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segunda-feira, 2 de julho de 2007

A Glândula Pineal

A Ciência médica moderna, apesar de haver desenvolvido nas diversas áreas
uma tecnologia sofisticada, no campo da endocrinologia, ou seja, no
conhecimento das glândulas, suas funções, seu metabolismo, suas
patologias, etc., será sempre de difícil entendimento e controle, enquanto o
aspecto ultrabiológico e ultrafisiológico não for devidamente estudado.
Atualmente, as técnicas Kirlian de fotografia e filmagem estão engatinhando
neste setor, onde os antigos hindus e chineses já dominavam há milhares de
anos, conforme demonstram os velhos mapas anatômicos dos tibetanos,
hindus e chineses.
A maior dificuldade em se investigar a ultrafisiologia reside no fato de
havermos perdido a visão espacial que nos dá acesso à 4ª Coordenada, que
nos permite extrapolar os limites do mundo visível, criando-se a possibilidade
de se detectar as doenças, disfunções orgânicas e psíquicas na sua origem,
encontrando-se as verdadeiras causas dessas.
Nesta obra, verdadeira preciosidade de ciência e esoterismo, estudaremos de
forma sintética e objetiva a correlação entre as glândulas endócrinas e os
centros magnéticos dos veículos internos. Na verdade, as glândulas
endócrinas são os expoentes físicos dos nossos sentidos extra-sensoriais,
diretamente ligados aos centros magnéticos dos nossos corpos
ultra-sensíveis e que estão situados exatamente sobre esses órgãos.
Como se sabe, as glândulas endócrinas controlam todo o metabolismo das
nossas células. Em qualquer parte do corpo que a célula se situe, as
glândulas regulam a sua atividade. Fica claro, pois, que os processos de
revitalização, rejuvenescimento e envelhecimento estão diretamente ligados
às atividades dessas glândulas e, por conseguinte, aos centros magnéticos
dos corpos ultra-sensíveis. Assim, se quisermos manter o nosso corpo físico
com juventude e vitalidade, devemos saber cuidar da saúde das nossas
glândulas endócrinas. Por outro lado, veremos nesta obra revolucionária, aos
olhos da ciência, que a saúde de todas as glândulas depende da saúde das
nossas glândulas sexuais. Aqui também nos será ensinado como manter as
nossas gônadas em perfeito estado de funcionamento, mantendo, assim, a
saúde de todas as outras glândulas endócrinas e, por conseguinte,
perpetuando a juventude e desenvolvendo todos os sentidos
extra-sensoriais.
Torna-se mais do que desnecessário apresentar o autor desta obra, Samael
Aun Weor, já que suas obras têm demonstrado sua extraordinária capacidade
de síntese e desvelamento, aliados a um sentido eminentemente prático,
dando-nos de forma objetiva as chaves do esoterismo hermético.
A glândula pineal está situada na parte posterior do cérebro. Ela tem cinco
milímetros de diâmetro. Está rodeada de uma fina areia muito importante. A
glândula pineal é um pequeno tecido vermelho-acinzentado e está
i ntimamente relacionada com os órgãos sexuais. Segrega certos hormônios
que regulam todo o progresso, evolução e desenvolvimento dos órgãos
sexuais. A ciência oficial assegura que depois que esses hormônios alcançam
seu objetivo, o total desenvolvimento dos órgãos sexuais, então degenera em
um tecido fibroso que já não é capaz de segregar hormônios. Descartes
assegurava que essa glândula é o assento da alma. Os orientais afirmam que
esta glândula é um terceiro olho atrofiado. Quando a ciência médic a do
mundo ocidental descobriu que esta glândula é tão-somente um pequeno
tecido vermelho-acinzentado situado na parte posterior do cérebro, rechaçou
a afirmação de Descartes e dos orientais. Melhor teria sido não se fixar em
dogmas científicos e estudar todos os conceitos em forma eclética e didática.
Os yogues da Índia asseguram que a glândula pineal é a janela de Brahma, o
Olho de Diamante, o olho da polivalência que mediante um treinamento
< align="left">especial nos dá a percepção do ultra.
A ciência ocidental não é completa se não estudar também a ciência oriental.
Necessitamos de uma cultura integral, total.
O microscópio nos permitiu perceber objetivamente o infinitamente pequeno.
O telescópio nos permitiu ver o infinitamente grande. Se a glândula pineal nos
permite ver o ultra de todas as coisas deveríamos estudar a yoga oriental e
desenvolver essa maravi lhosa glândula. Os yogues da Índia têm práticas com
as quais se pode obter um superfuncionamento especial da glândula pineal.
Então percebemos o ultra. Negar essas afirmações da yoga oriental não é
científico. É necessário estudá-la e analisá-la.
Os sábios orientais dizem que da potência sexual depende a potência da
glândula pineal. Agora poderemos explicar as bases científicas da castidade.
Não há dúvida que todos os grandes videntes bíblicos foram grandes
pinealistas. A castidade científica, combinada com certas práticas, os permitiu
ver o ultra da natureza.
Os gnósticos dizemos que na glândula pineal está o átomo do Espírito Santo.
Os orientais afirmam que na glândula pineal se acha o lótus de mil pétalas.
Não há dúvida que essa é a Coroa dos Santos.
Os homens de gênio têm a glândula pineal muito desenvolvida. Nos cretinos
descobriu-se que ela se encontra atrofiada.
Os grandes fenômenos de fascinação de massas, tão comuns na Índia, só
são possíveis quando o Faquir autêntico tem a glândula pineal cheia de
grande vigor.
As secreções das glândulas endócrinas são absorvidas diretamente
pelo
sangue, o qual leva todas essas secreções a outros órgãos ou glândulas,
que, então, se vêem impulsionadas a um maior esforço, a u m trabalho mais
intenso. A palavra Hormônio vem de uma palavra grega que significa
"Excitar". Realmente, os hormônios têm o poder de excitar todo o organismo e
obriga-lo a trabalhar.
As secreções das glândulas endócrinas influem também sobre a mente.
Agora explicamos porque os hindustânicos se dedicam a controlar a mente.
Por meio dela podemos regular nossas funções hormonais.
Alguns sá bios hindustânicos têm permanecido enterrados durante muitos
meses sem morrer.
A biologia não pode permanecer indiferente a esses fatos. Os biólogos
necessitam investigar todas as maravilhas e feitos desses sábios.
O senhor Immanuel Kant admite um "nisus formativus" para o nosso corpo
físico. Os sábios orientais crêem que esse "nisus formativus" é um corpo
fluídico que está em contato com o sistema nervoso grande simpático e com
o sistema nervoso líquido. Não há dúvida de que o corpo fluídico é o
resultado do corpo astral dos médicos medievais. Dentro do corpo astral está
a mente humana e todos aqueles princípios puramente anímicos.
Os sentidos desse corpo astral parecem dimanar como flores de lótus
originário do âmago das glândulas endócrinas. Aquele lótus de mil pétalas,
mencionado pelos yogues da Índia, é um sentido anímico do corpo astral.
O desenvolvimento especial da glândula pineal nos permite perceber o corpo
astral e seus sentidos anímicos.
A ciência médica joga com a mecânica dos fenômenos, mas não conhece o
fundo vital. Com o desenvolvimento especial da glândula pineal nos será
permitido ver o fundo vital.