

Segundo o Vedas, escrituras sagradas da tradição hinduísta, três são as divindades supremas do Universo: Brahma, Shiva e Vishnu. Brahma é o Criador, Shiva é o transformador e Vishnu é o conservador.

A cargo de Vishnu está a preservação e alimentação do universo. Sua consorte é Lakshimi, a deusa da prosperidade e abundância.

De acordo com o hinduismo, Vishnu encarnou na Terra nove vezes: as três primeiras foram em forma de animais, a quarta uma mescla de animal e homem e as demais na forma humana, a saber: Vaman, Parshuram, Rama, KRISHNA E BUDA.

Krishna, oitava encarnação de Vishnu, talvez pela sua eterna juventude, beleza, alegria e sensibilidade é a deidade mais venerada na Índia. Fonte da Criação, Conhecimento, Ação e Devoção.

O auge da sua transcendência é quando pronuncia seu sermão, “o Bhagavat Gita”, um dos principais episódios da epopéia do Mahabharata. É quando Krishna nos ensina que a senda que leva o discípulo a elevar-se da sua limitada consciência humana, não é pelo agir, nem tão pouco pelo não agir. Mas sim pelo reto agir, quando se liberta do falso agir. E que há apenas dois caminhos para a libertação: O caminho da Sabedoria e o Caminho da Ação. Entretanto, esses dois caminhos são um só: ninguém se liberta da escravidão do seu agir pelo fato de não agir. Quem é extremamente inativo, mas cede a desejos internos, esse ilude a si mesmo. Mas aquele que alcança perfeito domínio sobre os seus sentidos e realiza todos os atos externos, ficando totalmente desapegado deles, esse homem possui a Sabedoria. Toda ação que não for praticada como um ato divino redunda em escravidão. Mas quem habita o céu do EU SOU, esse não mais age por dever, pois já não é ele que age, uma vez que, todos os motivos pessoais deixam de existir.



Mensagem soprada por Helena do Mensageiros do Vento

10 Mandamentos do Otimismo

1- Hoje é o dia mais importante da sua vida.
Não o sobrecarregue com lembranças dolorosos do ontem, nem com temores covardes do amanhã. Viva o dia de hoje com entusiasmo e harmonia.

2- Construa você mesmo sua Vida. Não permita que opiniões e erros alheios o conduzam ao fracasso.

3- Irradie amor, carinho e simpatia. Não guarde seus tesouros espirituais, pois, quando mais alegria e amor espalhares, mais feliz será.

4- Não espere pelos outros. Tua grande fonte de energia está em ti mesmo se souberes utilizá-la verás quanto já és próspero e forte.

5- Seja pontual, sincero e exigente consigo mesmo. Quem não se disciplina desperdiça tesouros de energia física e mental, acabando por destruir-se, lembre-se que o tempo deve ser usado com sabedoria.

6- Cuide de teu corpo e tua mente, conservando ambos sadios. Como os males de um se refletirão no outro, os dois merecem, por igual, ter cuidado.
Alimente sua mente com pensamentos positivos e saudáveis para que seja refletido em seu corpo.

7- Tenha paciência. Jamais duvide da vida e de que a vitória pertence aos que sabem esperar o momento certo de agir. Não tenha pressa, tudo tem seu tempo.

8- Fuja da extravagância e do desperdício. Os dois são próprios do desequilíbrio. A vida é um bem inestimável.

9- Faça diariamente uma avaliação de tua vida.
Veja o que realmente deve dar importância, se não estás desperdiçando seu tempo com coisas inúteis como preconceitos e ressentimentos, pois tudo gira em torno da paz e harmonia.

10- Ao tomar uma decisão consistente e livre, jamais te afaste dela. Seja seguro em suas decisões. Saber querer é a base para vencer. Com otimismo tudo se resolve."


Autor Desconhecido

Eu sou teu Anjo!

Eu sou teu Anjo...
Eu sou teu Anjo da Paz!

Trabalho para afastar tuas dúvidas e tristezas,
tuas magoas e pensamentos negativos.
Te inspiro auto-confiança e serenidade,
acalento teu coração nos momentos de conflito.
Te proporciono bem estar físico e espiritual!
Faço você ficar de bem com a vida.
É muito fácil me achar...
Moro na Rua da paz do teu coração!

Eu sou o teu Anjo do Amor!
Desperto teus sentimentos mais puros e reais.
Te incentivo a atos de fraternidade e perdão, de carinho e romantismo, aqueço teu coração
em todos os momentos.
Retribuo em dobro a tua doação
de carinho e amor.
Faço tua conexão direta com deus!
É muito fácil me achar...
Moro na Rua do Amor do teu coração!

Eu também sou seu Anjo da Felicidade!
Você poderá me achar sempre.
Mas antes terá que passar pelas ruas
da Paz e do Amor.

Vibremos na Luz do Amor Universal

Grupo de Tratamento Espiritual à Distância

Felicidade

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver

Apesar de todos os desafios,

Incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas

E se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si,

Mas ser capaz de encontrar um oásis

No recôndito da sua alma.



É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica,

Mesmo que injusta.



Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou

Construir um castelo ...


Fernando Pessoa

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Caminho

CAMINHO A TRILHAR PARA OBTER A CURA

1.O homem diz que é impossível, mas com Deus tudo é possível. Você pode ser
curado por Deus, que o criou.

2.O princípio curador corre através de suas imagens mentais e pensamentos,
tomando realidade tudo o que você desejar.

3.Se você acredita em uma coisa, ela se realizará, quer você pense nela
conscientemente ou não. Acredite apenas naquilo que o cura, abençoa e inspira.

4.Exalte o poder de Deus que existe em você, e você fará com que qualquer doença
pare de se difundir em seu corpo.

5.O coração agradecido está próximo de Deus. Faça todas as suas orações com
louvor e gratidão.

6.Você está espiritualmente cego quando não sabe que os pensamentos são coisas,
que você atrai o que sente e que se transformará no que imagina.

7.A visão é espiritual, eterna e indestrutível. Uma maravilhosa oração para os
olhos consiste em afirmar regularmente: "Eu vejo melhor espiritual, mental e
fisicamente".

8."Elevo meus olhos para os montes, de onde me virá o socorro." (Salmo 121:1)

TRECHO DO LIVRO: O Poder Cósmico da Mente - Dr. Joseph Murphy

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Ensinamentos dos Iniciados

ENSINAMENTOS DOS INICIADOS
(Toques de Luz e Honra na Senda Espiritual)

A pessoa que dá guarida às trevas torna-se pobre espiritualmente.
Perde a honra e a paz, pois, sem luz, quem poderá dizer-se íntegro?
E, além de agredir a si mesma, também agride os seres queridos em torno.
E humilha-se muito, de maneiras degradantes, sem ver e sem sentir.
Quem anda com faixas escuras apertando seu coração, perde a sensibilidade.
E as trevas também falam, dentro da mente, e transmitem raiva e confusão.
E estimulam remoques e atitudes tacanhas, frutos de sua infecção invisível.

* * *

Quem permite a intrusão psíquica das trevas em sua vida, dá muitas “patadas”.
E raramente vê isso, pois, seu senso de justiça e discernimento foi corrompido.
Espiritualmente, tal pessoa é considerada doente, não de corpo, mas de honra.
E sua infecção pode se espalhar, tornando-a agente trevosa e vetor do mal.
Como sempre, a arrogância é o carro-chefe de tal propagação psíquica deletéria.
Por isso, o meigo Jesus ensinou aos homens a arte da teurgia* e da humildade.
O “Orai e Vigiai”, ensinamento tão mal compreendido até hoje, tem seus motivos.
Não se trata de orar cegamente, mas de conectar-se verdadeiramente ao Alto.
Trata-se de vigiar e policiar a própria casa mental, e de defender a luz do coração.
A prece fortalece o espírito. E o discernimento faz ver as fendas do caminho.

* * *

Os agentes das trevas coaguladas são semeadores de escuridão e de dor.
Sempre agem na calada das intenções escusas e dos remoques e medos.
Eles são exploradores dos homens! Acham brechas psíquicas e entram fundo.
Alimentam-se de energias e fomentam confusões diversas, de maneiras soturnas.
E quem lhes fornece o acesso psíquico é o próprio homem, com suas falhas.
Urge que os trabalhadores e estudantes espirituais se conscientizem disso.
Que “orem e vigiem”, não por medo, mas por honra; por lucidez; por paz de espírito.

* * *

Mourejar na gleba terrestre e, ao mesmo tempo, carregar a Luz, é uma dádiva.
Ser servidor da Luz é uma honra! Torna a jornada rica e ilumina a própria vida.
Saber que o Eterno sussurra o bem em seu coração, é fortaleza!
Que, nos momentos de provas acerbas, os estudantes espirituais lembrem-se disso!
Que não se afastem da Fonte Imanente que os protege e inspira na jornada.
Que não reneguem seus ideais luminosos por causa de ingratidões ou coisas de ego.
Que não se esqueçam de orar ao Pai-Mãe de todos, pela melhoria da humanidade.
Que não se deixem levar por modismos alienantes nem por questões esdrúxulas.
Que se mantenham firmes na senda, porque é isso que o iniciado espiritual faz!
Que não esperem entendimento do mundo, para aquilo que só o coração sabe.
Que o ceticismo dos homens não envenene os ideais de quem conhece a Luz.
Que haja sabedoria para reagir contra as más companhias e suas seduções ilusórias.
Que haja compreensão e humildade para saber perdoar os que caem na senda.
Que haja abertura e inteligência para não julgá-los, pois, só o Alto sabe tudo.
Que haja muita alegria na volta de um irmão perdido, e que o coração faça festa.
Que ninguém olhe o passado dos outros, mas o seu potencial de melhoria.
Que ninguém se iluda: o caminho da ascese evolutiva é árduo e cheio de provas.
Que haja sabedoria para fortalecerem- se nas asas luminosas da prece lúcida.
Que os estudantes e trabalhadores vigiem mais, não aos outros, mas, a si mesmos.
Que reconheçam a Luz como o grande presente de suas vidas.

Honra e Compreensão.
Equilíbrio na Senda.
Harmonia e Serenidade.
Tenacidade e Gratidão.
Amor e Perdão.
Paz e Luz.

- Ramatís e Os Iniciados** -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 23 de março de 2009.)

domingo, 25 de abril de 2010

Oração do Falcão Amarelo

Oração de Falcão Amarelo (Chefe Sioux)

Ó Grande Espírito,

Cuja voz eu ouço nos ventos e cujo sopro dá vida a todos os seres,

Ouça-me!

Eu venho a Ti como vem uma de suas crianças.

Eu sou fraco e pequeno e preciso da Sua sabedoria e de Sua força.

Deixe-me Caminhar na Beleza,

E faça meus olhos sempre notarem o vermelho-violeta do pôr do Sol.

Faça minhas mãos respeitarem as coisas que Você fez,

E meus ouvidos atentos para ouvir a Sua voz.

Faça-me sábio para que eu possa entender o que Você ensinou ao meu povo,

E a lição que escondeu em cada folha e em cada pedra.

Eu peço sabedoria e força, não para ser superior aos meus irmãos,

Mas para ser capaz de combater o meu maior inimigo:

Eu mesmo.

Faça-me estar sempre pronto para chegar diante de Ti com as mãos limpas e os olhos puros.

Quando a vida se extinguir,

Assim como o Sol se extingue no crepúsculo,

Meu espírito possa ir ao Seu encontro sem sentir vergonha.