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quarta-feira, 11 de julho de 2007

A Arte de Estudar

Muitas vezes livros que levam anos para serem escritos, são devorados em poucas horas, isso não significa estudo, o Mestre sempre estará ao lado do Estudante Sincero, façamos do estudo uma arte...
ESTUDO

Folhear um livro em poucas horas não significa apenas estudar, estudar é encontrar o significado oculto em cada palavra, e o que se aplica ao estudo pode ser aplicado à todos os eventos da vida, pois atrás de cada situação do cotidiano encontra-se a chave de inúmeras respostas às tuas próprias buscas.
A análise comparativa com o conhecimento escolástico aperfeiçoa o conhecimento inato relativo à sabedoria interior.
Em literatura, não devemos apenas ler, mas meditarmos sobre cada palavra e analisarmos o estado emocional do autor de modo que seu estado de espírito não venha a interferir em nossos padrões mentais e estados emocionais internos, nosso subconsciente está aberto às sugestões literárias, existem palavras que ascendem sentimentos sublimes, e outras capazes de deslocar o centro de gravidade psicológico para o egocentrismo, desta forma alerto o estudante a praticar uma auto-observação durante a literatura de forma detectar se seus próprios valores encontram afinidade psicológica com os do autor, de forma a perceber não somente o caráter da literatura, mas em que estado psicológico se encontram ambos.
O conhecimento das Escrituras sagradas só pode ser compreendido quando nos livramos dos dogmas preestabelecidos, com liberdade de raciocínio e segundo a oportunidade à comparação com os de outros livros sacros pois os arquétipos junguianos estão presentes em diversas outras literaturas colhendo o rico conhecimento à clara luz da ciência esclarecedora com relação aos Vedas, ao Alcorão, aos Upanischades, ao Bhagavad Gitã, ao Ivesta, à Ghatos, aos livros teosóficos, ocultistas e esotéricos.
Mas sem deixarmos de lado o pensamento do príncipe Gautama:
"Saber de cor todos os Vedas não conduz à Verdade. O conhecimento útil, a verdadeira ciência, só pode ser adquirido pela prática."
Então podemos adentrar também em se tratando do estudo, uma citação de Albert Einstein, que nos faz meditar em não deixar que o intelectualismo corrompa nossa intuição.
"O emprego de métodos de influência intelectual e psíquica evita o desenvolvimento de personalidades independentes" - Einstein, e, o mesmo cita: "A imaginação é mais importante do que o conhecimento"
Estamos correlacionados à lingüística que aprendemos. Todas as palavras são carregadas de poder, pois transmitem uma idéia que pode tornar-se o estandarte de uma filosofia prática para o estudante.
O poder das palavras pode ser demonstrado potencialmente, desde tempos remotos. O Hebraico foi a língua utilizada para manter um íntimo contacto com o Senhor. Cada letra representa um número, um sinal, um som, uma idéia e por conseguinte uma força. O hebraico foi a língua utilizada por Abraão, Moisés, os profetas e Jesus nas suas orações, para apressar as respostas as mesmas.
O nome Jesus, por exemplo só faz sentido na língua hebraica. O significado secreto conjectural do nome "Yeoshva" (Josué, Jesus) pode ser o seguinte: as quatro letras hebraicas Yod, Heh, Vav, Heh compõem o Tetragrammaton, ou nome de quatro letras de Deus. Com a inserção da assim chamada "letra sagrada" Shin, no centro do nome divino, temos o nome de Josué: Yod, Heh, Shin, Vav, Heh. O pensamento gnóstico vê essa operação como um complemento do nome do Deus judeu. O evangelho de Felipe afirma claramente que o nome "Jesus" contém um certo segredo, mas que esse segredo só existe na língua hebraica.
Adentrando no estudo decodificado, segundo o conceito de numerosos hebraístas, Einstein, o pai da fórmula E=MC2 tivera acesso aos livros sagrados dos rabinos cabalistas, e, por meditação, já que em um de seus pensamentos cita; "Eu penso 99 vezes e não descubro a verdade. Paro de pensar, mergulho em profundo silêncio, e eis que a Verdade me é revelada", este matemático compreendera muitos dos segredos de nossa evolução, segundo numerosos hebraístas paira o conceito de que foi no SEPHER BERESHITH, que este Matemático deparou com os elementos necessários para a elaboração de suas equações que revolucionaram o mundo.
Principalmente Einstein teria compreendido o verdadeiro significado do terceiro rio sagrado paradisíaco, que, em linguagem esotérica, escreve-se Hidéquel, designado pelos iniciados hebreus com o termo de ChiDeQel, que é a potência total destinada a reger e a controlar a desagregação da matéria. O Livro dos Princípios ensina que em todo fenômeno de condensação se prepara e se sucede sempre uma fase de liberação e de expansão. Desta forma ChiDeQel é a potência destinada a reger e a controlar esta fase. Os termos equacionários E=MC2 tornam-se então a transposição da base radical de ChiDeQel: ChaD que significa em linguagem usual: "AFIADO", "CORTANTE"; portanto, potência - total existencial suscetível de dividir, de desagregar, por isso de fazer expandir-se e difundir. Este sentido reforça-se pela união da primeira base à segunda: qaL, significando "RÁPIDO", "LEVE". O "lamed" final exprime, podemos conceituar, o resultado da ação preliminar de penetração, de dilaceramento expressa também pela palavra CheDeQ significando "PONTUDO" e "PICANTE". A base radical ChD = manifestação vital em ato de divisão e a base final QL = Liberação, expansão do que estava até então, em condensação relativa. Constata-se desta forma a existência de uma analogia profunda entre este sentido esotérico de uma parte do SEPHER e a idéia mesma da desagregação atômica.
Para a eficácia do estudo, devemos ter atitudes psicológicas positivas, bem como um ambiente de trabalho saudável perante o qual possamos aplicar nossas capacidades mentais de forma clara e objetiva, porém, não sejamos leitores passivos, ao contrário, sublinhemos, anotemos, aprovemos, rejeitemos, opinemos, porém o façamos no silêncio, pois só a humildade aceita a crítica, enquanto a pseudo-sabedoria ostenta-se no orgulho e temerosa em abalar-se seu pedestal.
Adquirir conhecimentos, educação e cultura nos permite alcançarmos nossos objetivos, mas não devemos confundir o conhecimento escolástico, com conhecimento inato e nem este último com mediunismo e nem este com os dons parapsicológicos de captar as impressões do inconsciente coletivo.
Antes de estudarmos devemos desligarmo-nos totalmente do passado e dos dogmas de forma a estes não influenciarem a clareza do estudo, mantermos a mente limpa sabendo que cada presente é um futuro concretizado no tempo.
Para o êxito devemos projetar nosso interesse ao máximo, pois isso aguça a nossa imaginação e aprimora a inteligência, pois o interesse potencializa o entusiasmo que por sua vez nos gera desafios para progredir.
Através da vontade executamos o estudo com a perseverança e mantemo-nos na luta além dos prazos previstos.
A confiança assegura o êxito, pois é uma certeza racional que nos leva à serenidade e a satisfação do progresso interior.
As atitudes perante o estudo, estão no ânimo, no pensamento e na subjetividade. Compare, defina, generalize, resuma, avalie, deduza e pesquise.
Crie hábitos que o levem ao conhecimento mais profundo, concentre-se de forma a isolar-se de tudo o que se passa ao redor, planeje o tempo, não devore palavras, analise temas, não ocupe a mente em coisas estranhas ao objeto de estudo, não avance em terreno desconhecido, tenha uma visão global, preveja as dificuldades, recorde aquilo que já conhece, defina a quantidade de esforço intelectual que irá utilizar, pesquise, analise, aprimore e produza idéias.
Recrie cada recordação que você fizer, buscando em cada vez, um aspecto de novidade no material, integrando a realidade aos seus conhecimentos, e, elaborando métodos de estudo, destrinçando-os passo a passo através de uma ordem lógica e consecutiva.
O melhor método de aprendizagem é através do exemplo, torne-se um professor através do seu bom exemplo.
Essas são as bases para um estudo sério e objetivo, porém as maiores descobertas estão contidas no ir além de... , e, isso envolve a pesquisa, o analítico e o cognitivo.
Tendo como fundamento que não devemos levar tudo ao pé da letra, raro quando, segundo o contexto literário interpretado cognitivamente ao pé da letra desenvolvem-se as verdades científicas que mudam o rumo da história, devemos desenvolver um método próprio, filosófico e científico, de correlações ao objeto de estudo com a vida prática visando eliminar a ignorância através do esclarecimento.
Aprenda a interpretar.
Para os estudiosos da Bíblia cabe saber que ela não pode ser sempre interpretada literalmente.
São Paulo (2Cors. 3:6) "Não vos prendais à letra que é assassina, mas ao espírito da letra."
Seja qual for seu objeto de estudo você pode desenvolver sua capacidade de interpretar e correlacionar, meditando sempre sobre todas as formas possíveis de interpretação e buscando a mais objetiva de modo a estabelecer seu conceito, pois a resultante de toda interpretação sempre será um conceito, até que o prove verídico mediante a experiência direta.
Antes de interpretarmos algo de grande importância devemos adquirir conhecimentos em diversas fontes de informações, de modo a não cometermos enganos, a isso denominamos análise - comparativa de forma a não cometermos o erro de ao interpretarmos qualquer texto, virmos a julgar antecipadamente o caráter moral de qualquer que seja o autor.
As maiores parte dos ensinamentos que podem ser encontrados em velhos manuscritos são escritos em parábolas, salvo determinados códigos. Devemos portanto descobrir uma ordem de ferramentas de interpretação de modo a podermos colocar tais ensinamentos em prática, retirando o conhecimento concreto entre os insights equivocados, restaurando seu valor.
Ao interpretarmos qualquer assunto devemos levar em conta o sentido figurado, e, conciliarmos tudo em um todo de forma a não nos perdemos no intrínseco oceano das probabilidades e tomando o devido cuidado de não prejudicar nenhuma das partes envolvidas, não gerando na psique humana nenhum tipo de valor negativo psicológico, ao contrário, buscar a chave que melhor se adapte ao assunto, evitando assim as contradições.
Dois sábios com idéias contraditórias só libertam-se do eterno debate perante a verdade, e, a verdade brota de um coração puro que a nada prejudica.
O primeiro passo para uma sabedoria discernente está no estudo, não apenas no estudo literário, pelo contrário, devemos tomar a vida quotidiana, o próprio planeta terra como uma escola, aonde passar de ano é atingir um universo superior dentro de si próprio.
Podemos conceituar que retirar as oportunidades de auto-realização de uma pessoa é uma atitude sádica que não condiz com os níveis de ser mais elevados e adentra à lei do retorno.
Assim o estudo sério pode servir de base ao desenvolvimento moral, altruístico e psico-espiritual de toda a criação.
O estudo pode ser tanto analítico, analisado minuciosamente, como cognitivo, a ciência cognitiva, contudo ultrapassou os limites da psicologia, encontrando-se não tão somente na psicologia como também na lingüística, na filosofia, na sociologia e na ciência do cérebro.
Psicologia Introspectiva: Dados sensoriais -> Conteúdo consciente
Psicologia comportamental: Dados sensoriais -> Fatos ocultos -> Resposta Comportamental.

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