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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Qual é nossa missão?

Qual é nossa missão?



Muitas vezes pedimos ao divino aquilo que desejamos, usamos a lei da
atração, todas as técnicas que aprendemos para tentar materializar o nosso
sonho, e nada acontece.

E ai vamos perdendo a fé na forma que nos expressamos, e vamos acreditando
que não somos capazes de plasmar o nosso mundo, e vamos deixando que outros
criem o mesmo.

Pela educação religiosa, aprendemos desde pequenos que precisamos de um
intermediário entre nós e o divino, pois não temos o poder de sermos
ouvidos...

E cada vez mais vamos voltando-nos a atitude de criança pequena, que
dependia dos pais para tudo... crescemos em tamanho físico, mas não
emocionalmente...

E achamos o Maximo quando descobrimos uma carroça, sobre a qual subamos, e
que seu condutor assuma sobre seus ombros a obrigação de nós conduzirmos e
sustentar por toda a vida...

E acabamos não entendendo o mundo, pois achamos que somos diferentes dos
animais, e esquecemos que as mesmas leis da Natureza agem em todos os seres
que estão neste planeta.

Olhamos os animais na Natureza, e muitos defendem as idéias de Darwin, que
tão bem documentou a lei que os rege.

Os que mais se adaptam, os que são mais fortes, mais inteligentes
sobrevivem, e os mais fracos, rígidos são eliminados, seja pela morte para
ser alimento, ou por doenças, por fome.

Que apenas o fato de termos nascido já nos garante a lei de que iremos
morrer.. Aqui tudo que é gerado morre...

Lembrando que até as plantas tem vida, e estão sujeitas a serem alimento...
Os reinos adquirem sua experiência através da alimentação, o mineral é
absorvido pela planta, que é consumido pelo animal, que consome outros
animais ou plantas, que são consumidos pelo humano, que volta ao reino
mineral... Um transfere sua experiência de existência ao outro... E cada
átomo que nós compõe, já foi mineral, planta, animal, e voltará a eles...

Então o que foi objetivado pela Inteligência da Vida, para nossa
manifestação aqui na terra, planeta que é isolado por um grande campo
eletromagnético do resto da galáxia, fazendo que seja uma escola, de onde
não se escapa, nem em astral?

Temos a ilusão de que não devemos seguir estas leis, afinal, nós dominamos a
Natureza... Mas dominamos mesmo ou nós iludimos?

A Natureza esta ai diariamente nós mostrando que se ultrapassarmos certos
limites ela cuidará que sejamos contidos...

Todos admitimos que aqui é um planeta escola de provas... mas qual é nossa
prova?

Uns dizem que é se espiritualizar, outros que é aprender a evoluir
emocionalmente... mas que animais vemos tendo estes desafios?E plantas? E
Minerais?

Somos tão especiais assim, que as provas que estes reinos têm não nós
atinja? Ou temos as mesmas provas, acrescidas das fornecidas pela nossa
habilidade, potenciais dadas por termos uma mente consciente?



Então vamos tirar os véus de nossos olhos... também temos a provação de
assumirmos nossa força, e a usarmos para viver. Mas dado a inteligência, já
não mais usaremos a força para lutar contra o meio, caçando comida, mas
aprendendo a dominar a matéria que nos compõe...

Nosso dedo opositor nós diferenciou, e deu a habilidade de construir... e
construímos uma civilização baseado na ciência... e nos perdemos de nós...

Como humanos desenvolvemos nossa sensibilidade em entender o ambiente e de
agir sobre ele... alguns negam tal fato, e para não serem influenciados pelo
meio, se fecham, e praticamente desligam sua sensibilidade, indo viver em um
mundo mental, de ciência, e estes priorizam a vida material, e esquecem que
tem um potencial a ser desenvolvido....

Outros, a desenvolvem para ir ao mundo da arte, da espiritualidade, e se
desligam a sua forma da vida no mundo material, desprezando este potencial,
que lhe cobra rápido o preço, pois a sobrevivência é feito na matéria...



Não seria nosso desafio, nossa prova, conciliar ao que a Natureza determina
a todas as espécies aqui existentes, e a possibilidade de controlarmos as
emoções e a espiritualidade, e m conjunto?

Não seria a nossa prova aprender de usar nossa força para integrarmos as
habilidades que temos a mais que as demais espécies daqui?



Mas como? Qual é realmente nosso aprendizado aqui?

Somos todos sensíveis a nosso modo, e podemos deixar cair os véus, abrindo
nossa consciência de que somos todos partes do mesmo rio energético, e
movidos por um fluxo, que durante milhões de anos foi sendo organizado, e
gerando esta Natureza rica em diversidade, e totalmente funcional... e
entramos no fluxo..

A maior fonte de nossos problemas é que não percebemos isto, e vamos
entrando em guerra com o fluxo natural, achando que podemos controlar o
meio, para onde o rio vai... pois podemos mudar a paisagem na matéria, então
achamos que somos co-criadores, e tão sábios quanto foi a força criadora que
gerou tudo....

Mas se fomos feitos a sua semelhança, porque não conseguimos criar a nossa
realidade? Não temos em nós todos os potenciais da centelha?

Mas no momento da criação, não havia mundo externo para agir sobre a
centelha... Tudo estava dentro do criador... ele era tudo...

Mas ele quis criar algo que pudesse amar... ele estava só... e gerou dentro
dele mesmo um espaço vazio onde ele não estava, e criou o mundo... um mundo
carente de seu amor...

E fomos criados a sua semelhança carentes de amor... e começamos a buscar o
vazio no nosso interior fora... e pela busca da aceitação de nossos irmãos
de espécie fomos deixando de olhar para nosso vazio interior, tão incomodo,
e tentar preenche-lo com ou coisas materiais, ou com conhecimentos.. e cada
vez mais nosso olhar se voltou para o externo... e fomos presos pelos
sentidos físicos, que nos mostram somente o mundo externo. E como não
sabíamos lidar com os milhões de informações que eles nos trazem, ensinamos
a nossa mente a só ler aquilo que permitimos que ela decodifique... o resto
é jogado no inconsciente, e fica perdido para sempre...e vamos fechando
nossa sensitividade....

Os médiuns, seres muito sensíveis ao meio tanto material como astral, sofrem
ambas as provas, pois eles percebem tanto o que ocorrem no mundo material,
como no astral, e se não se desenvolverem poderão perder-se da lucidez...

São estes seres que para manter sua integridade, necessidade básica para a
existência do Ser, aprende que precisa lidar com estas informações, e que ou
ele aprende a ser forte, e a dominar seu próprio campo energético, ou ele
será consumido pelo mundo externo, pois o inconsciente coletivo o invadirá a
ponto de perder sua própria identidade.

E são os médiuns que nós trazem a idéia diferente que nossa prova é outra,
onde existem sim as componentes do domínio do emocional, a reconexão
espiritual, mas todos moldados na própria força, na sua habilidade de manter
seu próprio campo energético integro.

E isto só será possível se mudarmos o foco de nosso olhar, vendo que o vazio
exterior é apenas reflexo do nosso vazio interior, e olharmos para nosso
próprio vazio, nosso auto-abandono... pois somos copias do criador, e também
temos um vazio dentro de nós...

E com muito amor, irmos aprendendo que apenas aquele que se domina
totalmente, será forte o suficiente para sobreviver... e o primeiro passo
para isto é aprender dominar e controlar o seu próprio campo
eletromagnético, pois nossos invasores, são energias antes mesmo de serem
seres materiais, do meio...

Tudo é energia, e também somos energia... fluindo todos no mesmo fluxo...

Nossa integridade como ser único e eterno só se fará quando compreendermos
as leis que regem o fluxo universal, e aprendermos a fluir com ela, sem
ficar em guerra, tentando fluir contra o fluxo...

Enquanto formos joguetes do meio energético, não estaremos maduros para a
permissão de sair deste planeta, da roda da reencarnação...

Aqueles que ascenderam nós mostram o caminho, a alquimia interior, pois eles
se tornaram mestres não do mundo, mas de si mesmos, conheceram e dominaram a
si mesmos, e a ponto de Não mais serem impressionados nem absorvidos pelo
mundo externo... viviam, interagiam com ele, mas sem serem contaminados por
ele...

Mas para nós é uma verdade, que um copo de água limpa, se for exposto a uma
gota de lama, fica todo contaminado... e ai esquecemos que se no copo a
densidade for tal, que ela não absorva a lama, a mesma ira se depositar sem
contaminar a água... precisamos aprender a ser esta água, que pela
habilidade que o criador deu só a nós, a vontade, mudemos nossa densidade
energética, nosso padrão vibratório, de forma que a lama do meio não mais
nos atinja....

Então será que nossa missão aqui, não é aprender isto? O espírito que
aprender a viver, neste mundo caótico, aqui sem se contaminar, sem se
abandonar, sem mostrar fraqueza, poderá ser levado a qualquer ponto da
Criação, ainda mantendo sua integridade...



E o que fazemos para isto? A Natureza faz de tudo para nos fortalecer e
testarmos nossa habilidade de enfrentarmos o caos energético... se
estivermos nós esforçando para aprender a nos conhecer e dominar, saindo do
caos emocional, das necessidades materiais, não nós isolando, mas
enfrentando-as não como provas, mas como desafios que alimentam nossa alma,
com confiança em nós mesmos, na nossa própria capacidade, a natureza diz
deste aluno- ele vai bem, vou ajudá-lo para que ele continue neste
caminho... e vai mandando exercícios que reforçam a descoberta do co-
criador que somos, mas se bancamos o fraco, a vitima, o coitadinho, o doente
emocional-espiritual, e tentamos negar que temos que por nós mesmos aprender
a dominar a nossa vida, reflexo de nosso caos interior, a natureza sabia,
que quer que evoluamos, custe o que custar, vai nos mandar cada vez provas
mais difíceis, pois o instinto de sobrevivência quando acionado, faz que
descubramos em nós uma força motriz que nós retira do fundo do poço, e
recomecemos a lição...



Mas se a lição é tomarmos conta de nós mesmos, como fica a situação de quem
esta numa carroça sendo conduzido, e de quem puxa a carroça, achando que
esta ajudando quem ele carrega?

A Natureza nos fez nascer e fará morrer sozinhos, deu a nós todos os
recursos e habilidades que serão necessários para a lição, o uniforme
correto, os lápis, canetas, borracha e cadernos...

Arranjou quem nos conduzisse enquanto brotos frágeis, até podermos
caminhar-nos próprios pés... deu nós uns 15- 20 anos para aprendermos a
sermos fortes...



Mas na hora de ir para a aula, para a escola... a grande maioria prefere
subir na carroça do outro, pois é mais confortável continuar criança para
sempre, sendo aconchegado, do que começar a olhar e buscar preencher o vazio
interior e preenche-lo... e a Natureza vai fazer de tudo para derrubar a
carroça onde subimos, para que tenhamos que cumprir nossa missão sozinhos...



E aquele que coloca a carroça sobre seus ombros, passa a ser inimigo da
natureza, pois esta trazendo para si mesmo a oportunidade dos outros de
evoluírem, impedindo que eles o façam, chamando-os de incompetentes, fracos,
inadequados, incapaz de viver por si mesmo... E ele vai na ilusão que esta
fazendo o Bem ao seu próximo, que o ajuda a evoluir, mas se olharmos no
contexto exposto, isto que as religiões nos ensinaram, sobre a caridade,
sobre colocar a necessidade dos outros a frente das nossas estão erradas,
pois impedem que cada um de nós se movimente o seu próprio favor, que
aprendamos a nos conhecer energeticamente, e a expandir ou congelar nossa
sensitividade... de estarmos vivendo no mundo, sem sermos conduzido por
ele... preparando-nos para sermos como o criador, que contem tudo, mas não é
influído pelo seu vazio interno (no nosso caso, o chamamos de inconsciente),
pois a energia que nós conduz é o amor divino, a sabedoria divina... e o
poder divino...

Só poderemos acessar o poder divinos, de co-criadores, quando tivermos a
sabedoria de como lidarmos conosco mesmo, nos dominarmos, não mais sendo
desequilibrados pelos fatos externos, como Jesus tão bem demonstrou, e
sabermos passar esta sabedoria pelo crivo do amor não humano, mas do
espírito, reflexo do amor do criador, que abriu em si um vazio apenas para
nós, onde ele não esta... e descubramos conectar o nosso vazio interior (
corpo, consciente) com o espírito que somos ( Eternos, sem formas) por este
amor, e transcendermos a dualidade, entrando na integridade de sermos um só
em nós mesmos...poderemos realizar o divino poder.. e assumirmos nosso posto
de também Criadores. Só existe um ser que pode preenche nosso vazio
interior, somos nós mesmos, ninguém de fora o pode fazer.. pois foi o amor
do criador que nos deu a carência do amor, não pelo outro, mas por nós
mesmos, e só voltarmos a ser íntegros, quando nos amarmos profundamente... E
este é o caminho da redenção... autoperdão, auto-aceitação e amor, pelo que
somos Únicos como cabe a um Universo, o que somos, Ser...



Então quem estiver vivendo dentro da carroça que outro conduz, se pergunte,
estou fazendo o que eu vim aqui fazer?

Quem conduz a carroça se pergunte, estou mesmo fazendo isto pelo bem dos que
conduzo? E o que eu estou fazendo por mim mesmo?

No pós vida, será a minha essência que vai me questionar que fiz durante
esta encarnação, não para os outros, que cada um veio com a sua lição, mas
por mim mesmo, o que vou responder... aprendi a controlar minhas emoções, a
não me misturar com o meio, mas sem sair do meio como faziam os eremitas?



Vamos então desmontar as carroças, o papel de condutor e conduzido, antes
que a natureza o faça, e vamos começar a caminhar todos iguais, nas mesmas
condições, juntos, pois a natureza nos fez gregários, mas como todos na
mesma escola, fazendo o mesmo exercício, de se conhecer e dominar, às vezes
de mãos dadas, outras como os gansos trocando os papeis da liderança, mas
ninguém tirando o outro da sua prova...

Saiamos dos papeis de heróis do outro para obter aceitação e o amor deles...
pois isto nos ilude mas não preenche...saiamos do papel do coitadinho , do
injustiçado, pelo pai Deus e Mãe Natureza, de esperar um herói que nos
salve, como nos contos de fadas, e tomemos em nossas mãos o papel de reis e
rainhas do nosso próprio reino, O Universo que somos...

Pois tanto o papel de herói como de princesa vão contra os desígnios da
Natureza e do criador para que fossemos...



Texto Intuído espiritualmente em 24/11/210






Ingrid Monica Friedrich

Conselheira Metafisica Transenergetica

“Quando um homem se sentir tão parte da Natureza quanto uma pedra ou um rio,
ai ele encontrou o sagrado”.

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