Por favor, preencha a atmosfera com a vibração sublime dos Santos Nomes:
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terça-feira, 24 de julho de 2007

Onda Dionisíaca

Inquestionavelmente, Mammon e Dionísio, por serem incompatíveis tanto em seu continente como em
seu conteúdo, jamais se poderiam conciliar. De forma axiomática, irrefutável, podemos e até devemos
definir Mammon com dois termos:
a) Intelectualismo.
b) Dinheiro (ouro, riquezas).
Corretamente, e de modo contundente e definitivo, urge definir Dionísio assim:
a)Transmutação voluntária da libido sexual.
b) Êxtase místico transcendental.
Resulta oportuno citar, agora, entre os fastos desta pobre humanidade pigméia, aquela data e hora – 4
de fevereiro de 1962, entre 2 e 3 da tarde - em que todos os planetas do nosso sistema solar se
reuniram num supremo concílio cósmico, precisamente na brilhante constelação de Aquário, para iniciar
a nova Era por entre o augusto troar do pensamento.
Desde essa data memorável e sob a regência de Urano, o muito venerável e meritíssimo Senhor de
Aquário, vibra intensamente, em toda natureza, a onda dionisíaca.
Não é demais enfatizar, no presente capítulo, a notícia transcendental de que tal planeta citado foi, é e
será sempre o brilhante astro que rege e governa inteligentemente as glândulas endócrinas sexuais.
Agora vos explicareis para vós mesmos o intrínseco motivo que nestes instantes origina a intensiva
vibração dionisíaca.
Entretanto, resulta evidente, palmário e manifesto o fato concreto de que os terrícolas, em sua
esmagadora maioria, não estiveram à altura da s circunstâncias, não foram capazes de se polarizar
positivamente com esta onda…
Definir os dois aspectos – positivo-negativo - dessa vibração cósmica é inadiável, urgente,
indispensável.
Pólo positivo dionisíaco: Deleite sexual sublime, transmutação voluntária da entidade do sêmen,
Consciência desperta, conhecimento objetivo, intuição superlativa, música transcendental dos grandes
mestres clássicos, etc., etc., etc.
Pólo negativo dionisíaco: Degeneração sexual, infra-sexualismo de toda classe, homossexualismo,
lesbianismo, prazeres demoníacos nos mundos infernos, mediante as drogas, fungos, álcool, musica
infernal como esta da nova onda, etc, etc, etc.
Compreender a fundo os processos íntimos destes dois pólos da onda dionisíaca é algo mu ito urgente…
Como exemplo vivo deste par de pólos diametralmente opostos, correspondentes à mencionada
ondulação, resulta oportuno citar, aqui, a título de ilustração, dois movimentos revolucionários
contemporâneos.
De forma delicada, quero me referir, claramente e sem rodeios, ao Movimento Gnóstico Cristão Universal
e também ao anverso da medalha dionisíaca, conhecido com o tristemente célebre nome de Movimento
Hippie.
Inquestionavelmente, os dois mencionados antípodas psicológicos constituem, "per se", uma viva
demonstração manifesta do par de pólos opostos da tremenda vibração dionisíaca.
Chegando judiciosamente a esta parte do presente c apítulo, torna-se iniludível a necessidade de uma
confrontação didática.
Embriaguez dionisíaca, êxtase, Samadhi, obviamente resultam indispensáveis quando se trata de
experimentar isso que é a Verdade, o Real. Tal exaltação é cem por cento possível através da técnica da
meditação.
Psicodelia é diferente. Traduza-se este termo assim: Psiquis = alma; delia = droga.
Especificando diremos: O psicodélico é o antipolo da meditação. O inferno das drogas está no interior do
organismo planetário em que vivemos, sob a própria epiderme da crosta terrestre.
Os fungos alucinógenos, pastilhas, LSD, a maconha, etc., etc., etc., intensificam, evidentemente, a
capacidade vibratória dos poderes subjetivos, mas, é ostensível que jamais poderiam originar o
despertar da Consciência.
As drogas alteram fundamentalmente os gens sexuais e isto já está demonstrado cientificamente. Como
conseqüência de tais mutações negativas genéticas, resulta evidente o nascimento de crianças
monstruosas.
Meditação e psicodelia são incompatíveis, opostos, antagônicos; jamais se poderiam mesclar.
Inquestionavelmente, estes dois fatores de embriaguez dionisíaca assinalam, indicam rebelião
psicológica.
Gnósticos e hippies enfastiaram-se com o vão intelectualismo de Mammon, aborreceram-se com tantas
teorias, chegaram à conclusão de que a mente, como instrumento de investigação, é demasiado
miserável…
Zen? Gnana-ioga? Isso é superlativo. Existem, dentro de nós, em estado latente, faculdades de cognição
infinitamente superiores à mente. Mediante estas últimas podemos experimentar de forma direta, isso
que é o
Real, isso que não é do tempo.
O movimento hippie preferiu o inferno das drogas; indubitavelmente, definiu-se perversamente.
Os gnósticos, plenamente desiludidos do néscio intelectualismo de Mammon, bebemos do vinho da
meditação na taça da perfeita concentração.
Mudanças psicológicas radicais e de fundo tornam-se urgentes quando nos desiludimos com os velhacos
da mente.
Regressar ao ponto de partida original é o indicado; só assim é possível uma transformação radical.
Sexologia? Valha-me Deus e Santa Maria! Este tema horroriza aos puritanos…
Escrito está, com palavras de fogo, nas Sagradas Escrituras, que o sexo é pedra de tropeço e rocha de
escândalo…
Ressalta a evidência de que nós não somos filhos de nenhuma teoria, escola ou seita.
Na crua raiz de nossa existência só encontramos um homem, uma mulher e um coito…
Nascemos desnudos, alguém nos cortou o cordão umbilical, choramos e buscamos logo o peito
materno…
Vestuário? Escolas? Teorias? Erudição? Dinheiro? Etc., etc., etc. Tudo isto veio depois, por acréscimo.
Crenças de todo tipo existem por toda parte. Entretanto, a única força que nos pôs no tapete da
existência. Quero me referir à energia criadora do primeiro instante, à potência sexual.
O deleite amoroso, o desfrute erótico, é, por seqüência lógica, a dita maior…
Saber copular sabiamente é indispensável quando se anela, sinceramente, uma mudança psicológica
definitiva.
Os hippies pressentiram tudo isto quando se sublevaram contra Mammon; porém, erraram o caminho,
não se souberam sintonizar com o pólo positivo de Dionísio.
Os gnósticos somos diferentes. Sabemos desfrutar. Agrada-nos transmutar e sublimar a libido. Isto não
é um delito.
O movimento hippie marcha resolutamente pelo caminho involutivo descendente do infra-sexualismo. O
Movimento Gnóstico Cristão Universal avança vitorioso pela via ascendente, revolucionária do suprasexual.
Samael Aun Weor